A INTERNET NASCEU LIBERTÁRIA E ANARQUISTA, MAS FOI SEQUESTRADA POR WALL STREET. COMO VAMOS RECUPERÁ-LA ?

RICHARDSTALLMAN

Foto de Richard Stallman

Os aspectos positivos da Internet existem pois a rede civil pós-ARPANET foi desenvolvida no vale do silício e em universidades por uns hippies libertários (no sentido clássico da palavra). Liberdade, anonimato, transparência, interoperabilidade, padrões abertos, vem tudo deles. 

Os “hippies de Berkeley” realmente colocavam a liberdade de comunicação e a colaboração acima do acúmulo de capital para si próprios; isso não é só um discurso bonito, podemos atestar que era assim ao observar os atos de gente como Tim Berners Lee, Richard Stallman, Dennis Ritchie e tantos outros.

Quando empresários, com mentalidade de capitalistas clássicos e obrigação de agradar acionistas de wall street, tentaram emplacar suas redes, elas eram fechadas, controladas e ineficientes; vide os lixos AOL, The Microsoft Network, CompuServe, e hoje o Facebook tentando sequestrar a web.

Como aconteceu tantas vezes na história, com o tempo a pressão por capital passou por cima da ideologia; como podemos trazer de volta para a Internet o espírito libertário e anarquista original?

OBS: Esse artigo pode ser encontrado no LINKEDIN.COM

Sobre o autor

MARCO GOMES trabalha com Estratégia de Implantação de Data Science em New York, USA. Profissional reconhecido em 2014 pela revista Forbes como um dos 30 jovens com menos 30 anos mais promissores do país; premiado como O Melhor Profissional de Tecnologias de Marketing do Mundo pela World Technology Network; fundador da boo-box, apontada como uma das empresas de publicidade mais inovadoras do mundo pelas revistas Fast Company e Forbes, vendida em 2015 para a FTPI Digital; e co-fundador do Heartbit / Mova Mais, app de saúde listado pela revista Consumidor Moderno como uma das 100 empresas mais inovadoras do Brasil. Marco fez educação executiva em Gerenciamento de Marketing Estratégico na Universidade de Stanford, Califórnia, e já palestrou na sede da ONU, em Nova York, sobre Economia Criativa e Liberdade de Expressão na Internet.

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