COMO “COMPORTAMENTO DE MANADA” PERMITE MANIPULAÇÃO DA OPINIÃO PÚBLICA POR NOTÍCIAS FALSAS

Posted by Thoth3126 on 10/10/2019

A estratégia que vem sendo usada por perfis falsos no Brasil e no mundo para influenciar a opinião pública nas redes sociais  se aproveita de uma característica psicológica conhecida como   “comportamento de manada”. O conceito faz referência ao comportamento de animais que se juntam para se proteger ou fugir de um predador. Aplicado aos seres humanos, refere-se à tendência das pessoas (zumbis) de seguirem um “grande influenciador” ou mesmo um determinado grupo, sem que a decisão passe, necessariamente, por uma reflexão individual .

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Como ‘comportamento de manada’ permite manipulação da opinião pública por fakes

Juliana Gragnani – da BBC Brasil em Londres – Fonte: http://www.bbc.com/

“Se muitas pessoas compartilham uma ideia, outras tendem a segui-la. É semelhante à escolha de um restaurante quando você não tem informação. Você vê que um está vazio e que outro tem três casais. Escolhe qual? O que tem gente. Você escolhe porque acredita que, se outros já escolheram, deve ter algum fundamento nisso”, diz Fabrício Benevenuto, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), sobre a atuação de usuários nas redes sociais.

Ele estuda desinformação nas redes e testou sua teoria com um experimento: controlou quais comentários apareciam em um vídeo do YouTube e monitorou a reação de diferentes pessoas.  Quanto mais elas eram expostas só a comentários negativos, mais tendiam a ter uma reação negativa em relação àquele vídeo, e vice-versa.

“Um (zumbi sem opinião  própria) vai com a opinião do outro”, conclui Benevenuto. Em seu experimento, os pesquisadores chegaram à conclusão de que a influência estava também ligada a níveis de escolaridade: quanto menor o nível, mais fácil era ser influenciado.

Exército de fakes

Captura de tela de perfil identificado como falso no Facebook

Usuária identificada como falsa, com foto de perfil de banco de dados, tem 2.426 amigos | Foto: Reprodução/Facebook

Evidências reunidas por uma investigação da BBC Brasil ao longo de três meses, que deram origem à série Democracia Ciborgue, da qual esta reportagem faz parte, sugerem que uma espécie de exército virtual de fakes foi usado por uma empresa com base no Rio de Janeiro para manipular a opinião pública, principalmente, no pleito de 2014. E há indícios de que os mais de 100 perfis detectados no Twitter e no Facebook sejam apenas a ponta do iceberg de uma problema muito mais amplo no Brasil.

A estratégia de influenciar usuários nas redes incluía ação conjunta para tentar “bombar” uma hashtag (símbolo que agrupa um assunto que está sendo falado nas redes sociais), retuítes de políticos, curtidas em suas postagens, comentários elogiosos, ataques coordenados a adversários e até mesmo falsos “debates” entre os fakes.

Alguns dos usuários identificados como fakes tinham mais de 2 mil amigos no Facebook. Os perfis publicavam constantemente mensagens a favor de políticos como Aécio Neves (PSDB) e o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), além de outros 11 políticos brasileiros.

Eles negam ter contratado qualquer serviço de divulgação nas redes sociais por meio de perfis falsos. A investigação da BBC Brasil não descobriu evidências de que os políticos soubessem do expediente supostamente usado. 

Eduardo Trevisan, dono da Facemedia, empresa que seria especializada em criar e gerir perfis falsos, nega ter produzido fakes. “A gente nunca criou perfil falso. Não é esse nosso trabalho. Nós fazemos monitoramento e rastreamento de redes sociais”, disse à BBC Brasil.

Personas

As pessoas que afirmam ser ex-funcionárias da Facemedia entrevistadas pela BBC Brasil disseram que, ao começar na empresa, recebiam uma espécie de “pacote” com diferentes perfis falsos, que chamavam de “personas”. Esses perfis simulavam pessoas comuns em detalhes: profissão, história familiar, hobbies. As mensagens que elas publicavam refletiam as características criadas.

“As pessoas estão mais abertas a confiar numa opinião de um igual do que na opinião de uma marca, de um político”, disse um dos entrevistados.

“Ou vencíamos pelo volume, já que a nossa quantidade de posts era muito maior do que o público em geral conseguia contra-argumentar, ou conseguíamos estimular pessoas reais, militâncias, a comprarem nossa briga. Criávamos uma noção de maioria”, diz um ex-funcionário.

Para Yasodara Córdova, pesquisadora da Digital Kennedy School, da Universidade Harvard, nos EUA, e mentora do projeto Serenata de Amor, que busca identificar indícios de práticas de gestão fraudulentas envolvendo recursos públicos no Brasil, “a internet só replica a importância que se dá à opinião das pessoas ao redor na vida real”.

“Se três amigos seus falam que um carro de uma determinada marca não é bom, aquilo entra na sua cabeça como um conhecimento, diz ela.

Confiança abalada

Para Lee Foster, da FireEye, empresa americana de segurança cibernética que identificou alguns perfis fakes criados por russos nas eleições americanas, essa tentativa de manipulação pode não fazer as pessoas mudarem seus votos. “Mas podem passar a ver o processo eleitoral todo como mais corrupto, diminuindo sua confiança na democracia”, afirma.

“As redes sociais estão permitindo cada vez mais coisas avançadas em termos de manipulação nas eleições”, diz Benevenuto, citando as propagandas direcionadas do Facebook. “Estamos entrando em um caminho capaz de aniquilar democracias.”

A solução proposta por pesquisadores para o problema dos perfis falsos e robôs em redes sociais vai da transparência das plataformas ao esforço político de “despolarizar” a sociedade. Córdova diz que não se deve pensar em “derrubar todos os robôs” – que não são necessariamente maliciosos, são mecanismos que automatizam determinadas tarefas e podem ser usadas para o bem e para o mal nas redes sociais.

“É impossível proibi-los. A saída democrática é ter transparência para outros eleitores”, afirma. Se “robôs políticos” existem e estão voluntariamente cedendo seus perfis para reproduzir conteúdo de um político, eles devem estar marcados como tal, como, por exemplo, “pertencente ao ‘exército’ do candidato X”.

Transparência

Defensora do direito à privacidade e da liberdade de expressão, a pesquisadora Joana Varon, fundadora do projeto Coding Rights (“direitos de programação”), também defende a transparência como melhor via. “Anonimato e privacidade existem para proteger humanos. Bots (robôs de internet) feitos para campanha eleitoral precisam ser identificáveis e registrados, para não enganar o eleitor”, afirma.

Mas como aplicar essa lógica para os perfis falsos controlados por pessoas que prestariam serviço secretamente para políticos, como os identificados pela BBC Brasil?

Para Pablo Ortellado, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da Universidade de São Paulo (USP), deve haver maior transparência e regulação em plataformas como o Facebook, que deve começar a agir “como se fosse um Estado, já que virou a nova esfera pública”, onde acontecem discussões e interações. Ou seja, a plataforma deve começar a se autorregular, se não quiser ser regulada pelos Estados.

Uma de suas tarefas, diz ele, deve ser excluir esses perfis falsos da rede – algo que a própria empresa diz, sem dar detalhes, que pretende fazer no Brasil antes das eleições de 2018. “Mas o grande desafio mesmo é desarmar a sociedade, que está muito polarizada e sendo estimulada nos dois campos. Sem essa polarização, cai a efetividade dos perfis falsos”, diz Ortellado.

Córdova defende que os usuários sejam educados sobre o que são robôs e que mais pessoas os estudem. “O remédio contra esses exércitos de robôs é um exército de pessoas que entendam a natureza dessas entidades na internet.”

Além disso, diz, a tendência é que as plataformas deixem as pessoas controlarem seus próprios feeds e que existam cada vez mais empresas de checagem de notícias, já que outra preocupação em 2018 são as “fake news” (notícias falsas). “Não tem solução mágica. É um ecossistema que está sendo criado.”

À BBC Brasil, o Twitter informou que “a falsa identidade é uma violação” de suas regras e que contas que representem “outra pessoa de maneira confusa ou enganosa poderão ser permanentemente suspensas”.

O Facebook diz que suas políticas não permitem perfis falsos e que está aperfeiçoando seus sistemas para “detectar e remover essas contas e todo o conteúdo relacionado a elas”. “Estamos eliminando contas falsas em todo o mundo e cooperando com autoridades eleitorais sobre temas relacionados à segurança online, e esperamos tomar medidas também no Brasil antes de quaisquer eleições.”


Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?  Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Mateus 7:15-19


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O GRANDE DESAFIO DE VIVER UM NOVO MUNDO, NUM VELHO MUNDO POR RAMINA EL SHADAI

Tem sempre muita energia nova chegando… muita… forte… energia para mais um grandioso salto. E evoluímos para o todo. A Terra, em transformação, vibra numa frequência que nos atinge e, quando mudamos a nossa frequência, isso tem impacto no todo. Vamos nos comunicando nesse processo.

Isso é o mais importante de tudo. A consciência precisa ser expansiva para a sensação da Unidade. A consciência da Unidade! Que nada do que fazemos é somente para nós. Quando isso fica claro e você sente em todos os seus poros, então, o que sai de você já nem precisa mais de tanta observação. Pode começar a relaxar… aí você já pode confiar em você, vamos dizer assim.


Qual o tipo de relacionamento com tudo, que o Universo tem esperado de nós, atualmente? Nem sei se esperado seria a melhor palavra, mas talvez, nos cutucado para agir no próprio fluxo da expansão.

Então, saltos evolutivos se fazem individualmente e coletivamente quando grandes estruturas, grandes sistemas também sofrem as alterações de frequências e, como em nós, se veem não conseguindo realizar seus projetos como eram realizados anteriormente. Esse é o salto coletivo. E é para isso que temos muita energia disponível!

A estrutura que sustenta tudo no mundo ao nosso redor está se modificando cada vez mais. Além da nossa percepção de tudo também estar em transformação. O início de tudo está em nós.

Nosso processo individual de rompermos padrões, de nos esvaziarmos de nossas velhas referências, de nossos velhos depósitos inconsistentes e inconscientes e, então, renascermos em tudo novo que
reconhecemos de nós também acontece com a realidade em que vivemos. A energia que sustentava tudo era uma só e agora a energia que está sustentando tudo também é uma só. É isso que está disponível para nós.

Então, já podemos ver tudo de uma nova perspectiva. Também vemos que muitos ainda não conseguem, nem sequer, saber que existe uma nova perspectiva para se enxergar tudo. E é com essas pessoas que ainda convivemos. E está tudo certo!

De repente, alguém me diz: “Ramina, o preço dessas mudanças é muito alto!”

Será?! O preço de ficar onde está tem sido muito alto, só que fomos acostumados a lutar tanto para mantermos tudo exatamente como aprendemos.

Outro dia eu conversava com um militante estudante… e no meio da nossa conversa, eu disse: a sua luta é para manter o que você já tem e está com medo de perder. É um esforço gigante para continuar do jeito que está e que não está nada bom. É para isso mesmo que você existe? Pela sua sobrevivência?

Nem precisamos entrar em tudo que envolve todas as lutas, porque acreditamos muito nelas. Estou chamando atenção para o que deu certo um dia, porque nascia das nossas buscas e não dá mais certo hoje, num mundo em transformação da energia que sustentava isso tudo.

Mas vamos trazer as lutas maiores para pequenas lutas diárias. Se olhe no espelho e se pergunte: essa luta toda que eu vivo é para que? A vida se resume à sobrevivência? De qual lugar eu quero sair e acredito que vou chegar onde? Em que eu acredito e que me prende a tudo isso?

Fomos acostumados a esperar alguma coisa estar segura para fazermos outra coisa. O QUE TEMOS AGORA? E O QUE ESTAMOS USANDO DE NÓS PARA ENXERGARMOS O QUE TEMOS AGORA. Porque não é com o mesmo olhar com que enxergamos tudo até aqui. Que tanto de mudança é essa que está acontecendo?

O que temos que fazer por todas as mudanças é apenas fluir, porque elas estão acontecendo independente de aceitarmos ou não. As mudanças, todas, já existem em tantas outras dimensões! Estamos falando de ser tudo que podemos ser, usando apenas o recurso da nossa verdade e da nossa essência.

Não precisamos mais criar tantos recursos estratégicos para tentarmos ser tantas outras coisas. Então, o preço para se manter onde está é sim muito caro, principalmente porque dói e precisa de muito investimento, muito esforço, expectativa, projeção, coisas que não se sustentam mais numa frequência amorosa.

É fácil identificarmos onde ainda há separação da nossa unidade sagrada. Na nossa individualidade, quando nossas ações se originam em frequências do medo. Nas ações coletivas, quando o bem maior é meramente desconhecido. Mas não falo bem, no sentido de julgarmos aquele velho “bem” que consideramos a partir de nossos velhos filtros, a partir do que já conhecemos.

Falo de um “bem”, no sentido de honrarmos o sagrado coletivo. Não estamos falando do TODO ter a mesma estrutura nossa? Porque nós somos o TODO? De um físico que se sustenta por uma divindade multidimensional?! Então, tudo é assim. Tantas dimensões manifestadas numa realidade física. E se nos separamos de nós mesmos, é claro que nos separamos coletivamente. Se nos unirmos à nossa alma, é claro que a expansão disso é a alma coletiva guiar as realidades coletivas.

Não nos importa se isso está perto ou longe. Apenas nos importa o quanto de nós conseguimos ser, nesse agora. Não precisamos pensar no quanto o coletivo precisa caminhar. Precisamos sentir o quanto conseguimos ser, na nossa individualidade. Porque a relação evolutiva conosco se expande para a relação evolutiva com o todo.

Durante tantas transições, tantos sentimentos, tantas emoções antigas pedem para sair. E dor sai doendo! No coletivo não seria diferente! Tantas máscaras, inverdades, equívocos… dores… estruturas antigas, tantos controles, tantos pesos, tantos medos que sustentaram tanta forma de educar, repreender, reprimir, deprimir… tudo isso saindo também. É muito forte!

Estamos aqui no propósito do acolhimento amoroso de tantos desacordos coletivos, de tantos medos. Estamos inteiros com nossa consciência em expansão! Não precisamos esconder mais nada de nós. E somente a confiança presente em nossa consciência de todo processo nos integra à expansão consciente também de todo processo.

Tudo que fizemos, tudo que escolhemos, tudo que criamos a partir dos medos que produzimos pelas nossas imagens mentais… tudo isso pede nosso acolhimento amoroso e jamais reações. Jamais nossa mente brigando com as nossas próprias escolhas mentais.

E, voltando para o coletivo… Quando reagimos também lutamos contra nós. Contra o que conseguimos escolher e ser, coletivamente, em frequências de medo. Tudo pede acolhimento. Acolhimento amoroso. Tudo pede expansão do amor reconhecido em nós.

