TRÊS MODOS DE ACELERAR SUA ASCENSÃO NESSE FINAL DE CICLO

Posted by Thoth3126 on 20/06/2019

Saudações, eu sou o Mestre El Morya, o Chohan e o Supervisor do Primeiro Raio da Luz Divina. 

É meu propósito supervisionar e ativar as outras qualidades do Criador, a sabedoria, a vontade divina, o poder, a coragem e capacidade de ação (atitude). É meu propósito ajudar e encorajar todos a existir de acordo com a vontade divina do Criador.  Você é encorajado a aprofundar no conhecimento do seu Ser Superior para reconhecer o que está alinhado com seu poder e coragem e, assim, permitir que você se envolva com essas qualidades sagradas de seu ser mais profundo. 

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Três modos de acelerar sua ascensão neste Final de Ciclo, por El Morya Khan

Em 5 de janeiro de 2018 – Fonte: https://www.omna.org/

Canalizada através de Natalie Glasson – Fonte Original: Escola Sagrada dos Omna

Em tempos de mudança acelerada, de transformação, transmutação e despertar, as qualidades do Primeiro Raio, o raio Azul, são necessárias para criar estabilidade interna, segurança, vontade e auto capacitação.

Com o Primeiro Raio de Luz, você aprende a entender o Criador e a presença do Criador dentro de seu ser e realidade. Reconhecendo a inspiração divina que flui de seu ser (consciência) mais elevado, o motivo e o propósito de suas ações e das ações (atitudes) dos outros, bem como perceber o quadro maior da imagem de ascensão para a Terra e além. O Primeiro Raio da Luz ajuda você a entender como a vontade divina do Criador pode se mover através de você, pode ser expressada através de suas ações e atitudes (especialmente de suas escolhas CONSCIENTES), pensamentos,      emoções e sentimentos, bem como incorporando e fundamentando ainda mais a vontade divina do Criador na Terra.

O Primeiro Raio de Luz representado por uma cor Azul permite que você se mova em harmonia com o Criador, recebendo o suporte do Criador, bem como, conhecendo-se mais plenamente. Sua verdade interior é ativada, assim como seu poder interior, que se fundem para despertar o seu ser inteiro para um novo nível de consciência espiritual que influencia seu modo de vida e as suas próprias criações.

Você é encorajado a aprofundar no conhecimento do seu ser Superior para reconhecer o que está alinhado com seu poder e coragem e, assim, permite que você se envolva com essas qualidades sagradas de seu ser mais profundo. Você também será orientado a perguntar o que dentro de você está alinhado com a vontade divina do Criador. Este é o plano sagrado para sua existência, incorpora sua missão, o motivo da existência da sua alma ter encarnado na Terra, bem como sua experiência de realização e consequente ascensão.

Quando você percebe dentro de seu ser os pensamentos, emoções, sentimentos, ações, reações e criações que estão alinhadas com seu poder interno, com a coragem e vontade divina, então você também percebe o que não é verdadeiro para voce. Você se permite embarcar na jornada de soltar tudo o que o impedia de evoluir (desapegar-se), que cria o medo e a distração de estar na presença do Criador se comunicando com você e orientando você.

Este processo de transição é preenchido com tal maravilha, beleza e magia, na medida que você revela a sua mente consciente a presença eterna do Criador em seu ser e navegando através de sua realidade.

Número Um: A CONFIANÇA

Incorporar a vontade divina do Criador em sua existência diária requer a ativação da confiança, especialmente naquilo que você não pode ver, para seguir a sua ORIENTAÇÃO INTERIOR.  Incorporar seu poder interior e sua coragem requer que você confie no amor e na compaixão, eternamente, na presença dentro do seu ser, na sua verdade, na sua bondade.

Muitas vezes, as pessoas têm medo de seu próprio poder porque eles ou alguém abusou de seu poder, embora não possam lembrar as circunstâncias que a energia criadora permanece disponível. A confiança é a energia que o encoraja a encarnar e experimentar plenamente as qualidades sagradas do Criador no plano físicoe, no entanto, a qualidade da confiança pode ser um desafio para o seu despertar.

Muitas vezes, os padrões da mente inferior e de experiências passadas (o carma e a sua própria escuridão ainda não transmutada) podem criar desconfiança, o que significa que você não está disposto a comprometer-se com as qualidades do Criador já latentes e presentes em seu próprio ser. Quando você reconhece dentro de seu ser os pensamentos, emoções, ações, reações e criações que estão alinhadas ao seu poder pessoal, a coragem e vontade divina, bem como aqueles sentimentos e emoções que não estão alinhados, você permitirá que sua desconfiança se dissolva ao perceber com profundo conhecimento a presença e a orientação do Criador dentro de você. 

Chame pelo Criador, peça a ele para apoiá-lo em sua vida cotidiana e no seu processo de ascensão, isso irá nutrir sua confiança na sua orientação interior, pois você começará a reconhecer o apoio do Criador que se manifesta no mundo ao seu redor.

