ANO DE 2017 MARCARÁ O INÍCIO DA ERA DOS ROBÔS (DA DITADURA DA I.A.)?

Posted by Thoth3126 on 05/07/2017

Seus ossos vão virar areia (Silício) e, sobre essa areia, um NOVO DEUS andará.” 

A frase é da robô Dolores, personagem da série de ficção científica Westworld. A realidade pode não ser tão ruim assim – mas certamente um muro, uma fronteira ou um novo esquema de permissão de trabalho não serão capazes de detê-los: a ascensão dos robôs pode ser o grande acontecimento de 2017. A mecanização e robotização vem tirando o trabalho das pessoas. Mas o processo está caminhando cada vez mais rápido, acelerando o tempo todo. E a próxima onda pode arrebentar logo – e perto de você.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

O ano de 2017 marcará o início da era dos robôs?

Mark Mardell-Da BBC News – Fontehttp://www.bbc.com

É bem verdade que desde a quebra do primeiro tear pelos ludistas, no auge da Revolução Industrial, em protesto contra a industrialização e as novas tecnologias, a mecanização vem tirando o trabalho das pessoas. Mas o processo está caminhando cada vez mais rápido, acelerando o tempo todo. E a próxima onda pode arrebentar logo – e perto de você.

Temos hoje uma grande diversidade de novas tecnologias aplicadas à robótica avançada e à criação de computadores mais rápidos, melhores e mais brilhantes. Ainda não se trata da chamada “inteligência geral”, que vai conseguir atingir objetivos complexos em ambientes tão complexos quanto com poucos recursos computacionais e que pode levar ao enigma ético (e até agora fictício) sobre a consciência das máquinas.

Mas equipamentos cada vez mais elaboradas estão realizando mais e mais trabalhos que antes exigiam o cérebro humano e substituindo também a força física.

Impressoras 3D eliminaram vagas de emprego na manufatura. Carros sem motoristas estão bem próximos de virar realidade, assim como os caminhões que não exigirão ninguém atrás do volante – o que não deixa de ser um pouco assustador se pensarmos que o motorista de caminhão é um dos trabalhos mais comuns em muitas partes do mundo, por exemplo.

Uma pesquisa recente da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sugere que cerca de metade dos postos de trabalho existentes hoje nos EUA serão automatizados até 2033. Datilógrafos e escriturários já foram extintos há algum tempo. Os próximos podem ser pessoas com boa formação que trabalham em Marketing, Medicina, Direito e, sim, até no Jornalismo.

E lembrem-se dos bancários. Em um artigo recente publicado pela agência Bloomberg, o presidente do banco State Street, de Boston, Michael Rogers, afirmou que atualmente emprega cerca de 30 mil pessoas, mas acredita que até 2020 uma em cada cinco delas será substituída por um algoritmo.

O escolhido de Donald Trump para assumir o Ministério do Trabalho, Andrew Puzder, presidente de uma empresa que controla redes de lanchonetes nos EUA, está feliz em ter menos funcionários e é adepto dos serviços automatizados de atendimento ao consumidor.

Eles (os robôs) são educados, sempre fazem vendas melhores, nunca tiram férias, nunca chegam atrasados ou ficam doentes e nunca cometem discriminação por idade, sexo ou raça.”

Se você acha que já leu essas previsões todas antes, está certo. Especialistas vêm falando há alguns anos sobre a quarta ou quinta revolução industrial, a terceira onda da globalização e a tecnologia disruptiva. Mas então por que desta vez é diferente? Por conta do contexto político – a questão é essa.

A POLÍTICA

O que deve significar esse novo impulso econômico, chegando aos bastidores da revolta do Cinturão da Ferrugem, região industrial americana que impulsionou a vitória de Trump e um polo dos esquecidos? Você deve ter percebido que 2016 foi um ano e tanto nos Estados Unidos. E tudo leva a crer que o clima deve continuar intenso em 2017 na Europa, com as eleições na Alemanha, França, Holanda e, provavelmente, na Itália.

Muitos veem isso como nada menos que um aumento dos desprivilegiados. Se há temas recorrentes, alguns deles são sobre nacionalismo e identidade. Mas também os deslocamentos econômicos e o crescente sentimento de desigualdade. O professor Richard Baldwin, economista do renomado Instituto Graduate, de Genebra, afirma que isso deve piorar.

Segundo as previsões dele, “alguns quartos de hotéis em Londres poderão ser limpos por pessoas conduzindo robôs diretamente do Quênia ou de Buenos Aires e de outros lugares por menos de um décimo do preço praticado na Europa”. E ele tem uma visão simples sobre a reação política das pessoas a este cenário: “Elas vão ficar com raiva”.