Quando acolhemos os padrões da nossa mente e conseguimos produzir e criar uma vida sem esses padrões, conseguimos também enxergar de onde vem esses padrões fortalecidos dentro de nós. Isso nos permite acolher amorosamente todos que ainda manifestam vida a partir de seus velhos padrões.

A sua mente acolhida te permite acolher todas as outras mentes. Isso é uma nova expansão. É isso que sai de você. É isso que age no coletivo!

TALVEZ SEJA MESMO UM GRANDE DESAFIO VIVER UM MUNDO NOVO NUM VELHO MUNDO.

É esse velho mundo que precisa do mesmo acolhimento que oferecemos a todos os nossos velhos mundos internos também. Esse velho mundo externo só precisa do novo mundo que nasce em cada um de nós. Essa é a transformação.

EU SOU RAMINA EL SHADAI

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CIVILIZAÇÃO DA TERRA: UM EMPREENDIMENTO ALIENÍGENA, POR TIMOTHY GOOD

Posted by Thoth3126 on 03/10/2019

A pesquisa mundial do site Red Ice Productions, entrevistando testemunhas-chave sobre o tema extraterrestre e nossas interações com eles, discutindo o assunto com astronautas, especialistas militares e de inteligência, pilotos, políticos e cientistas, estabeleceu Timothy Good como uma autoridade líder na Europa sobre pesquisa de OVNIs e a presença alienígena em nosso planeta.  Vamos discutir o livro que conta a história do contato entre seres alienígenas e seres humanos de todo o mundo, que remonta a 1932, incluindo reuniões com militares e presidentes americanos como Eisenhower e Kennedy.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

A Civilização da Terra: um empreendimento alienígena, por Timothy Good

Fonte:  https://hybridsrising.com/

By Hybrids Rising (Ascenção dos Híbridos) – Agradecimentos especiais ao programa de rádio sueco:  Red Ice Productions

Timothy Good lecionou em universidades, escolas e em muitas organizações. Ele começou a se interessar por ufologia em 1955 e desde então começou a pesquisar diretamente no campo desde os anos 1960. Com o fim da Guerra Fria e o colapso do império soviético, Timothy Good foi o primeiro ufologista ocidental a ser entrevistado pela televisão russa. Good também foi convidado em 1998 pelo Pentágono e em 2002  pela força aérea francesa para discutir OVNIs e outros tópicos relacionados. Timothy Good expôs suas teorias em programas de televisão como a BBC e em alguns jornais, afirmando que existem inúmeras bases alienígenas na Terra. Alguns de seus inúmeros livros foram traduzidos para o romeno, japonês, polonês, alemão,  holandês e  italiano. No mercado italiano, a maioria dos seus livros traduzidos foi publicada pela editora Corbaccio. Ele também atuou como consultor para várias investigações do Congresso dos EUA.

Timothy Good volta para discutir seu último livro, “Earth: An Alien Enterprise: The Shocking Truth Behind the Greatest Cover-Up in Human History. Vamos discutir o livro que conta a história do contato entre seres alienígenas e seres humanos de todo o mundo, que remonta a 1932, incluindo reuniões com militares e presidentes americanos como Eisenhower e Kennedy.

Na segunda hora [não transcrita, mas pedimos que você a ouça] da entrevista discutiremos a história de um ex-membro do MI6 que revelou sua conversa com Neil Armstrong em uma conferência da NASA, quando ele confirmou que havia “outras” espaçonaves na Lua quando a Apollo 11 pousou em 1969. Armstrong também confirmou que a CIA estava por trás do encobrimento desse fato.

Timothy também fala sobre o primeiro-ministro russo, Dmitry Medvedev, que revelou que “o presidente da Rússia recebe uma pasta secreta especial que contém informações sobre alienígenas que visitam nosso planeta.  Junto com isso, o presidente recebe um relatório do Serviço Especial que exerce controle sobre os extraterrestres {vivendo} em nosso país. Não vou dizer quantos deles {os Aliens} estão entre nós porque pode causar pânico”.


Transcribed Portions of Timothy Good’s Interview: Earth: An Alien Enterprise (Partes Transcritas da Entrevista de Timothy Good: Terra Um Empreendimento Alienígena)

Esta entrevista começa com Timothy Good falando sobre o “Projeto Amicizia”, que significa amizade em italiano.

O “Projeto Amicizia” envolveu seres com Inteligências Avançadas, isto é, seres Extraterrestres, reunindo-se com seres humanos escolhidos a dedo de todo o mundo. Estes indivíduos foram escolhidos por razões específicas para a ligação com os alienígenas e disseram ter tido o privilégio de fazer passeios a bordo de suas espaçonaves. Certos grupos de humanos receberam, de fato, espaçonaves extraterrestre; no entanto, outros Extraterrestres mais violentos viram isso como “uma ameaça mais grave”{ao seu domínio e controle da Terra}.

Timothy Good: “Os bons ETs são milhares de anos mais avançados que nós os seres humanos da Terra, mas são  geneticamente ligados a nós porque ELES nos criaram. Eles têm interesse na Terra, não porque a Terra é única na galáxia, mas porque é de interesse para eles por causa de sua localização na galáxia”{nota de Thoth: e por causa da abundância ÚNICA de recursos naturais que nosso planeta oferece, algo único na galáxia}.

A pesquisa de Good advém de entrevistar várias pessoas “… com a necessidade de saber ou de seres humanos que têm conhecimento direto disto, de que os ETs que não têm os nossos melhores interesses em seus corações e mentes, ou seja, uma certa espécie de extraterrestres Grey – há mais de um tipo de alienígena GREY … você não deve pintá-los com o mesmo tipo de pincel – alguns deles no entanto, infelizmente não têm [em mente] o nosso melhor interesse” {Nota Thoth: assim como raças de seres reptilianos que operam, dentro da cadeia de comando, como os mestres dos alienígenas GREYS}.

Meros Bandidos

“E, é a minha informação de uma fonte baseada em Washington e uma fonte baseada na Europa que o objetivo do exercício desde a década de 1940 é produzir uma raça hibridizada. da espécie GREY e a nossa. Isso vem acontecendo desde a década de 1940 e supostamente eles têm trabalhado em bases subterrâneas onde esses pequenos parasitas estão nos seqüestrando, obtendo material genético nosso e produzindo uma raça de seres híbridos. E me disseram que alguns desses híbridos fizeram algum tipo de progresso. Isso vem acontecendo há muito tempo, e não tenho ideia de como esta a situação atual, mas foi o que me disseram. Isto é o que representa uma ameaça… esses caras que desejam dominar o planeta produzindo híbridos para serem mais adaptáveis ​​aqui, o que eles originalmente [suas espécies originais não hibridizadas] não são. {nota Thoth: , os GREYS não suportam a radiação da LUZ de nosso SOL, por isso tem que se instalar em imensas BASES SUBTERRÂNEAS e só operam abertamente na superfície do nosso planeta à NOITE}.  No meu livro, eu abordei muito material médico que entra em muito mais detalhes, que não precisamos entrar aqui … então, esse é o problema – essa a má notícia. ”

Timothy Good

Bons homens

Timothy Good continua: “A boa notícia é que estamos sendo ajudados por outras espécies extraterrestres que nos ajudam {há muito tempo} e alguns deles nos deram espaçonaves e nós as desenvolvemos e as pilotamos há décadas. Eu não sei se você sabe disso – eu posso ter mencionado isso em Amsterdã na conferência lá, mas minha informação é que um grande número de astronautas já estavam voando em espaçonaves alienígenas durante os anos 1960 e 1970. Gordon Cooper era um deles, e um amigo íntimo de Gordon na verdade me disse que ele, Gordon Cooper estava ficando tão frustrado com a atitude das Nações Unidas quando fez uma apresentação lá em 1978 que disse: ”Estou realmente preparado para pilotar uma espaçonave alienígena até o prédio da ONU … para provar o ponto”– claro que ele nunca fez isso”.

NASA: Apenas operações de cobertura

“A NASA é apenas uma cobertura para o programa espacial real que é controlado pelo Comando Espacial da Força Aérea dos EUA. Temos um problema que não posso lhe contar porque não tenho ideia do que está acontecendo agora, exceto, você sabe – há um problema que está acontecendo agora – como se não tivéssemos o suficiente de problemas. [Bom tem uma conversa curta com o Entrevistador sobre assistir as notícias sobre a Síria e ver os sírios – “… todos os seres humanos, matando uns aos outros … Era tão ruim que ele teve que desligar a televisão”]

O Grupo Amicizia na Itália

Entrevistador Red Ice: “Você chamou o caso Amicizia do caso mais extraordinário que você já investigou, mas também às vezes é quase ridículo, ultrajante e quase ridículo, mas você é compelido com isso. Fale com a gente, porque da última vez que você mencionou isso brevemente e nós estávamos nos dirigindo a ele naquele momento.  Mas, obviamente, a balança deu a gorjeta para você desde então e agora você é um crente do caso. Conte-nos mais sobre isso.”

Foto de um ser extraterrestre com cerca de 3 metros de altura, nomeado ” W56″ porque o caso de contato começou em 1956 em Pescara, na Itália, um caso de contato em massa “Amicizia” ou “Amizade” foi generalizado. Centenas de pessoas na Itália e em outros lugares, foram contatadas por extraterrestres de aparência humana, mas muito altos. É importante reconhecer que os contatados não eram mentalmente instáveis ​​por qualquer extensão da imaginação. Eles eram membros proeminentes da sociedade italiana: escritores, políticos, empresários, artistas, professores, etc. Foto foi tirada pelo historiador católico Bruno Sammaciccia.

Timothy Good: “Sim, bem, tive o grande prazer de me tornar amigo de um professor, o professor Stefano Breccia .  Infelizmente, ele morreu cerca de 18 meses atrás (em 2012) prematuramente. Eu e minha namorada fomos entrevistá-lo durante alguns dias e ele nos deu informações técnicas – informações extremamente técnicas e afirmou que ele próprio tinha voado em algumas dessas espaçonaves. Ele tirou fotos em close deles. E, aliás, há fotografias de alguns alienígenas, um dos quais foi reproduzido – espero que no livro – eu espero que esteja lá – mostrando um alienígena de cerca de 10 pés {cerca de 3 metros} de altura que estava ligado ao Grupo Amicizia.[Grupo Amizade]. A fotografia foi tirada por um respeitado historiador católico, Bruno Sammaciccia. Então, havia muita coisa acontecendo e Stefano, que tinha sido um piloto e um cientista – ele viajou por todo o mundo com pessoas do Grupo Amicizia … Ele lecionou em universidades – não sobre o assunto que eu apresso a acrescentar – mas ele era um cientista muito respeitado e me deu informações tecnológicas altamente detalhadas sobre exatamente como as espaçonaves aliens são impulsionadas. Não posso elaborar agora, mas há muitos detalhes… ”

Timothy Good continua afirmando: “… No Grupo Amicizia, havia três grupos de alienígenas envolvidos … havia os mocinhos, que definitivamente tinham nossos melhores interesses nos seus coração, mas eles disseram que havia outros extraterrestres aqui – tipos humanos que eram meio robóticos e meio humanos que estavam criando problemas. Em italiano, eles os chamavam de “Contrários” – os inimigos que estão contra nós”.

Entrevistador Red Ice: “Como um cyborg, se você quiser…”

Timothy Good: “Sim, sim. Bem, havia pessoas de todas as classes sociais (os contatados) que eram escolhidas a dedo e eram pessoas de universidades, cientistas, engenheiros, médicos, empresários – incluindo chefes de grandes organizações de comunicação … e como eu disse, muitas dessas pessoas voavam nas espaçonaves deles. E Stefano [Professor Stefano Breccia] em uma ocasião, ele me disse que foi com um amigo alemão em uma das naves alienígenas. Aliás, tudo estava sendo monitorado por eles. Eles não estavam prestes a deixar a espaçonave cair ou qualquer coisa, na verdade, elas são muito difíceis de se acidentar. Stefano entrou com um de seus amigos alemães que estava pilotando e Stefano estava tomando notas e eles voaram da Itália para o Cairo e depois do Cairo para Moscou e de volta para a Itália em apenas uma hora ou algo assim – poderia ter sido um pouco mais longo do que isso, mas tudo estava sendo monitorado pelos alienígenas do grupo Amicizia …  

Militares já pilotavam espaçonaves alienígenas nos anos 1950

“Eu questionei Stefano sobre isso e se os militares estavam pilotando qualquer uma dessas naves porque eu tenho uma fonte americana que me deu informações, que eu publiquei no livro. Eu não mencionei o nome da minha fonte, é claro. Eu não faria isso. Então, alguns dos astronautas têm pilotado essas espaçonaves há algum tempo – nossos próprios pilotos os pilotaram… e Stefano me disse que estava ciente de cerca de 10 pilotos da Força Aérea Italiana que voaram com essas naves e me deu alguns divertidos histórias sobre isso, então isso estava acontecendo … provavelmente começou há cerca de 50 anos ou mais, e tudo piorou ao longo dos anos. Eu não sei se eles ainda o fazem – não tenho idéia, mas sei que eles estavam em muitos países: Argentina, Chile, EUA, na Europa – começando por volta dos anos 50. ”

Entrevistador Red Ice: “Há muitas perguntas que eu gostaria de fazer … como eles conseguiram segurar essas embarcações?”

Timothy Good: “Oh, os alienígenas nos deixaram voar… Algumas das suas bases {subterrâneas} tem em torno de 150 milhas (241, 35 km} de comprimento, debaixo dos oceanos ou debaixo da terra e essas bases podem ser construídas muito rapidamente. Sua tecnologia é tal que eles podem impactar a terra ou impactar o material de forma muito instantânea…. No caminho … uma base pode ser feita e a terra pode ser tratada de tal maneira que crie uma enorme área que é protegida … de tal maneira que seja protegida pelo solo impactado que é [extremamente] denso depois e esses lugares subterrâneos podem ser usados ​​… e muitas atividades aconteceram aparentemente … há um monte de máquinas tecnológicas lá embaixo.

Entrevistador Red Ice: Foi o Grupo Amicizia que teve acesso às bases e todos – foram eles que tiveram acesso a essas bases e se envolveram em tudo isso – com os {aliens} “mocinhos”? ”

Presidente George Washington

Timothy Good: “Bem, sim – toda o grupo se chamava Amicizia ou W56 porque eles estabeleceram comunicações com George Washington – 1956 foi o ano em que começaram a entrar em contato e colaborar com as pessoas daqui e o ‘W’ foi para Washington porque supostamente informaram George Washington, o primeiro presidente dos Estados Unidos sobre a situação dos alienígenas, de modo que achei muito, muito interessante, você sabe – que eles estavam em contato conosco então.

Entrevistador Red Ice: “Diga-nos o que fez você decidir levar isso mais a sério e acreditar nesta informação – você viu mais coisas desde a última vez que conversamos ou ainda é apenas o testemunho dessas pessoas que te convenceram?”