“Criador amado, por favor me apoie hoje na minha realidade, ações, criações e evolução espiritual.  Abra meus olhos, coração, purifica minhas emoções e todos os meus sentidos humanos para que eu possa ver e reconhecer a Tua poderosa ajuda, tudo abarcando com o Teu apoio divino desde meu interior  e ao meu redor. Estou pronto(a) para receber Teu apoio divino da maneira mais correta, eficaz, bonita e perfeita e aceitar a Tua manifestação na minha vida agora. Com profunda gratidão e amor, obrigado”.

Número dois: O Compromisso

À medida que você reconhece a presença e o apoio do Criador que preenche seu ser e realidade, então você desperta para uma energia sagrada de compromisso dentro de você. O Criador não deseja que você faça promessas, votos ou até mesmo se dedique a Ele e tudo ao que é o Criador. Em vez disso, quando, eu, Mestre El Morya, falo em compromisso, falo da energia da lealdade para consigo mesmo e a sua evolução espiritual.

Eu encorajo você a se fundamentar em sua verdade, em tudo o que você reconhece ser e tudo o que você conhece e deseja ser. Minha orientação é inspirar você a assumir a sua PRÓPRIA responsabilidade pela sua própria evolução. Você é a única alma na Terra que realmente possui as respostas que você esta procurando; elas podem não ser as mesmas respostas que outros buscam.

Pode haver outras pessoas que entram em sua realidade para despertar seu conhecimento interior. No entanto, é importante lembrar que você é a fonte de sua própria compreensão e lembrança de sua sabedoria interior (desenvolvida em inúmeras encarnações). Se você ao enfrentar os seus desafios, sentir-se perdido, precisar de orientação ou cura saiba que tudo o que você procura e necessita está dentro de você mesmo.

É muito fácil procurar respostas fora de si, isso é natural e eu, o encorajo a aceitar e observar-se quando esses padrões surgem. É apropriado aceitar ajuda de fora de si mesmo, desde que não interfira com o seu poder interior. A chave é se comprometer com seu Eu Superior, confiar em suas habilidades e saber que o Criador irá ajudar você demonstrando, compartilhando e revelando tudo o que você precisar saber. Com este conhecimento interior, você construirá um forte vínculo com suas energias internas, sua intuição florescerá e sua expressão do Criador despertará.

  • Em que porcentagem estou comprometido com minha evolução espiritual?
  • Em que porcentagem estou comprometido com a minha realidade física?
  • Em que porcentagem estou comprometido com a minha verdade interior, minha essência e realização do potencial espiritual?

A palavra compromisso também pode ser alterada para confiança e/ou fé. Na verdade, você está se perguntando o quanto você acredita em sua realidade espiritual; o quanto você está pronto para se envolver plenamente com sua realidade física e quanto você tem fé na presença e orientação do Criador dentro de você?

Essas perguntas podem trazer novos conhecimentos e compreensões para sua consciência, bem como alertá-lo para a cura que é necessária para alinhar completamente o seu ser e a sua consciência à do Criador. Eu, Mestre El Morya, incentivo você a tomar um tempo para contemplar determinadas situações, objetivos e sonhos que estão se manifestando agora, ou que você deseja manifestar. Convidando-o  a reconhecer se está totalmente comprometido, acreditando, tendo fé e confiança em sua orientação interior? Isso produzirá iluminação e conexão mais profunda com sua essência interior.

Eu, o Mestre El Morya o encorajo a contemplar o que o compromisso realmente significa para você? Lembre-se de que é um sentimento de fundamentação e conhecimento que deve ser acessado de dentro de você, como isso se parece e se manifesta em seu ser e realidade?

Número três: Expressão

Eu falei de muitas e belas energias, qualidades e experiências do Criador, como seu poder, coragem, vontade divina, apoio, confiança e compromisso. Todos se capacitam, se fundamentam e encorajam você a encarnar sua essência e verdade como uma expressão do Criador. Existe mais um caminho do qual desejo orientá-lo a se concentrar; Este é o caminho da expressão. Você atingiu um ponto de pináculo na sua evolução espiritual; você está pronto para expressar o Criador através de todos os aspectos do seu ser humano.

Você está pronto para ser co-criativo, a inspirar os outros, a servir e não mais se esconder de sua verdade interior. É hora de ser um farol de LUZ expressivo de tudo o que é o Criador. Não há regras, simplesmente se concentre no amor, na paz e na verdade dentro de você mesmo e você será guiado em cada momento da sua realidade para expressar a energia do Criador de modo que satisfaça voce e a todos. 

Portanto, eu, Mestre El Morya, acredito que é importante se conectar com o Primeiro Raio da Luz, as energias baixadas para o seu ser ativarão suas qualidades internas de sabedoria, vontade divina, poder, coragem e ação, apoiando você com confiança, fazendo e expressando tudo o que é o Criador.