Timothy Good: “… Eu acho que estive com Stefano em 2010 pela primeira vez … e voltamos com a minha namorada, porque ela fala italiano, porque é assim que ela ajudou muito, mas o Stefano fala inglês muito bem. .. Eu não sei o que em particular … Eu não sei em quais aspectos eu posso expandir … se eu puder”.

[Equipe de Hybrids Rising – HR ] O entrevistador analisa o cronograma de sua última entrevista e pergunta a Timothy Good se você já visitou mais membros do grupo … pessoas diferentes dele … Boas respostas,

Timothy Good: “Sim, consegui conhecer alguns deles, alguns deles, não consegui conhecer tantos quantos gostaria, mas consegui conhecer alguns deles como Paolo di Girolamo, um homem encantador. Ele não viu a nave, mas viu as sondas muito pequenas, muito pequenas, de algum tipo, que podem ser liberadas na atmosfera. Em um certo ponto ele estava em um carro e estas coisas estavam seguindo o carro e eles estavam zumbindo ao redor de… coisas muito pequenas… menor que uma bola de golfe. Foi tudo o que ele disse – ele nunca realmente encontrou os visitantes que eu saiba, mas Stefano certamente fez, e ele estava trabalhando com eles por mais de 40 anos, eu acho”.

O pintor Gaspare de Lama bateu esta foto de um UFO nas cercanias de Milão.

[Equipe de HR] Quando questionado sobre sua crença novamente em tudo isso, Timothy Good responde:

“Primeiro de tudo, eu diria que conhecer Stefano – eu nunca conheci ninguém mais honesto e direto … francamente, eu teria confiado nele a minha vida. Foi o que garantiu isso para mim. É por isso que eu tive que conhecê-lo, porque foi ele quem escreveu o livro “Last Contact”. Infelizmente, o livro está um pouco confuso na forma como é montado.  Ele realmente precisa de um bom editor – eu acho que alguém – Warren Aston na Austrália está fazendo algum tipo de versão editada dele com alguma informação adicional que eu acredito que esteja realmente disponível, e ele conheceu alguns dos membros do grupo  Amicizia. É um caso muito complexo e eu não pretendo compreender todas as ramificações ainda. Eu não acho – com certeza – eu não acho que isso esteja acontecendo agora, até onde eu sei. ”

Entrevistador Red Ice: “Então – o que aconteceu?”

Incidente do Mar Adriático

Timothy Good: “Eles supostamente saíram. Stefano me disse … ele não estava convencido por eles, mas supostamente havia algum tipo de evento subaquático – no Mar Adriático. Bem, isso saiu tudo nos jornais – quer dizer, o mar ficou absolutamente enlouquecido e eu acho que alguns pescadores foram mortos no evento e algumas outras pessoas morreram e ninguém conseguia explicar por que a água ficou absolutamente frenética e aparentemente havia essa tremenda batalha submarina com os chamados Contrarios [os aliens bandidos] e os Amicizia [os aliens bons rapazes]… Stefano estava muito cético sobre tudo isso e ele pensou que eles estavam apenas criando uma desculpa para sair porque alguns deles estavam ficando menos satisfeitos com um número de pessoas [Humanos] com quem eles estavam em contato e havia todos os tipos de linhas divisórias. Havia esses  aliens Contrários que eram um tremendo caos entre os grupos rivais. Devia haver cerca de três grupos juntos – eu não tenho o capítulo bem na minha frente, mas acho que – sinta-se à vontade para escrever no livro [O entrevistador ou tem uma cópia do livro ou do manuscrito em frente dele] – é um capítulo muito longo ”.

Entrevistador do Red Ice: “Sim, é – estou encontrando algumas coisas aqui também enquanto observo minhas anotações, mas se nos ativermos ao que estamos falando aqui… Com quem Stefano conversou? Onde ele conseguiu sua informação?

Timothy Good: [Saltei inflexivelmente] “Ele obteve suas informações diretamente dos alienígenas desde o final dos anos 50. Ele não foi um dos primeiros, mas nos primeiros anos de empreendimento, ele se envolveu profundamente”.

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Entrevistador Red Ice: “Então ele morreu em 2012, em algum momento de setembro, eu acredito. O que você sabe o que aconteceu, consequentemente? Existem outras pessoas que ainda estão ativas no grupo para as quais você ainda pode ligar e entrar em contato? ”

Timothy Good: “Há Paolo di Girolamo… tenho certeza de que ele é acessível às pessoas que mencionei em Roma.  Ele é um homem delicado, muito honesto. E há alguns outros – algumas outras pessoas lá – alguns deles simplesmente não querem falar. Como o famoso – bem conhecido jornalista italiano, jornalista aeroespacial baseado na ciência. Eu esqueci o nome dele de improviso, mas ele mesmo teve muitos encontros com essas pessoas e tirou uma foto de uma das naves mais bizarras que já foram filmadas. Eu acho que eu tenho no livro. É um veículo alien  extraordinariamente bem produzido – se é que você pode chamar aquilo de “um veículo”. Parece quase como um animal. Acho que está no livro, pelo que me lembro.

Alienígena com 10 pés (cerca de 3 metros) de altura

Entrevistador Red Ice: “Sim, eu encontrei a foto do suposto gigante, certo? Sr. Kineo?

Timothy Good: “Oh sim, esse é o ser – 10 pés (cerca de 3 metros) de altura. Dez pés de altura, e essa foto foi tirada pelo historiador católico Bruno Sammaciccia. ”

Entrevistador Red Ice: “Parece um ser humano, na verdade – não há grandes diferenças que eu possa ver, na aparência dele {exceto pelo gigantismo}.”

Timothy Good: “Não – na verdade, eu não tenho o capítulo na minha frente, mas há uma grande quantidade de – uma quantidade tremenda de detalhes físicos sobre eles. Eles são muito, muito parecidos conosco em alguns aspectos e as diferenças são todas explicadas nesse capítulo com base no que Stefano me contou e no que ele publicou. Muito, informação muito interessante, incluindo o fato de que eu acho que eles vivem até 400 a 600 anos. E eles também nos disseram que estiveram e estão aqui por muito tempo, indo e vindo, de vez em quando.

Nós, os seres humanos: somos uma raça hibridizada:

Red Ice Interviewer: “Ok, então vamos tentar nos aproximar do título do seu livro, Earth: An Alien Enterprisee o fato de que nossa história está intrinsecamente envolvida com a deles e com os diferentes grupos de aliens que temos por aí…”

Timothy Good: “É isso – você usou poucas palavras e essa é a verdade. Você sabe, muitas espécies (extraterrestres) têm interesse neste planeta, mas o problema é: nós estamos aqui, então há um conflito – há uma situação de conflito acontecendo”.

Entrevistador Red Ice: “Então, o que estamos fazendo aqui?”

Timothy Good: “O que estamos fazendo aqui? [Risos] Você pode ampliar a questão? ”

Entrevistador Red Ice: “Certamente – eu não quero ser brincalhão sobre isso …”

Timothy Good: “Você quer dizer, o que estamos fazendo sobre isso?”

Entrevistador Red Ice: “Quero dizer, como acabamos aqui e se foi um erro da parte daqueles que nos colocaram {criaram} aqui?”

Timothy Good: “Eu acho. Todos eles dizem que somos uma raça hibridizada, mas o que eu aprendi de outras fontes, que é bem separado das Pessoas – pessoas que eu conheço e que tiveram extensas comunicações com esses caras é que elas nos hibridizaram de um ser primitivo. Fomos geneticamente melhorados – o homem primitivo foi geneticamente melhorado e gradualmente nos tornamos cada vez mais parecidos com os seres {Extraterrestres} que {nos criaram} vemos nas fotografias do Grupo Amicizia .

Entrevistador Red Ice: “E você sabe quem é mais diretamente responsável por isso?”

Timothy Good: “Você quer dizer aqueles que foram diretamente responsáveis ​​por isso? Eu diria que os grupos são altamente avançados, espiritualmente, tecnologicamente e tudo mais – seres que tiveram ligações com todas aquelas pessoas ao redor do mundo naquela época por 40 anos ”.

Atividade Alienígena em Porto Rico

Entrevistador Red Ice: “E então, em algum ponto ao longo da linha aqui, temos outro grupo – um dos tipos Grey que entram em cena e, até onde eu entendi, eles conseguiram se estabelecer na Terra, em bases subterrâneas”.

Timothy Good: “Sim, debaixo da terra. Eles têm enormes bases subterrâneas e são eles que representam a {maior} ameaça {junto com os reptilianos} agora e eu não tenho ideia do que está acontecendo precisamente, mas há um capítulo sobre abduções e no final – eu esqueci exatamente o que é chamado – mas há informações que eu recebi de Maria Rivera em Porto Rico, que é relativamente recente – que é dos últimos anos, sobre suas experiências de sequestros, abduções assim como de toda a família dela, o que eu acho totalmente convincente. ”

“Ela [Maria Rivera] é uma mulher muito, muito inteligente, muito inteligente, muito decente. Ela é católica e teve algumas das experiências mais alarmantes, incluindo o resto da sua família. Eles fizeram uma coisa supostamente boa, mas ela tem uma visão negativa sobre isso. Ela tinha câncer e eles a livraram de seu câncer, mas ela disse que era para que eles pudessem fazer mais uso dela. Então, ela não teve uma sensação muito boa sobre isso. Eu não estive em contato com ela por cerca de um ano e meio, pelo menos, então – mas eu tentei. Não sei se o email dela mudou ou não, mas muita coisa está acontecendo em Porto Rico. Eu estive em Porto Rico 7 vezes e passei muito tempo lá, e as pessoas estão muito relutantes em falar sobre isso. Maria, acho que é uma exceção. Muitas pessoas fizeram pesquisas lá, porque há muita coisa acontecendo lá.

Entrevistador Red Ice: “Conte-nos um pouco mais sobre a hibridização e o que você acredita qual é o objetivo disso, porque é o que eu estou vendo acontecer também, Timothy, é que, para começar: uma mistura ou mistura geneticamente atualizada, parece que temos outro grupo que está tentando fazer o mesmo, mas com sua versão dele. Certo?”

Timothy Good: “Sim, correto. E você pode ler bastante sobre isso em relação ao início do último capítulo, capítulo 19. Não me lembro de tudo de cor, mas um amigo meu, uma fonte de Washington, me deu detalhes do processo de hibridização e detalhes precisos. sobre esses caras, e eu quero dizer detalhes muito precisos”.

Entrevistador Red Ice: “E por que você está – eu acho que vou voltar a essa pergunta novamente – Por que você está propenso a acreditar nessas fontes?”

Timothy Good: “Bem, porque as fontes são pessoas que eu conheço em alguns casos há 20 anos, e ele é uma das minhas fontes de Washington e está no mesmo nível. E, muitas das informações, ele estava relutante em dar, mas ao longo dos anos ele gentilmente me ajudou com isso e ajudou bastante. ”

Entrevistador Red Ice: “Bem, isso coincide com as informações de David Jacobs que nós tivemos, há alguns anos atrás, falando sobre a hibridização também.”

Timothy Good: “Sim, eu concordo com ele. Absolutamente, concordo.

Entrevistador Red Ice: “Sim?”

Timothy Good: “Oh sim …”

Entrevistador Red Ice: “Inferno”. [Pausa] “Bem, conte-nos um pouco mais sobre o que você vê que está sendo implementado agora. Há pessoas que especularam que o processo de hibridização está tão à frente da curva que podemos literalmente ter muitos híbridos já no planeta caminhando entre nós, tendo empregos e morando em apartamentos, como o resto de nós.”

Timothy Good: “Bem, eu não posso ajudá-lo nisso porque eu não sei o estado atual sobre isso. Tudo o que sei é que a informação que tenho e que publiquei no capítulo 19 é que eles estavam bastante avançados há várias décadas – não tenho nenhuma informação atualizada – não tenho idéia do que está acontecendo, mas aparentemente eles estão tentando continuar a desenvolver um cruzamento com o qual possam povoar a Terra, eventualmente. Esse é o objetivo deles. Se eles vão se safar com isso, eu não sei, mas como eu digo, nós temos raças extraterrestres que têm nosso e seu próprio melhor interesse nos seus corações – como o Grupo Amicizia – se eles ainda estão por perto, eu não sei. Certamente, eu tive meus próprios encontros ao longo dos anos com alguns desses caras. ”

Entrevistador Red Ice: “Há outros que estão cuidando de nós?”

Timothy Good: “Sim, sim, definitivamente”.

Entrevistador Red Ice:  “Bem, eu certamente espero que sim, se este é o cenário que estamos enfrentando. Nós estamos sendo – e eu sei que estamos especulando aqui Timóteo – mas talvez possamos continuar a fazer isso um pouco mais, porque eu quero ter sua opinião sobre isso. ”[“ O quê? ”] -“ Estamos sendo alugados? ou isso é um repovoamento que ocorrerá porque haverá uma extinção em massa que ocorrerá? ”

Timothy Good: “Eu não sei”

Os experimentos telepáticos de Timothy Good:

Timothy Good continua relatando um fato publicado anteriormente de seu encontro com possíveis seres híbridos na Terra. Por exemplo, “… uma pequena e jovem mulher nos EUA… extraordinariamente pequena, muito alerta.  Mandei um pensamento mental perguntando-lhe que, se ela fosse de outro lugar, poderia simplesmente sair da linha. Quando ela se aproximou de mim, ela fez o mais baixo arco e meus três colegas que estavam lá pareciam espantados. Ela fez uma reverência muito profunda e então se levantou e olhou para mim com uma expressão inexpressiva e simplesmente se afastou. Timothy Good também relata seu encontro de 1967 envolvendo um experimento telepático em Nova York. [Anteriormente publicado.]

A terceira experiência telepática que ele relata é publicada em seu livro. Ocorreu cerca de 8 anos atrás na Polônia em um prestigiado Salão de Debates, quando ele tentou fotografar o que ele acreditava ser um macho híbrido ou pelo menos um ser humano de “outro lugar”. O homem foi descrito por Good como muito frio e “… ele não piscou e não falou nada” para o Good, mesmo depois de tentativas de comunicação com o homem terem sido feitas por ele.

Esse homem incomum foi o último orador e sua palestra foi intitulada “O Futuro da Terra no Espaço”. Good afirma que era uma “história muito interessante”, mas “ninguém conseguia lembrar de que falou o homem”. o homem incomum deu uma palestra subliminar e a informação era para ser usada no nosso futuro. Ninguém conseguia se lembrar de quanto tempo o homem falou e nenhum acompanhamento profissional referente às regras do Salão de Debates ocorrera ou foi aplicado durante ou após a apresentação desse homem estranho.

Entrevistador Red Ice:  “Parece que estamos sendo usados ​​por alguém … que estamos sendo transformados em alguém – não sei – não quero dizer propriedade de alguém, mas talvez “fazer a vontade” de outros seres. Se há de fato essas facções no planeta, que estão envolvidas em nosso futuro, se você quiser, então elas queriam nos virar desta maneira ou de outra maneira, certo?

Timothy Good : “Sim – sim – eu concordo. Eu estou com você sobre isso.

Assim termina o transcrito de Hybrids Rising. Por favor, dedique um tempo para ouvir toda a entrevista na Red Ice Radio : http://www.redicecreations.com/

A segunda hora da entrevista e uma revisão da primeira hora da conversa com Timothy Good e ajudarão a esclarecer tópicos e fatos muito importantes sobre o Fenômeno de Contato que está ocorrendo na Terra. Vale a pena o tempo e também encorajamos você a ler o último livro de Timothy Good intitulado “Earth: An Alien Enterprise: The Shocking Truth Behind the Greatest Cover-Up in Human History“.


O livro sobre o grupo “AMICIZIA” e a história de 50 anos:

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“A partir de 1956, cerca de 200 pessoas de todas as esferas da vida na Europa tiveram ampla interação com um grupo de alienígenas de aparência humana.  Eles incluíam políticos, professores universitários, engenheiros, jornalistas, estudantes e donas de casa. O nível de contato variou de encontros únicos para envolvimento profundo com duração de mais de 40 anos. Isso Continua hoje”- Stefano Breccia

A descrição técnica mais completa e complexa de um sistema de propulsão de discos voadores já publicada. Análise da fotografia colorida clara de um tripulante alienígena de 8 a 10 pés de altura. A descrição e os dados de Stefano Breccia de seu próprio vôo em um “disco voador”. Fotografias do interior de uma espaçonave alienígena.

A introdução do livro é escrita pelo Dr. Roberto Pinotti e contém contribuições de Teresa Barbatelli, Paolo di Girolamo, Connie Menger, Carlo Bolla e outros.  Este é o último testemunho de Stefano Breccia para a realidade de que temos “amigos” extraterrestre vivendo entre nós que estão prontos para nos ajudar a seguir em frente e nos unir a eles na grande comunidade de civilizações evoluídas da nossa galáxia {Confederação Intergaláctica}.


Uma visão geral do “Empreendimento” alienígena aqui na Terra, de Timothy Good, by Frank Chillie Compliments of George Filer

  1. Os Estados Unidos têm sido responsáveis ​​pelo contato mundial com UFOs e seres extraterrestres desde 1952. Isso foi documentado a Good por um membro sênior do Air Ministry of Britain.
  2. Os Estados Unidos fizeram viagens come espaçonaves para fora do planeta desde meados dos anos 50.
  3. Houve várias espaçonaves e aliens sobreviventes no caso Roswell.
  4. Uma Equipe Especial Top Secret Britânica foi encarregada de dois dos sobreviventes extraterrestres e uma nave de Roswell que foram levados para o Reino Unido.
  5. O Presidente Eisenhower teve reuniões com os visitantes aliens durante sua administração: Good tem nova documentação.
  6. Project Friendship, que foi iniciado na Itália, foi espalhado pelo mundo a nível de base pelos Aliens Visitantes.
  7. O governo italiano recebeu 15 espaçonaves pelos visitantes extraterrestres do Projeto Amicizia.
  8. Projeto Solar Watch: A 10ª Frota já tem bases de operações em nossa Lua e em Marte por décadas.
  9. Timothy Good teve três contatos com visitantes que se parecem conosco. O último contato teve 18 testemunhas.  (Veja entrevista acima).
  10. O astronauta Gordon Cooper na verdade voou com um UFO recuperado: Good tem evidências para validar isso.
  11. Os visitantes alienígenas que se parecem conosco [visitantes que se assemelham a nós humanos] têm um papel protetor no futuro e na divulgação de informações.
  12. Os outros visitantes extraterrestres (Greys, insetoides, reptilianos, mantis, etc…) que têm suas próprias agendas, mas que estão sendo frustrados em seus planos.
  13. Henry Kissinger faz parte do círculo interno que trabalha com os visitantes extraterrestres desde 1946 {Projeto MAJESTIC-12}.
  14. A NASA é uma distração para o público sobre o que realmente está acontecendo com os Aliens Visitantes.

A Matrix (o SISTEMA de CONTROLE MENTAL)“A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar.  “Mas até que nós consigamos despertá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso os transformam em nossos inimigos.

Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle MENTAL. E muitos deles estão tão habituados, tão desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você  para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …”


Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

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OS REINOS PERDIDOS:(4) OBSERVADORES “CELESTIAIS” NA SELVA

Posted by Thoth3126 on 02/10/2019

Livro Os Reinos Perdidos, capítulo IV – Observadores “celestiais” na Selva:

Maias. O nome evoca mistério, enigma, aventura. Uma civilização que viveu e desapareceu, embora seu povo tenha permanecido.

Cidades incríveis foram abandonadas intactas, engolidas pela sel­va verde e luxuriante: pirâmides que iam até o céu, tentando tocar os deuses; monumentos elaboradamente esculpidos e de­corados, com sua história estabelecida em hieróglifos artísticos cujo significado, em sua maior parte, perdeu-se com o tempo.

A mística dos maias despertou a imaginação e a curiosidade dos europeus desde o momento em que os espanhóis pisaram pela primeira vez na península de Yucatán e viram os vestígios das cidades perdidas na selva. 

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Livro, OS REINOS PERDIDOS (The Lost Realms), da série de livros Crônicas da Terra, número IV, de Zecharia Sitchin

Capítulo IV – “OBSERVADORES CELESTIAIS” NA SELVA 

Era algo inacreditável, mas estava ali: pirâmides com degraus, templos em plataformas, palácios decorados, pilares de pedra esculpida. Enquanto admiravam as intrigantes ruínas, os espanhóis ouviam dos nativos histórias incríveis sobre antigos monarcas, cidades-estado e glórias passadas.

Um dos mais notórios sacerdotes espanhóis, que escreveu sobre a península do Yucatán e sobre os maias antes e depois da Con­quista, frei Diego de Landa (Relacion de Las Cosas de Yucatán“Relação das Coisas do Yucatán”), narra que “existem em Yucatán muitos edifícios de grande beleza, sendo essa a mais sensacional descoberta nas índias; eles são feitos de pedra e finamente de­corados, embora não tenha sido encontrado um instrumento para tal corte.

Com outros interesses na cabeça, como a procura de riquezas e conversão os nativos ao catolicismo romano, os (ignorantes) espanhóis levaram quase dois séculos para mostrar interesse por aquelas ruínas. Em 1785, uma comissão real inspecionou as recém-descobertas ruínas de Palenque. Felizmente, uma cópia do relatório ilustrado chegou a Londres. Sua publicação acabou por atrair a atenção de um nobre abastado, Lorde Kingsborough, que decidiu decifrar o enigma dos maias. Acreditando fervorosamente que os habi­tantes da América Central descendiam das Dez Tribos Perdidas de Israel, ele passou o resto da vida e gastou toda a sua fortuna na exploração e descrição dos antigos monumentos e inscrições mexicanas. Seu livro, Antiquities of México (“Antiguidades do Mé­xico”, 1830 – 1848), ao lado do Relación de Las Cosas de Yucatánn de frei Landa (mais tarde bispo), constituem valiosas fontes de dados sobre o passado dos maias.

Porém, quem ficou popularmente conhecido por divulgar a descoberta arqueológica da civilização maia foi o americano de Nova Jersey John L. Stephens. Enviado dos Estados Unidos para a Federação Centro-Americana, ele visitou as terras dos maias com seu amigo Frederick Catherwood, um artista renomado. Os dois livros que Stephens escreveu, e Catherwood ilustrou, Incidents of Travel in Central America, Chiapas e Yucatán (“Incidentes de uma Viagem à América Central, Chiapas e Yucatán”), e Incidents of Travel in Yucatán (“Incidentes de uma Viagem a Yucatán”) despertaram interesse pelo assunto. Causa espanto a precisão do trabalho artístico, quando se comparam os desenhos de Cat­herwood com fotografias dos sítios arqueológicos, porém é triste constatar a extensão da erosão ocorrida desde então.

Os relatórios são especialmente detalhados em relação aos grandes sítios de Palenque, Uxmal, Chichén Itzá e Copãn (o úl­timo é associado a Stephens, pois para poder investigá-lo sem interferências, ele comprou o local do proprietário por 50 dólares americanos). Ao todo, ele explorou mais de 50 cidades maias. A profusão não apenas estimulava a imaginação, mas também não deixava dúvidas de que a exuberante selva tropical escon­dia não só alguns postos avançados, mas uma civilização in­teira. Grande importância para a compreensão dos fatos foi a data assinalada em alguns monumentos e os hieróglifos es­culpidos, o que possibilitou situar a civilização maia no tempo.

Embora a escrita hieroglífica dos maias esteja longe de ser decifrada, os peritos obtiveram sucesso ao comparar as datas inscritas nas pedras com o calendário gregoriano. Com a extensa literatura deixada pelos maias — livros pictóricos feitos com cascas de árvores e laminados com cal, a fim de criar uma base clara para os glifos desenhados com tinta — poderíamos ter reunido maiores informações sobre essa antiga civiliza­ção. Porém, esses livros, às centenas, foram sistematicamente des­truídos pelos sacerdotes católicos, principalmente, pelo bispo Landa, que acabou reunindo tanta informação “pagã” em seus próprios escritos.

Restaram apenas três (se for autêntico, existe um quarto) có­dices, ou livros pictóricos. As partes mais interessantes, segundo os estudiosos, referem-se à astronomia. Dois outros grandes tra­balhos literários foram preservados, seja porque foram reescritos a partir dos livros pictóricos originais, ou porque foram recons­tituídos, porém, em escrita latina, a partir da tradição oral dos nativos.

Uma dessas obras é o livro de Chilam Balam, que significa “as profecias” ou “narrações” de Balam, o sacerdote. Muitos nativos em Yucatán possuíam cópias desse livro. Um dos mais bem preservados, depois traduzido, é o Book of Chilam Balam of Chumayel (“O Livro de Chilam Balam de Chumayel”). Balam, ao que parece, era uma espécie de  “Edgar Cayce” * maia. * Um paranormal famoso por suas previsões e mediunidade. O livro contém infor­mações relativas ao passado mítico, a profecias sobre o futuro, ritos e rituais, astrologia e conselhos médicos. A palavra balam significa “jaguar” na língua nativa. Isso causou surpresa entre os estudiosos por não apresentar, aparentemente, relação com profecias. 

Achamos, no entanto, intrigante o fato de que, no Egito, uma classe de sacerdotes conhecidos como sacerdotes Shem — eles faziam profecias durante certas cerimônias reais, além de recitar fórmulas secretas para “abrir os caminhos”, a fim de que os faraós falecidos pudessem juntar-se aos deuses na Eternidade — usavam peles de leopardo (fig 26a) em suas cerimônias. Foram encontradas representações maias com sacerdotes trajados de forma semelhante (fig. 26b). Como na América não existem leopardos africanos, as peles deviam ser de jaguar, o que poderia explicar o significado “jaguar” de Balam. Mais uma vez, encontramos na América Central a influência ritual egípcia.

Ficamos mais intrigados, ainda, pela semelhança do nome do profeta maia com o do profeta bíblico Balaam. De acordo com a Bíblia, ele foi preso pelo rei de Moab durante o Êxodo por lançar uma maldição sobre os israelitas, mas que teria acabado por se transformar em previsão favorável. Teria sido coincidência?  O outro livro maia é o Popol Vuh, o “Livro do Conselho”. Ele relata as origens humanas e divinas, além de descrever as ge­nealogias dos reis.

Sua cosmogonia e tradições da criação são basicamente iguais às dos povos nahuatl, indicando uma fonte comum. Em relação à origem dos maias, o Popol Vuh afirma que seus antepassados vieram “do outro lado do mar”. Landa escre­veu que os nativos “escutaram de seus ancestrais ter sido essa terra ocupada por uma raça de pessoas que veio do Leste, dirigida por deuses, que abriram doze caminhos através do mar”. Tais afirmações estão de acordo com uma lenda maia chamada a Lenda de Votan, relatada por vários cronistas espanhóis, particularmente pelo frei Ramon Ordónez y Aguiar e pelo bispo Nunez de La Vega. Mais tarde, ela foi recolhida de várias fontes pelo abade E. C. Brasseur de Bourbourg (Histoire de nations civilisées du Mexicjue – “História das Nações Civilizadas no México). 

A lenda relata a chegada no Yucatán, por volta de 1000 a.C. segundo os cálculos do cronista, do “primeiro homem a quem Deus mandou para essa região para povoar e dividir a terra que agora é chamada de América”. Seu nome era Votan (significado desconhecido) e seu símbolo, a serpente. “Ele era descendente dos guardiães, da raça de Can. Seu lugar de origem era uma terra chamada Chivim.” Teria feito um total de quatro viagens. A primeira vez que aportou, estabeleceu uma colônia próxima à costa. Depois de algum tempo, avançou para o interior, “construindo no afluente de um grande rio uma cidade que foi o berço dessa civilização”. Chamou a cidade de Nachan, que significa “Lugar das Serpentes”.

Na segunda visita, fez um reconhecimento da terra recém-encontrada, examinando as zonas subterrâneas e passagens embai­xo da terra. Uma dessas passagens passaria através de uma mon­tanha próxima a Nachan. Quando ele voltou à América pela quarta vez, encontrou discórdia e rivalidade entre seu povo. Dividiu, então, o reino em quatro regiões, estabelecendo uma cidade para ser a capital de cada uma. Palenque é tida como uma dessas cidades; outra parece ter sido próxima à costa do Pacífico, As outras são desconhecidas.

Nunez de La Vega estava convencido de que o local de onde partira Votan era próximo à Babilônia. Ordónez concluiu que Chivim era a terra dos Hititas, a quem a Bíblia (Gênese 10) chama de filhos de Canaan, primos dos egípcios. Mais recentemente, Zelia Nuttal, escrevendo no Papers of the Peabody Museum, da Universidade de Harvard, ressaltou que a palavra maia para serpente, Can, era similar à Canaan dos hebreus. Se assim for, a lenda maia, contando que Votan era da raça de Can e atribuin­do-lhe como símbolo a serpente, poderia estar usando um jogo de palavras para afirmar que Votan vinha de Canaan. Isso cer­tamente justificaria nossa conjectura sobre Nachan, o “Lugar das Serpentes”, que é virtualmente idêntica à palavra hebraica Na-chash, cujo significado é “serpente”.

Tais lendas reforçam a teoria dos estudiosos que consideram a costa do Golfo como o local onde se iniciou a civilização no Yucatán, não apenas dos maias, mas também dos antigos olmecas. Sob esse ponto de vista é preciso levar em consideração um local pouco conhecido dos visitantes, que pertence aos pri­mórdios da cultura maia “entre 2000 e 1000 a.C, se não antes, de acordo com os escavadores da Universidade de Tulane National Geographic Society. Chamada de Dzibilchaltun, está si­tuada próxima à cidade portuária de Progreso, na costa noroeste do Yucatán.