Estou presente com você, neste momento, para fortalecer a sua verdade INTERIOR e encorajar todos a existirem como uma expressão da vontade divina do Criador,

Mestre El Morya


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MENSAGEM DE ÍSIS, A SAGRADA ENERGIA FEMININA, A MÃE CÓSMICA

Posted by Thoth3126 on 13/06/2019

Minhas Queridas crianças de Luz da Terra, EU SOU ÍSIS, eu venho nesta hora para cantar a ascensão da Divina Energia Feminina mais uma vez! Como uma Fênix que renasce das próprias cinzas o Sagrado Feminino recuperou seu direito de falar com os corações de todos vocês.

Pois na antiga terra do Egito, há muitos Eons, trilhar o caminho evolutivo na compreensão do Sagrado Feminino era de grande importância.  Durante muito tempo foi o principal caminho evolutivo da humanidade trilhado ao longo do tempo até que muitos eventos significativos aconteceram que provocaram a inferioridade do papel feminino e sua quase exclusão na sociedade planetária atual, criando um enorme DESEQUILÍBRIO {entre as duas polaridades primárias, masculino e feminino}no planeta.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Mensagem de ÍSIS, a Sagrada Energia Feminina, a Mãe cósmica e o novo ano que se inicia

Fonte: http://sananda.website/isis

Agora é hora de o AMOR do Sagrado Feminino em todo  o Universo se levantar e se reerguer uma vez mais e, de fato, isso agora está acontecendo, na medida em que se manifesta, terminando os tempos em que seus lábios foram selados e seu trabalho sobre Gaia foi anunciado.

Isso me dá grande alegria de ouvir sobre o grande sucesso do sagrado feminino que trabalha incansavelmente neste momento para produzir AMOR, produzir a cura e produzir as mensagens do Divino neste momento.

O Feminino agora está trazendo os Filhos do Sol nesta hora para que os Filhos do Sol venham mais uma vez ancorar a Energia Divina em sua Terra para conectar a Terra com a Energia Dourada do Grande Sol Central – O Deus em Sirius. Eles trabalham na Energia de 7777 Sirius e 8888 The Lions Gate 144th Degree Cosmic Consciousness trazendo o equilíbrio entre a fecunda Energia Solar e a Energia Lunar para a sua Terra.

Por enquanto, a Terra está passando por um grande reequilíbrio enquanto ela se desloca agora para uma nova Era de Ouro da Luz. Queridos Filhos da Luz que agora embarcaram em um momento emocionante em seu planeta para muitos de vocês agora que estão avançando em seu Processo de Ascensão. Agora estamos avançando para a Energia do Amor Divino. Agora é tempo queridos para encarnar o amor incondicional em seu planeta…


É o momento queridos de se conectarem e trabalharem com os reinos mais elevados, um nível donde você sempre pertenceu, e soltar as amarras pesadas dessa densidade tridimensional, aquelas situações sombrias que o mantêm em estado de sono há muito tempo.

Agora é a restauração do Plano Divino. Pois o Plano Divino para a Terra está agora acontecendo. E é hora de você ser a encarnação do AMOR. É você, cada um de vocês, anjos brilhantes, ancoradores da Luz, sementes das estrelas, guardiões da Terra, seres humanos,  para ter uma experiência física de ser essa encarnação do AMOR incondicional.

Isto é parte do plano, a parte que envolveu você e este planeta e o efeito de ondulação para o multiverso de seus irmãos e irmãs. Por que você acha que sua Alma desejou participar, testemunhar isso? Isso é único. As 144.000 almas que concordaram em avançar com a sua Terra terão  forma interdimensional, depois de todo esse tempo. Eles vão encarnar o amor e as qualidades divinas. Será com isso que eles criarão um efeito ondulatório de amor e harmonia para a humanidade em sua Terra. Na medida em que os anjos da Luz se aproximam para curar seu planeta mais uma vez. É um momento emocionante para estar com Gaia.

Pois estamos avançando e ancorando a nova energia do amor e da harmonia na Terra. Nós iremos adiante nesta energia que sua Terra não experimentou antes. Para que esta energia penetre e encontre um modo de trabalhar de forma mais multidimensional.

Nós magnetizamos a Luz do Grande Sol Central. Crianças do UNO (Deus Pai e MÃE) No mundo todo, ouçam nosso chamado e deem sua resposta.

A Luz universal de Alfa e Omega, a Luz universal das CHAMAS GÊMEAS se reencontrando  desce agora para a conclusão da sua vida, para o poderoso círculo de fogo e o ímã em U que forma o Acima  completado pela união do coração abaixo. Agora estamos entrando em um momento do chamado de todas as CHAMAS GÊMEAS para que venham para o próximo ano em sua Terra para completar o Plano Divino conforme o previsto.

Para aqueles que vieram na Luz e no Amor, que concordaram em servir com o Plano Divino antes de encarnar o Plano da Terra para trazer para a Energia do Amor e conectar Gaia ao Amor que ela já conheceu de Eons passados.