As ruínas, estendendo-se por uma área de 50 qui­lômetros quadrados, revelam que a cidade foi ocupada desde tempos remotos até a época dos espanhóis. Seus edifícios foram construídos, reconstruídos, reformados e suas pedras ornamen­tadas foram arrastadas pêlos espanhóis para serem utilizadas em construções modernas, próximas e distantes. Além de imen­sos templos e pirâmides, sua característica peculiar é a Grande Estrada Branca, uma pista pavimentada com calcário que se es­tende em linha reta por quase dois quilômetros e meio no eixo leste-oeste da cidade.

Uma corrente de grandes cidades maias é encontrada ao longo da ponta norte da península de Yucatán. Ostentam nomes co­nhecidos não apenas dos arqueólogos, mas também de milhões de visitantes: Uxmal, Izamal, Mayapan, Chichén Itzá, Tulúm, para mencionar apenas as ruínas mais impressionantes. Cada uma delas desempenhou seu papel na história da civilização maia. Mayapan foi o centro de uma aliança de cidades-estado. Chichén Itzá deveu sua grandeza aos imigrantes toltecas. Cada uma delas poderia ter sido a capital da qual um grande chefe maia do Yucatán, segundo o cronista espanhol Diego Garcia de Palácio, se lançou à conquista dos planaltos do sul e construiu Copán, o centro maia meridional. Garcia afirma que tudo estava escrito num livro que os nativos de Copán mostraram a ele, quando visitou o local.

Discordando dessas evidências lendárias e arqueológicas, ou­tra escola de arqueologia acredita que a civilização maia surgiu nos planaltos do sul — atualmente a Guatemala — dali espa­lhando-se para o norte. Estudos da linguagem maia rastrearam suas origens até “uma comunidade proto-maia”, que habitou, tal­vez ao redor de 2600 a.C., a região hoje conhecida como Depar­tamento de Huehuetenango, a noroeste da Guatemala (D. S. Morales, The Maya World – “O Mundo Maia”). Porém, onde e como quer que tenha se desenvolvido a civilização maia, os estudiosos concordam em considerar o segundo milênio a.C. como a fase “Pré-clássica” e o ano 200 d.C como o início do período “Clássico” de maior progresso.

O reino dos maias, em cerca de 900 d.C., estendia-se desde a costa do Pacífico até o Golfo do México e o Caribe. Durante esses séculos, eles construíram várias cidades, cujas pirâmides, templos, palácios, praças, marcos, esculturas, inscrições, decorações provocam admiração em estudiosos e visitantes por sua profusão, variedade e beleza, sem falar nas proporções e criatividade da arquitetura. Com poucas exceções, as cidades maias eram centros destinados ao cerimonial, cercados por uma população de administradores, artesãos, mercadores, apoiados por uma grande população rural. A esses centros, cada governante adicionava novas estruturas, ou aumentava as anti­gas, construindo edifícios maiores sobre os já existentes, como se colocassem mais uma camada sobre uma cebola.

Então, cinco séculos antes da chegada dos espanhóis, por ra­zões desconhecidas, os maias abandonaram suas cidades sagra­das e deixaram que a selva as engolisse.

Palenque, uma das cidades mais recentes dos maias, está si­tuada próxima à fronteira do México com a Guatemala. Ela pode ser alcançada pela cidade moderna de Villahermosa. No século 7 a.C. ela foi o marco oeste da expansão maia. Sua existência é conhecida dos europeus desde 1773, quando suas ruínas — templos e palácios — foram descobertas. A partir de 1920, a rica decoração em gesso e as inscrições hieroglíficas começaram á ser estudadas pelos arqueólogos.

Ainda assim, o interesse por Palenque só foi despertado depois da descoberta, em 1949 (por Alberto Ruiz Lhuillier), de uma escadaria secreta interna, na pirâmide com degraus chamada “O Templo das Inscrições”. Vários anos de escavações e remoção do solo e do entulho, que escondia a estrutura interna, renderam, ao final, uma descoberta excitante: uma câmara mortuária. Ao final da escadaria em curva, um bloco de pedra triangular escondia uma entrada na parede, ainda guardada pelos esqueletos de guerreiros maias. Atrás havia uma cripta em arcada, decorada com pinturas murais. 

No interior, havia um sarcófago coberto por um bloco de pedra, pesando cerca de cinco toneladas e meia e com 3,65 metros de comprimento. Quando essa tampa foi removida, descobriu-se o esqueleto de um homem alto, ainda adornado com pérolas e jóias de jade. Seu rosto estava coberto por uma máscara de jade em mosaico; um pequeno pendente de jade com a imagem de uma divindade ligava-se às contas de um colar. 

A descoberta foi considerada sensacional. Até então, nenhuma outra pirâmide ou templo do México havia sido utilizada como tumba. O enigma da tumba e seu ocupante aprofundou-se pela representação gravada na tampa: tratava-se da imagem de um maia descalço sentado sobre um trono flamejante ou cheio de plumas, aparentemente operando dispositivos mecânicos no in­terior de uma câmara elaborada. A Sociedade do Astro­nauta Antigo, e seu patrono, Erich von Daniken, enxergaram nessa representação um astronauta no interior de uma espaçonave direcionada por jatos flamejantes. Eles sugerem que um extraterrestre teria sido enterrado ali. 

Os arqueólogos e estudiosos (os “eruditos”) ridicularizam a idéia. As inscri­ções nas paredes desse edifício mortuário e nas estruturas adja­centes os convenceram de que a pessoa enterrada ali é o líder Pacal Votan (“Escudo”)/ que reinou em Palenque de 615 a 683 d.C. Al­guns enxergam na cena uma representação do falecido Pacal sen­do conduzido pelo Dragão do Inferno para o reino dos mortos, considerando o fato de que, no solstício de inverno, o sol se põe exatamente atrás do Templo das Inscrições, o que simbolizaria a partida do rei com o Deus Sol no poente.

Outros, levando em conta o fato de que a representação é emoldurada por um Me­ridiano Celeste, urna corrente de glifos que representam corpos celestes e as constelações do Zodíaco, encaram a cena como o rei sendo carregado pela Serpente Celestial para o reino dos deu­ses. O objeto em forma de cruz que o falecido encara, é visto como uma “árvore da vida” estilizada, sugerindo que o rei está sendo transportado para a eternidade.

Na verdade, uma tumba semelhante, conhecida como túmulo 116, foi descoberta na Grande Praça de Tikal, ao pé da maior pirâmide. Enterrado a cerca de seis metros abaixo do chão foi encontrado o esqueleto de um homem alto. Seu corpo estava colocado numa plataforma de alvenaria de pedra, ornado com jóias de jade e cercado (como em Palenque) por pérolas, objetos de jade e de cerâmica. Também foram encontradas representações de pessoas carregadas nas presas de ferozes serpentes (que os estudiosos chamam de Deuses Celestes), que aparecem em mui­tos sítios maias, como o de Chichén Itzá.

Considerando tudo, os arqueólogos admitem que “não é possível deixar de fazer comparações com as criptas dos faraós egípcios”. “As semelhanças entre a tumba de Pacal e daqueles que reinaram às margens do Nilo são impressionantes”(H. La Fay, The Maia, Chidren of Time – “Os Maias, Filhos do Tempo” — na revista National Geographic Magazine). De fato, a cena no sarcófago de Pacal repete a mesma imagem do faraó transportado pela Serpente Alada para a vida eterna entre os deuses que vieram do céu. O faraó, que não era astronauta, tornou-se um com sua morte. Esse, sugerimos, seria o significado da cena esculpida para Pacal.

A lápide da tumba de Pacal Votan, claramente um homem pilotando uma espécie de foguete.

Não se descobriram apenas tumbas nas florestas da América Central. Muitas vezes, colinas cobertas de vegetação tropical abrigavam sob a terra uma pirâmide; grupos de pirâmides eram picos de uma cidade perdida. As escavações na localidade de El Mirador, uma área selvagem, próxima à fronteira do México com a Guatemala, começaram em 1978 e revelaram uma grande ci­dade maia. Ela ocupava cerca de 15 quilômetros quadrados e remontava a 400 a.C. Até então, os defensores do sul como ponto de origem dos maias (de acordo com S. G. Morley, The Ancient Maya – “Os Antigos Maias”) acreditavam que Tikal fosse a sua maior e mais antiga cidade.

Situada na parte noroeste da pro­víncia guatemalteca de Petén, Tikal ainda eleva suas pirâmides além da copa das árvores. É tão grande que suas fronteiras pa­recem constantemente expandir-se, à medida que novas ruínas são encontradas. Só o centro cerimonial principal cobria mais de 1,5 quilômetro quadrado. O espaço para sua construção não só foi roubado à floresta tropical, como foi fisicamente criado, atra­vés do achatamento de uma cordilheira, laboriosamente terra­plenada. Os barrancos circundantes foram convertidos em reser­vatórios, ligados por uma série de estradas elevadas.

As pirâmides de Tikal, agrupadas em vários conjuntos, pos­suem linhas belíssimas. Altas e estreitas, são verdadeiros arranha-céus, elevando-se a alturas superiores a 60 metros. Erguen­do-se em degraus íngremes, as pirâmides serviam de suporte para os templos erigidos no topo. Os templos retangulares abri­gavam apenas um par de aposentos estreitos. Estes, por sua, vez eram encimados por sólidas superestruturas decorativas, que aumentavam a altura das pirâmides. O resultado visual dessa arquitetura era suspender o santuário entre a Terra e o Céu, acessível pêlos degraus inclinados, verdadeiro simbolismo da Escadaria para o Céu.

No interior de cada templo uma série de portais conduzia ao interior, cada um mais elevado do que o anterior. Os lintéis eram feitos de madeiras raras, exoticamente esculpidas. Como regra geral, havia cinco portais exteriores e sete interiores, num total de doze — um simbolismo numérico cujo significado até então, não havia atraído atenção em particular.

A construção de uma pista de pouso próxima às ruínas de Tikal acelerou sua exploração arqueológica depois de 1950, desenvolvendo-se, desde então, um extenso trabalho de pesquisa, especialmente por equipes do Museu da Universidade da Pensilvânia. Os pesquisadores descobriram que as grandes praças de Tikal serviam como necrópoles, onde eram enterrados governantes e nobres; igualmente, muitas das estruturas menores eram templos funerários, construídos não sobre tumbas, mas próximo a elas, servindo como cenotáfios. Também descobriram 150 mar­cos, blocos de pedra esculpidos, erguidos de forma a ficar com a face voltada para o leste ou para o oeste.

Representam, segundo os estudiosos, retratos de reis, ou grandes acontecimentos de suas vidas e de seus reinados. As inscrições hieroglíficas gravadas na superfície da pedra mostram datas precisas, associadas a esses eventos. Davam o nome do rei (por exemplo, “Crânio de Pata de Jaguar, ano de 488”) e identificavam o evento. Os estu­diosos agora têm certeza de que os hieróglifos não eram mera­mente pictóricos ou ideográficos, “mas também escritos foneti­camente em sílabas semelhantes às dos sumérios, babilónios e egípcios” (A. G. Miller, Maya Rulers ofTime – “Os Maias, Senhores do Tempo”). Foi com a ajuda de tais registros que os arqueólogos foram capazes de identificar uma seqüência de quatorze reis em Tikal, desde o ano 317 até 869 d.C. Contudo, é certo que Tikal foi um centro real maia muito antes disso: datações feitas pelo método do isótopo de carbono nos restos de algumas tumbas apontaram 600 a.C.

Localizada a 240 quilômetros a sudeste de Tikal está Copán, a cidade que Stephens comprou. Situava-se na periferia sudoeste do reino maia, hoje território de Honduras. Embora não apre­sentasse os característicos degraus inclinados de Tikal, era talvez a mais típica das cidades maias em sua disposição. O vasto centro cerimonial ocupava 30 hectares e consistia de pirâmides-templos agrupadas ao redor de várias praças amplas. As pirâ­mides, de bases largas e com uma média de 20 metros de altura, eram peculiares pelas escadarias monumentais decoradas com esculturas elaboradas e inscrições hieroglíficas. As praças eram dotadas de santuários, altares e — o mais importante para os historiadores — monólitos de pedra esculpida, que representa­vam reis e forneciam datas. Revelavam que a pirâmide principal fora terminada no ano de 756 e que Copán alcançou sua hege­monia no século 9, logo após o colapso da civilização maia.

Porém, à medida que as escavações descobriam novos dados, em locais da Guatemala, de Honduras, de Belize, encontravam-se monumentos e monólitos datados desde 600 a.C., revelando um sistema aperfeiçoado de escrita, que deve ter sido precedido de uma fase de maior desenvolvimento, conforme concordam os especialistas. Copán, como logo veremos, desempenhou um papel especial na vida e na cultura maia. Estudiosos dessa civilização ficaram especialmente impressio­nados pela sua precisão, ingenuidade e diversidade na contagem de tempo, atribuindo o fato à avançada astronomia maia.

Os maias possuíam, na verdade, três calendários. Entretanto, um deles — o mais significativo, em nossa opinião — não se relacionava com a astronomia. E a chamada “contagem longa”. Localiza uma data, contando o número de dias passados a partir de um determinado dia de referência até o dia do evento registrado no monólito ou monumento. Os especialistas concordam em datar o enigmático “primeiro dia” — uma época e um acontecimento que precederam o surgimento da civili­zação maia — como 13 de agosto de 3113 a.C., segundo o atual calendário católico romano

A “contagem longa”, como os outros dois sistemas de contagem de tempo, estava baseada num sistema vigesimal matemático (“ve­zes vinte”) dos maias e, como na antiga Suméria, empregava o conceito de “lugar”, pelo qual 1 na primeira coluna seria 20 na coluna seguinte, depois 400, e assim por diante. O sistema da “contagem longa”, utilizando colunas verticais onde os valores menores eram colocados embaixo, dava nome a esses vários múltiplos e os identificava com glifos. Começando com kin para l, uinal para 20, e assim por diante, os múltiplos alcançam o glifo alau-tun, que corresponde ao fantástico algarismo de 23.040.000.000 dias — um período de 63.080.082 anos! 

Porém, como os monumentos deixados nos mostram, os maias retornaram não para a idade dos dinossauros em busca de um determinado dia, e sim para uma data específica, um evento tão importante para eles como ocorreu com a data do nascimento de Cristo para o calendário cristão. Dessa forma, o monólito 29, em Tikal, que ostenta a data mais antiga já encontrada num monumento ali (292 d.C.), teria, pela “contagem longa”, a data de 8.12.14.8.15, usando bolinhas para o numeral 1 e barras para o 5. 