Queridos filhos, à medida que os deslocamentos se desdobram na Linha do tempo e você se conecta e se reconecta com sua consciência superior e, um com o outro, você entenderá o processo das iniciações dos Salões de Amenti, pois estes estão realmente se desenrolando agora durante essas grandes mudanças na sua atual linha temporal se fundindo com novas realidade onde o AMOR esta presente e será respeitado, praticado e louvado.



Muitos de vocês podem ter ficado presos e confrontados com um deslocamento temporal  monumental   ….   Para muitos de vocês, seus planos foram introduzidos, causando uma grande confusão. Para muitos que foram conduzidos através do despertar de sua realidade espiritual profunda… Seus planos indicam a sua verdadeira origem … os planos de seus irmãos não físicos, os planos de suas jornadas de vida neste planeta. Os planos também indicam sua fonte oriunda dos Deuses do Criador Divino e do Criador Principal. Muitos estão trabalhando em Ordens, Sacerdócios, Irmandades, Ordens de cavalaria e assim por diante.

À medida que a energia do AMOR INCONDICIONAL começa a se estabelecer em seu planeta, vocês alcançarão gradualmente a consciência plena de seu EU SUPERIOR …

Muitas mudanças estão ocorrendo neste momento – o Solstício de Inverno (próximo 21 de dezembro) é o início deste novo ano, o novo começo em que enviaremos nossa Luz desde a estrela Sírius e desde Orion, o meu amado, que irá adornar seus céus mais uma vez … Agora nos concentramos no deslocamento da polaridade que existe no seu plano terrestre pois isso criou uma divisão dentro dos corações de muitos seres no planeta.

É o momento da união, um tempo de união, um tempo de equilíbrio e o foco agora é a cura e integração da polaridade que é a lição da INTEGRAÇÃO da energia das Chamas Gêmeas neste ciclo de vida. Vamos trazer essa energia de cura enquanto ancoramos a Divina Luz do Templo da Ascensão em Luxor (antiga Tebas no Egito) entre todos os meus filhos e os povos da Terra neste momento …

À medida que nos aproximamos da energia do Solstício de Inverno, onde você é chamado para refletir e liberar tudo o que não é útil para você e mudar e transmutar suas sombras, trazer a energia do novo e se concentrar na jornada da evolutiva de sua Alma.

À medida que você chegar ao encerramento deste ano e muitos de vocês, as Almas celebram o encerramento deste ano e a divulgação do novo ano à frente – uma nova mudança ocorrerá em sua Terra … um grande número de almas em sua terra deve entrar em nova banda de frequência de energia que é de alegria, AMOR, de felicidade, de êxtase e de energia positiva, que permitirá que muitos de vocês trabalhem com várias linhas de tempo para utilizar novamente a energia referida para dar um salto gigante na consciência da humanidade novamente por assim dizer e ajudar a elevar muitos seres no seu planeta. 

É nesse momento que você se conecta ao grupo energético de felicidade e antecipação de novos começos que você deve viver, uma vez que uma consciência coletiva pode mudar sua realidade presente para um novo caminho, uma nova era de paz e de Luz na Terra.

Muitos de vocês poderão utilizar as energias em expansão que surgem, especialmente aqueles de vocês que trabalham nas várias linhas de tempo, freqüências de tempo e para aqueles que viajam ao mesmo tempo várias dimensões podem saltar pelo tempo e espaço. Essas almas já devem estar cientes de como utilizar essas energias, mas para aqueles que são novatos para essa referida informação, propomos duas “iniciações de modificação de freqüência no tempo”, se vocês quiserem.


Na sequência da referida sintonização das frequências mencionadas, propomos um trabalho de linha de grade em que você deve selecionar vários turnos de tempo, simplesmente escrevendo o que deseja ocorrer em sua estrutura de realidade pessoal e geral. Na noite da dita unidade, você deve encontrar-se no estado meditativo, e quando você fizer isso, você será convidado a fundir-se com a freqüência energética de todos os que celebram o que é conhecido em seu mundo como um Ano Novo.

Muitas bênçãos estão chegando junto ao seu novo ano, pois será um ano de abundância e manifestação de amor incondicional. Aceite as suas bênçãos, aceite a cura e a abundância que está sendo derramada para muitos neste momento. Pois EU SOU ÍSIS, a energia Feminina Sagrada e falo hoje através da Elaine.

www.EraofLight.com – Canal: Elaine DeGiorgio


Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.

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AS DIGITAIS DOS DEUSES – A CIDADE DOS DEUSES

Posted by Thoth3126 on 04/06/2019

A mensagem, em maioria esmagadora, de grande número de lendas centro-americanas é que a Quarta Era do mundo acabou muito mal. A um dilúvio catastrófico seguiu-se um longo período no qual a luz do sol desapareceu do céu e o ar se encheu de tenebrosa escuridão. Em seguida: 

“Os deuses reuniram-se em Teotihuacán [“o lugar dos deuses”] e perguntaram ansiosos uns aos outros quem devia ser o próximo Sol. Só o fogo sagrado [a representação material de Huehueteotl, o deus que, no início, criou a vida] poderia ser visto na escuridão, ainda presente em seguida ao caos recente. “Alguém vai ter que se sacrificar, lançar-se ao fogo”, exclamaram eles. “e só então haverá um Sol.”