Dividindo-se os 1.243.615 dias pelo número de dias do ano solar (365,25), a data apontada indica que o evento representado ocorreu 3404 anos e 304 dias depois do misterioso “primeiro dia” — 13 de agosto, 3113 a.C. Portanto, segundo a correlação aceita, a data no monólito 29 corresponde ao ano 292 d. C.(3405 – 3113). Alguns estudiosos opinam que os maias começaram a usar a “contagem longa” na era de Baktun 7, o que equivale ao século 4 a.C. Outros, não descartam a possibilidade de um início mais remoto.

Juntamente com esse calendário contínuo existiam dois calen­dários cíclicos. Um era o Haab, ou ano solar de 365 dias, dividido em 18 meses de 20 dias, mais 5 dias adicionais ao final do ano. O outro era o Tzolkin, ou calendário do Ano Sagrado, no qual os 20 dias básicos eram utilizados 13 vezes, resultando num Ano Sagrado de 260 dias. Os dois calendários cíclicos eram mistu­rados, como se fossem engrenagens, urna impulsionada pela outra, para criar o grande Ciclo Sagrado de 52 anos solares, pois a combinação de 13, 20 e 365 só se repete uma vez em 18.980 dias, o que totaliza 52 anos. Esse ciclo do calendário de 52 anos era considerado sagrado por todos os povos da antiga América Central, que o relacionavam com eventos pas­sados e também futuros — como a expectativa messiânica do retorno de Quetzalcoatl.

O mais antiga data do Ciclo Sagrado foi encontrada no vale mexicano de Oaxaca e remonta a 500 a.C. Ambos os sistemas de contagem, o contínuo e o Ciclo Sagrado, são muito antigos. Um é histórico, contando a passagem do tempo (dias) de um acontecimento há muito ocorrido, cujo significado e natureza ain­da são um enigma. O outro é cíclico, atrelado a um período de 260 dias. Os especialistas ainda tentam descobrir o que aconteceu no período de 260 dias, para o ciclo ter sido assim estabelecido, se é que algo aconteceu. Alguns acreditam que esse ciclo é puramente matemático: corno cinco ciclos de 52 anos totalizam 260 anos, de alguma forma resolveram ficar com o ciclo mais curto de 260 dias. Porém, essa justificativa apenas transfere a necessidade de explicação para o número 52: por que motivo adotaram o uso de 52?

Outros sugerem que o período de 260 dias estava relacionado à agricultura, mais precisamente à duração da estação chuvosa, ou dos intervalos de seca. Tendo em vista o interesse dos maias pela astronomia, alguns tentaram relacionar esse ciclo com os movimentos de Marte e Vênus. A explicação, a nosso ver correta, de Zelia Nuttal, apresentada no 22° Congresso de Americanistas (Roma/ 1926), não teve o reconhecimento devido. Ela destacou que a forma mais fácil para os povos do Novo Mundo relacionarem os movimentos do Sol à sua própria localidade seria de­terminar os dias do zênite, quando o Sol passa exatamente sobre uma vertical superior do lugar ao meio-dia. Isso acontece duas vezes por ano, pois o Sol anda para o norte, depois para o sul, passando acima por duas vezes. Os nativos, sugeriu ela, mediam o intervalo entre os dois dias do zênite, e o número resultante, servia de base para o ciclo do calendário.

Esse intervalo corresponde a meio ano solar no Equador e aumenta à medida que nos afastamos para o norte ou para o sul. Aos 15 graus para o norte, por exemplo, corresponde a 263 dias (de 12 de agosto a 1° de maio seguinte). Esta é a estação chuvosa na região até hoje. Os descendentes dos maias, atualmente, começam seus plantios a 3 de maio (convenientemente festejado, no México, como o dia da Cruz Sagrada). O intervalo delimitado por 260 dias corresponde à latitude de 14° 42′ norte — a latitude de Copán.

A exatidão da explicação de Nuttal para a forma como foi fixado o ciclo de 260 dias deriva do fato de que Copán era con­siderada a capital maia da astronomia. Além da orientação celeste dos edifícios, alguns monólitos foram encontrados alinhados, de forma a indicar datas-chaves para os calendários. Um monólito (“A”) que apresenta uma data pela “contagem longa” equivalente a um dia no ano de 733 d.C. traz, também, duas outras datas pela “contagem longa”, uma maior em 200 dias, e outra menor em 60 dias (dividindo o ciclo de 260).

O pesquisador A. Aveni (Skywatchers of Ancient México – “Observadores Celestes do Antigo México”) pre­sume que se tratava de uma tentativa de realinhar a “contagem longa” (que considerava 365,25 dias em um ano) com o calendário cíclico Haab de 365 dias. A necessidade de reajustar ou reformar os calendários pode ter sido o motivo para um conclave de astrônomos ocorrido em Copán em 763 d.C. O evento ficou registrado num monumento sagrado conhecido como Altar Q, no qual aparecem dezesseis astrônomos, alinhados quatro de cada lado. Pode-se notar que um glifo “em forma de gota” à frente dos narizes — como nas representações de Pacal — os identifica como Observadores do Céu. A data esculpida nesse monumento aparece em outras cidades maias, sugerindo que a decisão tomada em Copán foi estendida a todo o reino. 

A reputação dos maias como astrônomos capazes cresceu com a divulgação de vários códices, que contêm secções sobre astro­nomia, tratando de eclipses solares, lunares e do planeta Vênus. Um estudo mais acurado revelou, entretanto, que não se tratava do resultado de observações diretas dos astros, mas de almana­ques com cópias de fontes anteriores, fornecendo dados já re­gistrados com os quais os maias poderiam procurar fenômenos aplicáveis ao ciclo de 260 dias. E. Hadingham (Earty Man and the Cosmos – “O Homem Primitivo e o Cosmos”), afirma que tais almanaques apresentavam “uma curiosa mistura de precisão a longo prazo e imprecisão a curto prazo”.

A principal tarefa dos astrônomos locais parece ter sido a de verificar, ou ajustar, o ano sagrado de 260 dias aos dados mais antigos, que lidavam com os movimentos dos corpos celestes. Na verdade, o mais renomado e ainda ativo observatório no Yucatán, o Caracol, em Chichén Itzá, tem frustrado vários pesquisadores que tentaram, em vão, encontrar em sua orientação e abertura pistas para determinar solstícios ou equinócios. Al­gumas dessas pistas, no entanto, parecem estar relacionadas ao ciclo de Tzolkin (260 dias). Voltamos à questão do número 260. Por que essa escollha? Apenas porque parece igualar o número de dias entre os zênites em Copán? Por que não, digamos, o número 300, se um local próximo aos 20 graus norte foi escolhido, como Teotihuacán?

O número 260 parece ter sido uma escolha arbitrária e deli­berada. A explicação de que resultaria na multiplicação de um número natural, 20 (o número de dedos das mãos e dos pés), por 13 só transfere a pergunta. Por que o 13? A “contagem longa” também contém um número arbitrário, 360: inexplicavelmente ele abandona a progressão vigesimal pura, e depois de kin (1) e uinal (20), introduz o tun (360) ao sistema. O calendário Haab também usa o 360, dividindo esse número em 18 “meses” de 20 dias; depois, arredonda o ano, adicionando 5 “dias ruins” para completar o ciclo solar de 365 dias. Dessa forma, os três calendários usam números não naturais, deliberadamente escolhidos. Demonstraremos que tanto o nú­mero 260 como o 360 chegaram à América Central via Mesopotâmia, passando pelo Egito.

Estamos todos familiarizados com o número 360: é o número de graus num círculo. Mas poucos sabem que esse número foi encontrado pelos sumérios e deriva da base sexagesimal (base 60) do sistema matemático utilizado por eles, O primeiro calen­dário conhecido foi o Nippur, dos sumérios. Ele foi estabelecido dividindo-se o círculo de 360 em 12 partes. Esse número era considerado sagrado, celestial, determinando os 12 meses do ano, as 12 casas do Zodíaco, os 12 deuses do Olimpo, e assim por diante. O problema da sobra de 5,25 dias por ano foi resolvido por intercalação — a adição de um décimo-terceiro, depois da passagem de um certo número de anos.

Embora o sistema aritmético egípcio não fosse sexagesimal, eles adotaram o sistema sumérío de 12 x 30 = 360. Porém, inca­pazes de realizar os cálculos complexos envolvidos na interca­lação, simplificaram o assunto arredondando o ano ao adicionar um mês “curto” de cinco dias no final. Esse mesmo sistema foi adotado na América Central. O calendário Haab não era apenas semelhante ao do Egito. Era idêntico. Além do rnais, os povos da América Central possuíam um ritual anual relativo à estrela Sírius e à elevação das águas do Nilo,

A influência suméria nos calendários dos egípcios e dos povos centro-americanos não se limitava ao número sexagesimal de 360. Vários estudos, notadamente os de B. P. Reko, nas primeiras edições de El México Antiguo (“O Antigo México”) chamam a atenção para um fato: os treze meses do calendário Tzolkin eram, na verdade, um reflexo do sistema de doze meses do calendário sumério, mais o décimo-terceiro mês intercalado, com a diferença de que no Egito (e portanto na América Central) o décimo-terceiro mês encolheu para 5 dias anuais. O termo tun para 360 significa na linguagem maia “celestial”, uma estrela ou planeta na faixa zodiacal. E interessante observar que um “aglomerado de estre­las” — constelação — era chamado de Mool pelos maias, virtual­mente o mesmo termo MUL que os sumérios usavam para “corpo celeste”.

A ligação entre o calendário da América Central com o usado no Velho Mundo fica mais clara quando consideramos o número sagrado, 52, ao qual todos os grandes eventos ocorridos no ter­ritório centro-americano foram associados. As muitas tentativas de explicá-lo (como a afirmação de que se trata de 13 x 4) ignoram sua origem mais óbvia: as 52 semanas do calendário do Oriente Médio (mais tarde do calendário europeu). Esse número de se­manas, entretanto, só pode ser obtido se for adotada uma semana de sete dias. Nem sempre foi assim. A origem da semana de 7 dias foi objeto de estudo por quase dois séculos e a melhor teoria é a que deriva das quatro fases da Lua. O certo é que emergiu como decreto divino nos tempos bíblicos, quando Deus mandou que os israelitas durante o Êxodo do Egito observassem o sétimo dia do Sabbath.

Teria o número 52 sido considerado ciclo sagrado porque era o denominador comum dos calendários centro-americanos, ou teria sido 260 adotado (ao invés de 300, por exemplo) por ser um múltiplo de 52 (52 x 5 = 260)? Embora uma divindade cujo epíteto significava “Sete”, fosse o principal deus sumério, ele era honrado como um local teofânico (por exemplo, Beer-Sheba – “O Poço do Sete”) ou de nomes pessoais (Elisheva – “Meu Deus é Sete”), principalmente na terra de Canaan. O número 7 permeia as histórias da Bíblia, de José a sonhos do faraó e acontecimentos subsequentes no Egito. Como o número 52 deriva do número 7 como base do calendário, demonstraremos que este ciclo, visto como sagrado na América Central, originou-se no Egito.

Mais especificamente: 52 era um número mágico, associado ao deus egípcio Thoth, o deus da ciência, da escrita, da mate­mática e do calendário. Uma antiga lenda egípcia conhecida como “As Aventuras de Satni-Khamois Comas Múmias”, uma história de magia, mistério e aventura que poderia ser comparada a um moderno filme de açao, emprega a associação do número mágico 52 com Thoth e com os segredos do calendário. Esta lenda aparece num papiro (Cairo 30646), descoberto numa tumba em Tebas, datado do sé­culo 3 a.C. Fragmentos de outros papiros com a mesma lenda também foram encontrados, indicando que era um livro conhe­cido na literatura egípcia, pertencendo ao ciclo de histórias sobre deuses e homens.

O herói da história, filho de um faraó, “bem instruído em todas as coisas”, estava habituado a vagar pela necrópole de Mênfis, na época a capital, estudando os escritos sagrados nas paredes dos templos e monólitos e pesquisando antigos livros de magia. Com o tempo ele tornou-se “um mágico sem rival na terra do Egito”. Um dia, um homem misterioso lhe falou sobre uma tumba “onde havia um livro escrito pelo deus Thoth com as próprias mãos”, no qual revelava os mistérios da Terra e do Céu, incluindo a divina sabedoria em relação aos “nasceres do Sol e às aparências da Lua e ao movimento dos deuses (planetas) que estão no ciclo do Sol” — os segredos da astronomia e do calendário.

A tumba era a de Nenoferkheptah, filho de um antigo faraó (segundo os estudiosos, reinou por volta de 1250 a.C.). Quando Satni, conforme o esperado, ficou muito interessado e perguntou a localização da tumba, o velho o avisou de que, apesar de mumificado, Nenoferkheptah não estava morto e poderia atacar qualquer uni que ousasse tirar o livro alojado a seus pés. Sem demonstrar temor, Satni foi procurar a tumba, que não podia ser encontrada pois estava embaixo da terra. Porém, chegando ao local, Satni “recitou uma fórmula sobre ele e uma fresta abriu-se no solo; Satni desceu até o local onde estava o livro”.

No interior da tumba, Satni viu as múmias de Nenoferkheptah, de sua esposa-irmã e do seu filho. O livro estava realmente junto ao faraó e “emitia uma luz como se o sol brilhasse ali”. Quando Satni deu um passo na direção do livro desejado, a múmia da esposa falou, advertindo-o para não avançar mais. Ela contou, então, a Satni as aventuras de Nenoferkheptah quando ele tentou obter o livro: Thoth o escondera num lugar secreto, no interior de uma caixa de ouro, que estava no interior de uma caixa de prata, que estava no interior de uma série de outras caixas, sendo a última feita de ferro e bronze. Ignorando todos os avisos e superando todos os obstáculos, Nenoferkheptah encontrou o li­vro e apossou-se dele; por isso foi condenado por Thoth a um estado de letargia permanente; embora vivos, tinham sido en­terrados e apesar de mumificados podiam ver, ouvir e falar. Ela avisou a Satni que a maldição de Thoth recairia sobre ele, se tocasse o livro.

Porém, tendo ido tão longe, Satni estava determinado a apa­nhar o livro. Quando deu outro passo, a múmia de Nenoferkheptah falou. Havia uma maneira de possuir o livro sem incorrer na ira de Thoth, disse ele. Bastava jogar e ganhar o Jogo do Cinquenta e Dois, o número sagrado de Thoth. Satni prontamente concordou. Perdeu o primeiro jogo e de repente estava meio enterrado no chão. Perdeu o jogo seguinte, e o seguinte, afundando cada vez mais. A forma como Satni conseguiu escapar com o livro, as cala­midades que recaíram sobre ele por sua ação e como, finalmente, ele o devolveu ao esconderijo, transformam essa história numa versão antiga do filme Cavaleiros da Arca Perdida.