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Livro “AS DIGITAIS dos DEUSES”, uma resposta para o mistério das origens e do fim da civilização

Por Graham Hancock, livro “AS DIGITAIS DOS DEUSES”, Tradução de Ruy Jungmann, editora Record 2001.

CAPÍTULO 22 –  A Cidade dos Deuses

Seguiu-se um drama, no qual duas divindades (Nanahuatzin e Tecciztecatl) imolaram-se pelo bem comum. Um deles queimou rapidamente no centro do fogo sagrado; o outro deixou-se assar lentamente nas brasas ao lado da fogueira. “Os deuses esperaram durante longo tempo, até que, finalmente, o céu começou a ficar vermelho, como no amanhecer. No leste, apareceu a grande esfera do sol, sustentador de vida e incandescente…” E foi nesse momento de renascimento cósmico que Quetzalcoatl se manifestou. Sua missão tinha a ver com a humanidade da Quinta Era. Por isso mesmo, assumiu a forma de ser humano – de um homem branco barbudo, exatamente igual a Viracocha.
Nos Andes, a capital de Viracocha foi Tiahuanaco. Na América Central, a de Quetzalcoatl foi o suposto local de nascimento do Quinto Sol, Teotihuacán, a cidade dos deuses.

A Cidadela, o Templo e o Mapa do Céu

Teotihuacán, 50km a nordeste da Cidade do México

No espaço cercado, batido pelo vento da Cidadela, olhei para o norte, através da névoa da manhã, e para as Pirâmides do Sol e da Lua. Aninhados em terreno verde-acinzentado coberto de arbustos e emoldurados por distantes montanhas, esses dois grandes monumentos representavam seu papel em uma sinfonia de ruínas enfileiradas ao longo do eixo da denominada “Rua dos Mortos”. A Cidadela situa-se aproximadamente no centro dessa larga avenida, que corre em linha reta perfeita por mais de quatro quilômetros.

A Pirâmide da Lua ergue-se na extremidade norte e, a do Sol, mais ou menos a leste. No contexto de um sítio geométrico dessa natureza, uma orientação exata norte-sul ou leste-oeste poderia ter sido esperada. Por isso mesmo, era surpreendente que os arquitetos que haviam planejado Teotihuacán tivessem resolvido de caso pensado desviar a Rua dos Mortos a 15º 30′ a leste do norte. Há várias teorias sobre o motivo por que essa orientação excêntrica foi escolhida, embora nenhuma especialmente convincente. Números crescentes de estudiosos, contudo, começam a se perguntar se alinhamentos astronômicos não poderiam estar envolvidos, nesse caso.

Um deles, por exemplo, sugeriu que a Rua dos Mortos poderia ter sido “construída para ficar de frente para o local onde se punham as Plêiades, na época de sua construção”. Outro, o professor Gerald Hawkins, aventou a hipótese de que o eixo “Sírius-Plêiades” poderia ter desempenhado também um papel na escolha da orientação. Stansbury Hagar (secretário do Departamento de Etnologia, do Brooklyn Institute of the Arts and Sciences), pensa que a rua poderia representar a Via Láctea. Na verdade, Hagar foi ainda mais longe, vendo uma representação de planetas e estrelas específicos em muitas das pirâmides, cômoros e outras estruturas, que pairavam como satélites fixos em torno do eixo da Rua dos Mortos. Sua tese completa diz que Teotihuacán foi projetada como uma espécie de “mapa do céu”: “Ela reproduz na terra um suposto plano celeste do céu-mundo onde residiam as divindades e o espírito dos mortos”.

Nas décadas de 1960 e 1970, as intuições de Hagar foram submetidas a testes de campo por Hugh Harleston Jr., engenheiro americano residente no México, que realizou um levantamento matemático exaustivo em Teotihuacán. Em outubro de 1974, no Congresso Internacional de Americanistas, Harleston divulgou seus resultados. O trabalho, rico em idéias ousadas e inovadoras, contém algumas informações muito curiosas sobre a Cidadela e sobre o Templo de Quetzalcoatl, localizado na extremidade leste dessa grande paliçada quadrada. O templo é considerado pelos estudiosos como um dos monumentos arqueológicos mais bem preservados da América Central. Isso aconteceu porque a estrutura original, pré-histórica, foi parcialmente sepultada sob outro cômoro muito posterior, situado imediatamente à frente, na direção oeste.