A moral da história: nenhum homem, por mais sábio que fosse, poderia aprender os mistérios da Terra, do Sol, da Lua e dos planetas sem permissão divina; sem a autorização de Thoth, o homem não conseguiria ganhar o Jogo do Cinquenta e Dois. E o perderia mesmo se tentasse descobrir os segredos, abrindo as camadas protetoras da Terra de minerais e metais. E nossa convicção de que foi o mesmo Thoth, aliás Quetzalcoatl, quem ofereceu o Calendário do Cinquenta e Dois e toda a sabedoria para os povos da América Central. No Yucatán os maias o chamavam de Kukulcan; na costa do Pacífico, na Guatemala e em El Salvador, ele se chamava Xiuhtecuhtli. Todos os nomes têm o mesmo significado; Serpente Emplu­mada ou Alada.

A arquitetura, as inscrições, a iconografia e os monumentos das cidades perdidas dos maias permitiram aos estudiosos re­constituir não só a história dos governantes, mas também as alterações dos conceitos religiosos. No início, os templos eram elevados — colocados no alto das pirâmides com degraus para adorar o Deus Serpente — e os céus eram observados para en­contrar a chave dos ciclos celestiais. Mas chegou uma época em que o deus — ou todos os deuses — partiram. Não sendo mais vistos, os fiéis acreditaram que tivessem sido engolidos pelo se­nhor da noite, o jaguar. A imagem do grande deus foi coberta, então, com uma máscara de jaguar, através da qual as serpentes, símbolos terrestres, ainda emergiam.

Mas Quetzalcoatl não prometera retornar?

Cheios de fervor, os observadores do céu na selva consultavam almanaques antigos. Os sacerdotes chegaram a elaborar a hipó­tese de que as divindades desaparecidas retornariam se lhes oferecessem corações pulsantes de vítimas humanas. Porém, em alguma data crucial, por volta do século 9 d.C, um acontecimento profetizado deixou de ocorrer. Todos os ciclos se juntaram e nada resultou. Assim, os centros cerimoniais e as cidades dedicadas aos deuses foram abandonados e a selva estendeu seu manto verde por sobre o domínio dos Deuses Serpente. Continua…


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OS 30 BENEFÍCIOS DO ALECRIM PARA A SAÚDE

Ana Karolynne Goncalve

Revisado por

Ana Karolynne Goncalves

Nutrição – CRN6-MA 16199

Benefícios do Alecrim são variados e muito importantes para manter a saúde em dia. Além disso, o Alecrim, originário da região do Mediterrâneo, é uma das ervas mais completas em termos de benefícios à saúde. Devido às suas propriedades, ele já se tornou frequente objeto de estudo de cientistas.

Também chamada de erva da alegria, seus óleos essenciais favorecem a produção de neurotransmissores responsáveis pelo bem estar. Ele é muito utilizado como aromatizante de ambientes, por ter odor agradável, e realça os sabores de alimentos como assados, carnes, legumes, molhos e pães.

O chá de Alecrim vem sendo usado em muitas cerimônias religiosas e também no tratamento de várias doenças devido às suas propriedades antioxidantes. Estudos apontam que o consumo da erva auxilia na melhoria de problemas no fígado, cérebro e coração. A seguir, conheça algumas das indicações.

Os benefícios do Alecrim são conhecidos há milênios. No século XIV, começou a se fazer óleo de Alecrim, que era usado em um cosmético popular na época: A Água da Rainha da Hungria. Mais tarde, nos séculos XVI e XVII, Alecrim passou a ser usado como um digestivo.

A erva pertence a família Lamiaceae, a mesma do hortelã, e também é muito usada para dar cheiro – tanto à comida quanto a aromatizantes. O Alecrim pode ser usado fresco, seco, em pó, óleo ou chá. Todos com propriedades importantes para a saúde e o funcionamento do corpo como um todo. Então confira agora algumas razões para consumir o Alecrim:

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Benefícios do Alecrim Para Saúde

1. Ajuda a Reduzir a Tosse

As folhas de Alecrim ajudam a libertar muco e saliva (escarro) para curar a tosse.

2. O Alecrim Ajuda a Crescer o Cabelo

Em um estudo (DB-RCT) de 50 pacientes com alopecia androgenética (calvície permanente), o Alecrim aumentou a contagem de cabelo significativamente após seis meses.

3. Aumentar o Movimento

O consumo do seu óleo aumentou o movimento / atividade em ratos. A maior atividade deve-se a aumentos em 1,8-cineol.

4. O Alecrim Combate Artrite

O Alecrim combate a progressão da artrite reumatóide através da redução do dano oxidativo nas articulações e nos tecidos circundantes.

5. Reduz a Dor

Na medicina tradicional, o Alecrim tem sido usado para combater a menstruação dolorosa ( dismenorréia ), especialmente cólicas no estômago e dor nas cólicas nos rins , que é dor causada pelo bloqueio da urina do rim para a bexiga. O óleo dessa erva  também aumentou o tempo necessário para que os ratos respondessem à dor induzida pelo calor.

6. O Alecrim Pode Reduzir Espasmos

Suas folhas têm propriedades antiepilépticas. Reduz os espasmos musculares involuntários. Estudos de cobaias descobriram que essa erva reduziu os espasmos no coração (íleo e átrio).

7. O Alecrim Melhora o Humor

Em um estudo de 144 voluntários, o cheiro dessa erva  trouxe sentimentos de conteúdo , muito mais do que aqueles que saboreiam lavanda ou nenhum cheiro. Os ratos suplementados com infusões de folhas dessa erva  mostraram menos ansiedade.

8. Protege o Fígado

Carnosol encontrado essa erva impediu o dano no fígado em ratos. O consumo de Carnosol diminuiu o malondialdeído , um marcador de estresse oxidativo no fígado, em 69%.

Ele também protegeu o tecido do fígado de distorção e impediu o glicogênio do fígado (moléculas de armazenamento de energia) de esgotar. Os extratos dessa erva  diminuíram a transaminases glutamic-piruvicas plasmáticas, um marcador de lesão hepática, em 72% em ratos.

9. O Alecrim Protege os Pulmões

Dando suplementos de ácido rosmarínico de coelhos encontrados essa erva, impediu a acumulação de líquido nos pulmões.

Benefícios do Alecrim

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10. O Alecrim Ajuda o Intestino

Essa erva ajuda a eliminar os gases e a diminuir as infecções. Além de diminuir as chances de infecção e o acúmulo de bile, pode reduzir os mecanismos de defesa do seu intestino.

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Ainda pode aumentar o fluxo biliar, e isso ajuda a descartar a bile. O acúmulo de urina pode causar uremia, que é um excesso de resíduos de produtos no sangue. A retenção de urina também é comum em pessoas com problemas de tireóide.

11. Tem Propriedades Anti-inflamatórios

Em doses mais elevadas, os extratos dessa erva diminuíram a produção de moléculas inflamatórias (como IL-1ß, COX -1, TNF a e iNOS ) em células humanas. Diminui a produção de óxido nítrico, produto da inflamação. O óleo essencial dessa erva reduziu significativamente a circulação de glóbulos brancos (leucócitos), outro processo de resposta inflamatória.

12. O Alecrim Impede Coágulos Sanguíneos

Estudos de células e camundongos descobriram que essa erva possuía efeitos antitrombóticos, o que significa que ele interrompe o sangue da coagulação e restringe o fluxo sanguíneo. Este efeito foi provavelmente porque essa erva para a atividade plaquetária, que são as moléculas responsáveis pela coagulação do sangue.

13. O Alecrim tem Propriedades Anti-úlcera: 

Estudos de ratos demonstraram que essa erva tem propriedades anti-úlcera. Um extrato de Alecrim diminuiu as úlceras de 44-51,8% em ratos, dependendo do tipo de extrato. Os compostos antioxidantes nessa erva  ajudam a produzir esse efeito.

14. Ganho de Peso

Em ratos alimentados com dietas ricas em gordura, os extratos de Alecrim diminuíram o ganho de peso em 64% e o ganho de gordura em 57% em relação aos controles. Outro estudo encontrou resultados semelhantes (69% de melhorias em relação aos controles). Enquanto o extrato não diminuiu a ingestão de alimentos, aumentou a perda de gordura.

15. Alecrim tem Propriedades Antioxidantes

Em um estudo, os seu extratos continham propriedades antioxidantes. A força dos efeitos antioxidantes aumentou com o tempo de extração. Os extratos dessa erva foram melhores para parar o dano oxidativo do que os antioxidantes comuns , como hidroxitolueno butilado (BHT), Trolox e ácido ascórbico.

16. Alecrim é Antimicrobiano

Os extratos de Alecrim interromperam completamente o crescimento bacteriano em múltiplas cepas de bactérias (Gram-positivas e Gram-negativas). Os efeitos foram mais pronunciados para as bactérias Gram-positivas. Em um estudo, os extratos foram capazes de inibir 28 de 29 cepas bacterianas estudadas. Essa erva  também tem propriedades antifúngicas.

Os seus extratos de apresentaram propriedades antivirais contra o HIV , mas em concentrações nocivas. O Carnosol é um composto não tóxico dessa erva  que também possui propriedades antivirais. No entanto, não foi tão eficaz quanto o seu extracto.

17. Alecrim Protege a Pele

Em um estudo de 10 indivíduos saudáveis, os extratos dessa erva protegiam a pele do dano UV , aumentando sua eficácia com o tempo. Mais células da pele sobreviveram nos voluntários que receberam seu extratos. Esta proteção ajuda a reduzir o envelhecimento, câncer ou danos causados pela luz UV. Seu óleo também é eficaz contra bactérias ( P. acnes ) que causam acne.

18. Melhora a Asma

Em um estudo de 40 pacientes com asma (DB-RT), os extratos dessa erva diminuíram os sintomas de asma, como:

  • Sibilância
  • Tosse
  • Produção de escarro (mistura de saliva e muco)

Além disso, os extratos de ácido rosmarínico e Alecrim diminuíram a produção de células inflamatórias induzidas por asma (eosinófilos, neutrófilos e células mononucleares) em ratos.

Benefícios do Alecrim

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19. O Alecrim Melhora a Função do Cérebro

Em um estudo (B-RCT) de 144 voluntários, a aromaterapia com Alecrim melhorou o desempenho da memória de trabalho, a qualidade da memória e o aumento do estado de alerta. No entanto, a velocidade da memória diminuiu em comparação com os controles.

Em um ensaio (DB-RCT) de 28 indivíduos idosos, doses baixas (750 mg) de pó dessa erva melhoraram a velocidade da memória. No entanto, em doses maiores (> 1500 mg), a velocidade da memória, a atenção e a qualidade da memória diminuíram.

Os voluntários (20) obtiveram melhores resultados e mais precisos em testes simples de subtração, mesmo com tempos de reação diminuídos. Finalmente, o chá dessa erva reduziu a depressão em ratos.

20. Protege o Cérebro

O ácido carnosico protege os neurônios do estresse oxidativo e da superestimulação. O ácido carnósico se acumula nas células nervosas e outras células protetoras no cérebro. Um extrato de Alecrim também aumentou a produção de NGF.

O ácido carnósico protege parte do cérebro (artéria cerebral média) por danos nos tecidos (lesão isquêmica / reperfusão ). Reduziu os coágulos sanguíneos e o inchaço do cérebro em ratos. O ácido carnosico protege contra o estresse oxidativo, que pode causar a doença de Alzheimer e morte celular reduzida em cérebros de ratos (hipocampo).

Essa erva  também previne as placas beta- amilóides , uma das principais causas de Alzheimer. Outros distúrbios cognitivos, como demência e ataxia , são tratados pela supressão da acetilcolinesterase (AChE). O ácido rosmarínico reprimiu o AchE em 85,8%, mesmo em doses baixas.

21. Combate o Câncer

Nas células de câncer de ovário humano, alguns constituintes ativos dessa erva  pararam o crescimento de células cancerosas e mataram as células cancerosas existentes. Há uma vasta gama de dados que suportam a eficácia dessa erva  contra variedades de câncer, incluindo:

  • Leucemia
  • Cólon
  • Pâncreas
  • Peito
  • Próstata
  • Ovários
  • Cervix
  • Bexiga
  • Fígado
  • Pulmão

Tanto os extratos de ácido rosmarínico quanto de Alecrim diminuíram as aminas heterocíclicas (HCAs), que são moléculas cancerígenas encontradas em carnes, como carne bovina, frango, porco e peixe.

Os extratos dessa erva  com maior concentração de ácido carnosico foram os mais eficazes. Nas células de câncer de fígado, o ácido carnósico reduziu a viabilidade celular de 83,05 a 2,5%.

22. Benefícios do Alecrim Para Enxaqueca:

O Alecrim é um popular remédio natural para enxaqueca a séculos. Ferva um pouco dessa erva em uma panela grande de água e coloque em uma tigela.

Coloque uma toalha sobre a cabeça e inclinar-se sobre a panela para inalar o vapor por cerca de 10 minutos. Porque cheirando essa erva pode melhorar a memória e humor, este método também pode ajudar com a função da memória e colocá-lo em um melhor estado de espírito.

23. O Alecrim Ajuda no Fortalecimento do Sistema Imune:

O Alecrim estimula o sistema imunológico, graças a suas propriedades antioxidantes, anti-inflamatórios, e as propriedades anti-cancerígenas.

24. Benefícios do Alecrim Para a Saúde Digestiva:

O Alecrim é muitas vezes usado para ajudar a tratar problemas digestivos, como dor de estômago, prisão de ventre, Indigestão, e quase qualquer outro problema digestivo relacionado. Ela também ajuda a prevenir doenças transmitidas por alimentos, quando ingeridos com os alimentos, como, carne ou ovos.

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25. Melhora Circulação:

O óleo de Alecrim é muitas vezes aplicado frequentemente como um remédio natural para má circulação, embora não tenha havido estudos que provar esse efeito.

26. O Alecrim Possui Propriedades Diurética:

O Alecrim é um diurético leve, o que significa que ele pode ajudar a se livrar do inchaço e retenção de água no organismo. Além disso, essa erva quando utilizada regularmente, pode ajudar no aumento do fluxo da urina e ajudar a função dos rins em níveis ideais para ajudar a se livrar do excesso de água no corpo.

27. Benefícios do Alecrim Para Saúde Respiratória:

O Alecrim é um ótimo remédio natural para problemas respiratórios. Respirando o cheiro do óleo essencial pode ajudar com o congestionamento devido a resfriados, alergias, infecções respiratórias e gripe.

Além disso, Você também pode ferver essa erva fresco em uma panela de água, coloque-o em uma tigela, e respirar o vapor para ajudar a limpar os pulmões e garganta. Isso também irá ajudar com dores de cabeça associada a doenças respiratórias.

28. Ajuda na Desintoxicação do Fígado:

O Alecrim tem sido usado para tratar problemas de fígado por centenas de anos. Um estudo revelou que o extrato de rosmaninho reduziu cirrose em ratos que receberam tioacetamida, um composto tóxico que é tóxico para o fígado. Ele também impediu danos ao fígado a partir de tetracloreto em ratos e camundongos.