Escavações realizadas nesse cômoro revelaram a elegante pirâmide em seis níveis que eu tinha nesse momento diante dos olhos, com 22m de altura e uma área de base de 7,615 m². Exibindo ainda vestígios da pintura original multicolorida que a revestira na antiguidade, o templo, nesse momento à vista, constituía um espetáculo belo e estranho. O motivo escultural predominante é uma série de imensas cabeças de serpente, projetando-se em três dimensões dos blocos laterais e revestindo os lados da maciça escadaria central. As mandíbulas alongadas desses répteis estranhamente humanóides eram ricamente providas de presas e no lábio superior podia-se ver uma espécie de bigode, tipo guidom de bicicleta.

O pescoço de todas as serpentes era orlado por um refinado conjunto de penas – o símbolo inconfundível de Quetzalcoatl. O que as investigações de Harleston demonstraram foi que uma relação matemática complexa parecia existir entre as principais estruturas alinhadas ao longo da Rua dos Mortos (e, na verdade. além dela). A relação sugeria algo de extraordinário, isto é, que Teotihuacán poderia ter sido originalmente projetada como um modelo, em escala precisa, do sistema solar. De qualquer modo, se a linha central do Templo de Quetzalcoatl fosse aceita como denotando a posição do sol, marcadores dela, partindo na direção norte e ao longo do eixo da Rua dos Mortos, pareceriam indicar as distâncias orbitais corretas dos planetas interiores, do cinturão de asteróides, de Júpiter, de Saturno (representado pela denominada Pirâmide do “Sol”), de Urano (pela Pirâmide da “Lua”) e Netuno e Plutão por cômoros ainda não escavados, situados a alguns quilômetros mais ao norte.

Se essas correlações foram mais do que coincidências, então, no mínimo, elas indicavam a presença em Teotihuacán de uma astronomia de observação avançada, que só foi ultrapassada pela ciência moderna em data relativamente recente. A existência de Urano permaneceu desconhecida de nossos próprios astrônomos até 1787, Netuno até 1846 e Plutão até 1930. Até mesmo a estimativa mais conservadora da antiguidade de Teotihuacán, em contraste, sugere que os principais elementos do plano urbano (incluindo a Cidadela, a Rua dos Mortos e as Pirâmides do Sol e da Lua) devem datar, de pelo menos, do tempo de Cristo. Nenhuma civilização conhecida dessa época, no Velho ou no Novo Mundo, teria supostamente qualquer conhecimento dos planetas exteriores – quanto mais informações exatas a respeito das distâncias orbitais que eles mantinham entre si e em relação ao sol.

Egito e México – Meras Coincidências?

Após completar estudos das pirâmides e avenidas de Teotihuacán, concluiu Stansbury Hagar: “Não compreendemos ainda a importância, o refinamento, ou a distribuição geral, em toda a América antiga, do culto astronômico, do qual o plano celeste era um aspecto e do qual Teotihuacán foi um dos principais centros.” Mas teria sido simplesmente um “culto” astronômico? Ou foi alguma coisa que se aproximasse mais daquilo que poderíamos chamar de ciência? E, fosse culto ou ciência, seria realístico supor que tivera “distribuição geral” apenas nas Américas, quando existem tantos indícios ligando-a a outras regiões do mundo antigo?

Árqueo-astrônomos, por exemplo, usando os programas de computador mais modernos de mapeamento estelar, demonstraram recentemente que as três mundialmente famosas pirâmides do Egito, no platô de Gizé, formam um diagrama terrestre exato das três estrelas (Mintaka, Alnilam e Alnitak) do cinturão de estrelas da constelação de Órion. Mas esse não foi o limite do mapa celeste criado pelos sacerdotes do antigo Egito nas areias da margem oeste do Nilo. Incluído na visão geral, conforme veremos nas Partes VI e VII deste livro, havia um acidente geográfico natural – o rio Nilo – que estava exatamente onde devia ter estado, se tivesse sido criado para representar a Via Láctea.

A incorporação de um “plano celeste” em sítios arqueológicos de grande importância no Egito e no México não excluía, de maneira alguma, funções religiosas. Pelo contrário, o que mais quer que tenha sido sua finalidade, é certo que os monumentos de Teotihuacán, como os do platô de Gizé, desempenharam importantes papéis religiosos na vida das comunidades a que serviam. As tradições centro-americanas, compiladas pelo padre Bernardino de Sahagun no século XVI, davam expressão eloqüente à crença geral que Teotihuacán preenchera pelo menos uma função religiosa específica e importante nos tempos antigos. De acordo com essas lendas, a Cidade dos Deuses era assim conhecida porque “os Senhores lá enterrados, não pereceram após sua morte, mas se transformaram em deuses…”.

Em outras palavras, Teotihuacán era “o local onde homens se transformavam em deuses”. E era ainda conhecida como “o lugar daqueles que palmilhavam a estrada dos deuses” e “o lugar onde deuses eram criados”. Seria uma coincidência, especulei, que esta parecesse ter sido a finalidade das três pirâmides de Gizé? Os hieróglifos arcaicos dos Textos das Pirâmides, o conjunto coerente mais antigo de escrita existente no mundo, pouco espaço deixa para dúvida de que o objetivo final dos rituais realizados no interior dessas estruturas colossais era produzir a transfiguração do falecido faraó – “escancarar as portas do firmamento e abrir uma estrada”, de modo que ele pudesse “ascender para a companhia dos deuses”.

A idéia de pirâmides como meios destinados (presumivelmente, em algum sentido metafísico) a “transformar homens em deuses” era, em minha opinião, excessivamente estranha e peculiar para ter surgido independentemente no antigo Egito e no antigo México. O mesmo acontecia com a ideia de usar a planta arquitetônica dos sítios sagrados para incorporar um plano celeste. Além disso, havia outras estranhas semelhanças que mereciam ser investigadas. Da mesma forma que em Gizé, três pirâmides principais haviam sido construídas em Teotihuacán: a Pirâmide Templo de Quetzalcoatl, a Pirâmide do Sol e a Pirâmide da Lua. Como em Gizé, o plano do sítio não era simétrico, como se poderia ter esperado, e envolvia duas estruturas em alinhamento direto entre si, enquanto que a terceira parecia ter sido deliberadamente deslocada para um lado.

Por último, em Gizé, os topos da Grande Pirâmide e da Pirâmide de Quéfren estão no mesmo nível, mesmo que a primeira seja uma estrutura mais alta do que a segunda. De igual maneira, em Teotihuacán, os topos das pirâmides do Sol e da Lua estão no mesmo nível, mesmo que a primeira seja mais alta. A razão era a mesma em ambos os casos: a Grande Pirâmide havia sido construída em terreno mais baixo do que a Pirâmide de Quéfren e, a Pirâmide do Sol, em terreno mais baixo do que a Pirâmide da Lua. Poderia tudo isso ser coincidência? Não seria mais lógico concluir que houve uma ligação entre o México e o Egito nos tempos antigos? Pelas razões que descrevi nos Capítulos 18 e 19, eu duvidava que tivesse havido um elo direto, causal – de qualquer modo, nos tempos históricos.

Mais uma vez, contudo, como no caso do calendário Maia e dos velhos mapas da Antártida, não seria bom manter a mente aberta para a possibilidade de estarmos lidando com um legado; que as pirâmides do Egito e as ruínas de Teotihuacán pudessem expressar a tecnologia, o conhecimento geográfico, a astronomia baseada na observação (e, talvez, também na religião) de uma civilização esquecida, que havia outrora, como alega o Popul Vuh, “examinado os
quatro cantos, os quatro pontos do arco do céu e a face redonda da terra”? Há acordo geral entre os especialistas sobre a antiguidade das pirâmides de Gizé, que eles pensam ter cerca de 4.500 anos (uma grande piada dos “acadêmicos eruditos”).

Mas nenhuma “unanimidade semelhante” existe no tocante a Teotihuacán. Nem a Rua dos Mortos, nem o Templo de Quetzalcoatl, nem as pirâmides do Sol e da Lua foram jamais definitivamente datadas. A maioria dos estudiosos acredita que a cidade floresceu entre os anos 100 a.C. e 600 d.C., embora outros argumentem convincentemente que elas deviam ter surgido muito mais cedo, entre os anos 1500 e 1000 a.C. Mas há ainda outros que tentam, baseados principalmente em fundamentos geológicos, empurrar a data da fundação para o ano 4000 a.C., antes da erupção do Xitli, um vulcão próximo. Em meio a toda incerteza sobre a idade de Teotihuacán, não fiquei surpreso ao descobrir que ninguém fazia a mais vaga idéia da identidade dos que tinham realmente construído a maior e mais notável metrópole que jamais existiu no Novo Mundo pré-colombiano.

Tudo que se podia dizer com certeza era o seguinte: quando os astecas, em sua marcha para obter o poder imperial, descobriram acidentalmente, no século XII d.C., a misteriosa cidade, seus edifícios e avenidas colossais já eram velhos além do que se podia imaginar e tão densamente cobertos por vegetação que pareciam mais aspectos naturais do que obra do homem. Ligados a eles, porém, havia um fio de lenda local, transmitido de uma geração a outra, que dizia que as estruturas haviam sido construídas por gigantes e que tinham por finalidade transformar homens em deuses.

Indícios de uma Sabedoria Esquecida

Deixando para trás o Templo de Quetzalcoatl, voltei a cruzar a Cidadela, tomando a direção oeste. Não havia evidência arqueológica de que esse enorme espaço fechado tivesse algum dia servido como cidadela – ou, por falar nisso, servido a qualquer tipo de função militar ou defensiva. Tal como tantas coisas mais a respeito de Teotihuacán, as obras tinham sido planejadas com laborioso cuidado e executadas com um esforço enorme, embora a cultura moderna não tenha conseguido identificar sua verdadeira finalidade. Nem mesmo os astecas, os responsáveis pelos nomes de Pirâmides do Sol e da Lua (nomes que “pegaram”, embora ninguém tenha a menor idéia do nome pelo qual os construtores as haviam designado), conseguiram inventar um nome para a Cidadela.