29. O Alecrim é um Agente Anti-Envelhecimento:

O Alecrim é um ingrediente popular para anti-envelhecimento da pele, pois ajuda a reduzir o inchaço, estimula a regeneração celular, aumenta a firmeza e melhora o tônus da pele em geral.

Confira no vídeo a seguir mais benefícios do Alecrim para a saúde:

Efeitos Colaterais do Alecrim

Como toda erva que possui vários elementos químicos, o alecrim pode acarretar complicações se ingerido em excesso ou por pessoas com histórico de epilepsia, problemas na próstata, dermatológicos e gástricos, além de causar irritações no intestino e nos rins. Portanto, não exagere no consumo.

Por possuir inúmeras propriedades químicas, não é aconselhável a ingestão do chá para mulheres gestantes ou que estejam planejando ter um bebê, pois os componentes presentes na erva podem vir a prejudicar o feto. O ideal é sempre buscar orientação médica nesses casos para um melhor acompanhamento.

FONTE: https://www.naturalcura.com.br/beneficios-do-alecrim/

SINBRULIGO DE PROFESORO ĴETAS LUMON SUR LA FRAGILA ESTONTECO DE RUSIAJ MINORITATAJ LINGVOJ

Razin sinbruligis proteste al la marĝenigo de la udmurta lingvo

La traduko aperis je 1 Oktobro 2019

Lasta intervjuo de profesoro Albert Razin, antaŭ la Ŝtata Konsilio de Udmurtio, el Jutuba video de Udmtuno.

[Ĉiuj ligiloj en tiu ĉi artikolo estas en Esperanto, escepte de tiuj markitaj per [en] aŭ [ru], kiuj estas en la angla, respektive en la rusa]

La 10-an de septembro (2019), Albert Razin staris ekster la sidejo de la Ŝtata Konsilio en Iĵevsko, urbo en okcident-centra Rusio, kaj sinbruligis. La 72-jaraĝa profesoro estis kondukita al malsanulejo, sed sekve mortis pro la brulvundoj.

Afiŝo trovita proksime al Razin diris “Se mia lingvo malaperos morgaŭ, mi pretas morti hodiaŭ” – citaĵo de avara-lingva poeto Rasul Gamzatov [en]. La lasta protesto de Razin ne estis la unua. La profesoro estis brava defendanto de sia denaska udmurta lingvo, kaj pro pluraj kialoj li fariĝis tre malespera, en nuntempaj jaroj, pri ĝia estonteco.

La udmurta apartenas al la urala lingvaro (kelkfoje nomata finn-ugra lingvaro), parolata ĉefe en la Udmurtia Respubliko, Volgo-distrikto el eŭropa Rusio. Ĝi havis momentan internacian famon kiam rusaj partoprenantoj, la Buranovskije Babuŝki, kantis en la udmurta ĉe la Eŭrovido-Kantokonkurso 2012.

Nuntempe, pli ol 100 lingvoj estas parolataj en Rusio, kaj 35 inter ili havas kun-oficialan statuson kun la rusa en la 22 aŭtonomaj respublikoj [NDLR / ruse – республика)] de la lando, inkluzive de Udmurtio. Multaj el tiuj lingvoj riskas malaperi kaj la udmurta ne estas escepto. Rusiaj popolnombradoj montras ke inter 2002 kaj 2010 la kvanto de udmurtaj parolantoj malgrandiĝis de 463 000 ĝis 324 000 – malgrandiĝo je 30% dum nur ok jaroj. En 2011, la Mapo de UN pri Lingvoj en Danĝero [en] prezentis la udmurtan kiel “sendube endanĝerigita”. Studoj montras [en] ke la situacio ne pliboniĝis.

Centoj ĉeestis funebran ceremonion por Razin [ru] en la Ŝtata Teatro de Iĵevsko, la 12-an de septembro, inkluzive registaraj oficialuloj.

La morto de Razin provokis malgrandan debaton, enrete kaj en gazetoj, pri la sorto de rusiaj minoritataj lingvoj. Parolantoj de aliaj minoritataj lingvoj montras solidarecon al udmurtaj parolantoj per la kradvortoj #АльбертРазин kaj #МонМиРазин (“Vi estas Razin” kaj “Mi estas Razin”, en la udmurta).

Tamen, estas malfacile kompreni tiujn diskutojn kiel profundaj. Fakte, multaj rusianoj ŝajnas trovi la agon de la profesoro tute nekomprenebla.

Legu pli: Vivo de Voto, malaperanta etna grupo de Rusio [en]; Votoj

Estas maltrankvila tempo por minoritataj lingvaj rajtoj en Rusio. Junie (2019) Razin estis inter kelkaj elstaruloj kiuj sendis malferman leteron petante al lokaj oficuloj ne subteni kontestatan leĝon [en] kiu nuligas la devigan lerrnadon de minoritataj lingvoj en la aŭtonomaj respublikoj de la lando. Prezidanto Vladimir Putin argumentis ke infanoj ne devas lerni lingvojn kiuj ne estas denaskaj; nun, instruado de minoritataj lingvoj estas tute nedeviga, tio provokis timojn ke multaj lernejoj simple ne plu proponos ilin. La Eŭropa Konsilio forte kritikis [en] la leĝon en februaro 2018 kaj rimarkigis ke “dum la lastaj jaroj estis granda klopodo favore al la rusa lingvo kaj kulturo, kvankam minoritataj lingvoj kaj kulturoj ŝajnas marĝenigitaj”.

Idel-Ile, blogo en la tatara kaj rusa lingvoj, kiu parolas pri la inter-etnaj rilatoj en la regiono, priskribis la situacion tiel [ru]

La udmurta, tatara kaj maria lingvoj estas instruataj en udmurtiaj lernejoj. En la minimuma kvanto: tri lecionoj semajne. Indiĝenaj lingvoj estas instruataj nur en malgrandaj kamparaj lernejoj en etne homogenaj vilaĝoj. En regionaj centroj, kie ĉirkãu duono de la vilaĝaj infanoj studas, indiĝenaj lingvoj ne estas instruataj dum pli ol unu horo. En urboj, tiuj lingvoj praktike ja ne estas instruataj, ĉu kiel indiĝenaj ĉu kiel ŝtataj lingvoj. La decidopovo lerni indiĝenan lingvon estas fikcio: homoj “elektas” la rusan preskaŭ ĉie […] Tiel la udmurta praktike ne estas instruata en lernejoj de urboj kaj regionaj centroj, kaj ĝi estas alirebla nur al loĝantoj de udmurtaj setlejoj, kie ne pli ol duono de la kamparaj udmurtaj parolantoj loĝas.

Do, por sindevontiga udmurta aktivisto kiel Razin, la nova leĝo estus la fina bato.

Estas ankaŭ signoj, tamen, ke la fortaj vidpunktoj de Razin ne reprezentas ĉiujn udmurtajn aktivistojn. Vladimir Baymetov, membro el organizaĵo Udmurt Kenesh, rakontis ĉe loka retejo “Udm-Info” [ru] ke “[Razin] estis respektata plejaĝulo; li estis aktiva en la udmurta movado la tutan vivon, sed li kelkfoje havis tre radikalajn vidpunktojn”.

Lokaj aŭtoritatoj de Udmurtio esprimis kondolencojn, sed kun singardemo. La 11-an de septembro, la ĉefo de la respubliko Alexander Brechalov, laŭdis [ru] la kontribuojn de Razin al la udmurta kulturo, sed petis al gazetaro “ne spekuli pri ligoj inter respublikaj etnaj leĝoj kaj sinbruligo de la aktivisto… la leĝoj de la regiono celas nur subteni la [udmurtan] lingvon, kulturon kaj historion”.

La vortoj de Brechalov estas tre signifaj en Udmurtio, kiu malofte aperas en rusa gazetaro kaj ne estas rigardata kiel centro de etnaj streĉitecoj.

Tiel, se la ligo inter leĝoj kaj la protesto de Razin estas klara por liaj karaj minoritataj aktivistoj, aliaj havas tre malsaman vidpunkton. En retaj diskutoj pri Razin, multaj uzantoj de RuNet senvalorigas indiĝenajn lingvojn kaj miregas pri tio, ke iu povas uzi ilin en ĉiutaga vivo, des malpli morti por ili. Ĉi tio tute ne estas sinteno limigita al Rusio.

La komentoj de afiŝo pri Razin [ru] en populara grupo pri Iĵevsko ĉe VKontakte estas bona ekzemplo. Multaj uzantoj komparis la sorton de minoritataj lingvoj kun aliaj “pli urĝaj” sociaj problemoj:Por la udmurta lingvo, ĉu vere? Ĉu tio estas la ĉefa problemo en Rusio? Akcizaj impostoj, medicino, edukado, aŭ almenaŭ la emeritula aĝo, sed ne, damne, por la udmurta lingvo…

— Anton Gorodetsky, VKontakte,  la 10-a de septembro 2019

Aliaj komentintoj en la sama fadeno spekulils pri la mensa sano de Razin aŭ riproĉis lin, ke li ne uzis malpli ekstremajn rimedojn por konservi la lingvon, baziĝante sur “popola lingvistiko” por demandi ĉu la udmurta kaj aliaj regionaj lingvoj estas “bezonataj” en la moderna tago kaj epoko. Ekzemple, tiu ĉi Tviter-uzanto [ru] citas la fakton, ke la udmurta literatura normo estis kodita dum la frua soveta periodo, kiel “pruvon” por ĝia kultura regreso kompara al la rusa.

Pli da akraj respondoj troveblas en udmurtaj lingvolernadaj grupoj [ru] ĉe VKontakte, populara rusa socia amaskomunikilo. Parolantoj kaj entuziasmuloj bedaŭras la malrapidan sed laŭŝajne neinversigeblan estingiĝon de la lingvo en diskutoj titoligitaj “kial la homoj hontas esti udmurtaj?”. Grave, multaj el tiuj ĉi diskutoj komencis jarojn antaŭ la sinmortigo de Razin. Virino rimarkas: мы тоже как-то в далёких 90-х годах ехали в автобусе и разговаривали с подругой на своём родном языке. Так на нас посыпалось…нашлись тут иностранцы. Ладно мы возразили, что мы живём на своей малой Родине и говорим по-своему. А многие не могут возразить, сразу в слёзы.

— Людмила Евдокимова, ВКонтакте, 11 сентябрь 2019 Iamaniere, en la malproksimaj 1990-aj jaroj, mi estis veturanta per buso kaj parolanta kun amiko en mia denaska lingvo. Estis torento

[de misuzo]

: ili trovis kelkajn “fremdulojn” tie! Ni respondis ke ni vivas en nia eta hejmlando kaj ke ni rajtas paroli en nia propra lingvo laŭplaĉe. Sed multaj homoj [en tiaj situacioj] ne povas argumente respondi kaj nur ekploras.

— Lyudmila Evdokimova, VKontakte, la 11-ande septembro 2019

Kelkaj uzantoj de RuNet sarkasme komparis la indiferentecon de la patriotoj rilate al la sorto de minoritataj lingvoj de Rusio kun ilia prizorgemo rilate al la rajtoj de rusparolantoj en aliaj postsovetaj ŝtatoj: Razin, estimata akademiano de Udmurtio, faris solecan proteston, kun afiŝoj en siaj manoj petante ke la udmurta lingvo estu konservata, kaj mortis bruligante sin. Li forpasis en malsanulejo. Do nun, vi vatnik-nimfoj

[en]

, diru al mi kiel ili subpremas la rusan lingvon en UkrajnoLatvio!

— Ледовый лоцман (@MarchDok), Tvitero, la 10-an de septembro 2019

Tamen, la ĵurnalisto Maxim Goryunov emfazis ke “milda ŝovinismo” ankaŭ troveblas en la rusa opozicio kaj sendependa gazetaro:Kelkaj vortoj pri la rusa imperiismo. La unua ĉeftitolo de Novaya Gazeta pri la sinbruligo de Albert Razin diras “en Iĵevsko… defendanto de etaj nacioj bruligis sin”. Albert Razin defendis la udmurtan lingvon. Ĝi estas la ŝtata lingvo de Udmurtio, kune kun la rusa. Udmurtio, laŭ la unua artikolo de sia konstitucio de 1994, estas

[aŭtonoma]

“ŝtato kiu estas parto de la Rusia Federacio”. […] [NDLR : Rusa Federacio estas laŭsignife erara. En Ruslando krom rusoj loĝas multegaj popoloj, kaj la ĝusta formo estas Rusia Federacio, ne la Rusa. Ikar’ A. en la vikipedia diskutpaĝo pri Rusio]. Alivorte, Albert Razin defendis la ŝtatan lingvon de sia lando, kaj ne “etajn naciojn”. Li ne estis parolanta pri “kultura Greenpeace” por “indiĝenoj”. Li estis parolanta pri la rajtoj kaj liberecoj de nacio kiu jam havas propran konstitucion kaj teritorion. Vidu la malsamecon. Estas klare ke la verkisto de la ĉeftitolo ne taksas Udmurtion vera ŝtato. “Eta nacio” sonas pli kiel natura rezervejo plena je ĝentilaj homoj en tradiciaj vestaĵoj. Ĉu vere estas bezonate diri ke la rusiaj funkciuloj havas la saman opinion?

— Maxim Goryunov, Facebook, la 10-an de septembro 2019

Observantoj kun diversaj politikaj pozicioj vidis la akton de Razin kiel ekstreman paŝon por marĝena afero. Ochki Brechalova aŭ “Okulvitroj de Brechalov”, populara kanalo en Telegram kiu sekvas politikon en Udmurtio, esprimis esperon ke la senespera akto de Razin estos finfine komprenata:Estis malfacila tago. Tago kiu, sendube, eniros la historion de Udmurtio. La venontaj generacioj de udmurtoj parolos pri la akto de Albert Razin kiel ili nun parolas pri tiuj de Kuzebay Gerd  [en] [udmurta poeto], kiu iĝis viktimo de la stalinisma gulago. Multo pli estos dirata kaj skribata. Sed kompleta taksado de tiu ĉi tragedio sekvos. Mallongatempe, bedaŭrinde, lecionoj ne estos lernataj, nek de aŭtoritatoj, nek de la udmurta komunumo. La hodiaŭaj reagoj montras tion tre klare.

— Ochki Brechalova, Telegram, la 10-an de septembro 2019

Sed ĉu la lecionoj estos lernataj tro malfrue? En tiu ĉi kazo, kio ajn estos dirata aŭ skribata pri la morto de Razin post 20 aŭ 30 jaroj, estas malprobable ke multo el ĝi estos en la udmurta.

Malgranda portreto de Maxim Edwards

Verkita de Maxim Edwards

Tradukita de Rafael LIMA

Tradukita de Manuela BURG

FONTO: https://eo.globalvoices.org/2019/10/5776