Coube aos espanhóis fazer isso – uma vaidade compreensível, já que o pátio central de 14ha da La Ciudadela era cercado por um aterro maciço de mais de 7 m de altura e 45m de comprimento de cada lado. O passeio levou-me nesse momento à extremidade oeste do pátio. Subi um abrupto lance de degraus, cheguei ao alto do aterro e virei-me para o sul e a Rua dos Mortos. Mais uma vez, tive de lembrar a mim mesmo que isto não era, quase com certeza, o que os teotihuacanos (quem quer que tivessem sido) chamaram de a imensa e impressionante avenida. O nome espanhol, Calle de los Muertos, era de origem asteca, e baseado aparentemente na especulação de que os numerosos cômoros de cada lado da rua eram sepulturas (o que, descobriu-se mais tarde, não eram). Já consideramos a possibilidade de que o Caminho dos Mortos possa ter servido como uma contrapartida terrestre da Via Láctea.

De interesse nesse particular foi o trabalho de outro americano, Alfred E. Schlemmer, que – tal como Hugh Harleston Jr. – era engenheiro. O campo de estudo de Schlemmer era a previsão tecnológica, com referência específica à previsão de terremotos, sobre a qual apresentou um trabalho na XI Convenção Nacional de Engenheiros Químicos (realizada na Cidade do México, em outubro de 1971). O argumento de Schlemmer era que a Rua dos Mortos talvez jamais tivesse sido uma rua. Em vez disso, poderia ter sido construída originariamente como uma série de poços refletores interligados, cheios de água, que descia através da Pirâmide da Lua, situada na extremidade norte, por intermédio de uma série de eclusas que terminavam na Cidadela, ao sul. Andando na direção norte para chegar à ainda distante Pirâmide da Lua, achei que essa teoria tinha vários pontos em seu favor.

Para começar, a “rua” era bloqueada a intervalos regulares por altos muros divisórios, aos pés dos quais os restos de eclusas bem-feitas podiam ser vistos claramente. Além do mais, o tipo do terreno teria facilitado um fluxo hidráulico norte-sul, uma vez que a base da Pirâmide da Lua se situava em um terreno aproximadamente 33m mais alto do que a área em frente à Cidadela. As seções separadas poderiam ter sido facilmente enchidas com água e, na verdade, ter servido como poços refletores, criando um espetáculo muito mais dramático do que os oferecidos pelo Taj Mahal ou os famosos Jardins Shalimar. Finalmente, o Projeto de Mapeamento de Teotihuacán (financiado pela Fundação Nacional de Ciências, de Washington, D.C., e dirigido pelo professor Rene Millon, da Universidade de Rochester) havia demonstrado conclusivamente que a antiga cidade possuíra “numerosos canais e sistemas de distribuição de água cuidadosamente construídos, artificialmente dirigidos para segmentos retos de um rio, que formava uma rede dentro de Teotihuacán e seguia na direção do lago Texcoco, neste momento situado a 16km de distância, embora, talvez, no passado, mais perto”.

Era grande a discussão sobre o fim para o qual fora construído esse enorme sistema hidráulico. O argumento de Schlemmer era que a rede especial que descobrira tinha sido construída para servir a uma finalidade pragmática, como “monitor sísmico a longo prazo” – como “parte de uma ciência antiga, ora desconhecida”. Observou ele que terremotos que ocorrem em locais remotos “podem fazer com que ondas se formem em uma superfície líquida até no outro lado do planeta”, e sugeriu que os poços refletores cuidadosamente graduados e espaçados da Rua dos Mortos poderiam ter sido construídos “para permitir aos teotihuacános interpretar, à vista das ondas ali formadas, a localização e a força de terremotos em todo o globo, o que lhes permitiria prever uma ocorrência desse tipo em sua própria área”.

Não havia, claro, prova da teoria de Schlemmer. Não obstante, quando me lembrei da obsessão com terremotos e inundações, visível em toda a mitologia mexicana, e da preocupação, igualmente obsessiva, com a previsão de acontecimentos futuros, evidente no calendário maia, senti-me menos inclinado a ignorar as conclusões aparentemente forçadas do engenheiro americano. Se Schlemmer tinha razão, se os antigos teotihuacanos haviam realmente compreendido os princípios da vibração ressonante e os pusera em prática na previsão de terremotos, a implicação era que dispuseram de uma ciência avançada. E se indivíduos como Hagar e Harleston estivessem certos – se, por exemplo, um modelo em escala do sistema solar havia sido também introduzido na geometria básica de Teotihuacán -, tudo isso sugeria que a cidade era criação de uma civilização cientificamente evoluída e ainda não identificada.

Continuei a andar na direção norte ao longo da Rua dos Mortos e virei para o leste e para a Pirâmide do Sol. Antes de chegar a esse grande monumento, contudo, parei para examinar o pátio arruinado, cujo principal aspecto era um antigo “templo”, que escondia um enigmático mistério sob seu chão de rocha.


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