Alguns políticos reconheceram que 2016 marcou o início dessa raiva. O problema é que, entre paredes e barreiras comerciais, eles têm poucas opções para lidar com o aumento da desigualdade. E o mesmo acontece entre pensadores e legisladores. O ex-consultor de economia do vice-presidente dos Estados Unidos Joe Biden escreveu recentemente:

Para sermos honestos, precisamos admitir que nenhum dos lados – democratas ou republicanos – tem um plano robusto e convincente para recuperar os postos de trabalho em comunidades que perderam muito da base manufatureira”.

E admite: “Eu mesmo estudei esse problema durante vários anos e não cheguei nem perto de uma resposta”. A economista-chefe do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, defende o uso de políticas para impulsionar as pessoas a novas vagas de emprego. Mas, para isso, as vagas precisam existir. E nada garante que elas existirão.

SOLUÇÕES EXÓTICAS

Há décadas se fala sobre a importância das habilidades e da formação – e não parece que a indústria britânica seja tão bem sucedida ou dinâmica nesses quesitos. Ao contrário: está aquém das mais básicas e óbvias habilidades, dos pedreiros à tecnologia da informação.

Vamos considerar um cenário: o Reino Unido está com déficit de clínicos gerais, e muitos médicos em hospitais são estrangeiros. Apesar disso, há uma grande competição para se tornar médico – somente os alunos mais brilhantes e aplicados, com as melhores notas, têm alguma chance. A conta não fecha.

Mas talvez seja hora de ser otimista. Algumas soluções são bastante exóticas: uma das que mais me chamou atenção é o movimento conhecido como FALC (Fully Automated Luxury or Leisure Communism ou “comunismo de luxo e lazer totalmente automatizado”).

O argumento básico dos apoiadores desse movimento é que tudo o que precisamos logo vai ser tão barato que nós poderemos ter muito – isso, claro, se os atuais proprietários não ficarem com o lucro só para eles. Alguns pensadores da esquerda são muito mais pessimistas e alertam que essas tendências podem terminar com uma guerra entre os pobres – o extermínio dos trabalhadores, literalmente.

Robô” – termo usado pela primeira vez por um autor de ficção científica – é apenas a palavra tcheca para “servo”. Com a lógica do FALC, todos nós seríamos donos do fruto do trabalho dos robôs, como proprietários de escravos sem culpa. Algo como “o dinheiro é pobreza”. As sociedades pós-escassez não precisam disso.

Mas tudo isso depende de quem serão os proprietários (e controladordos robôs. Isso também poderia significar uma revolução na forma como nós encaramos o trabalho. Uma versão menos radical de tudo isso poderia ser o salário dos cidadãos, uma renda básica universal. Isso significa que todos receberiam essa quantia mínima, estejam trabalhando ou não.

Em uma entrevista recente à revista Wired, o ex-presidente Barack Obama já disse que a discussão sobre a renda universal básica é inevitável nos próximos anos.

Mas isso vai na contramão do espírito da época. A raiva dos eleitores com as circunstâncias econômicas está frequentemente atrelada com a reclamação de que a elite está paparicando aqueles que não fazem por merecer, sejam os beneficiários domésticos ou os trabalhadores imigrantes.

Claramente um projeto para aumentar drasticamente os benefícios sociais a todos e sem distinção – dos bilionários fúteis aos trabalhadores da base da pirâmide – pode não conquistar tanto apelo político da população. E também não há nenhuma certeza de que uma vida mais “básica” seria mais satisfatória, enobrecedora ou menos dividida e desigual que a vida com benefícios do governo como o seguro-desemprego.

Robô Gigante, estilo Avatar dá seus primeiros passos na Coréia do Sul:

 

Parece que não há soluções fáceis ou óbvias nem para a revolta do Cinturão de Ferrugem nem para a ascensão dos robôs. Mas uma boa resolução de Ano Novo pode ser uma promessa de procurar por soluções, sejam elas cinzentas, otimistas, pessimistas, estranhas, manjadas ou otimistas.

Demorou tempo demais para que os políticos acordassem para o fato de que o fim da velha era industrial teria consequências graves para todos. Melhor que não leve o mesmo tempo para pensar em um futuro que está ali, dobrando a esquina.


A exposição à verdade muda a tua vida, ponto final – seja essa verdade uma revelação sobre a honestidade e integridade pessoal ou se for uma revelação divina que reestrutura o teu lugar no Universo. Por esse motivo é que a maioria (a massa ignorante do Pão e Circo) das pessoas foge da verdade, em vez de se aproximar dela”. {Caroline Myss}

O medo é a emoção predominante das massas que ainda estão presas no turbilhão da negatividade da estrutura de crença da (in)consciência de massa. Medo do futuro, medo da escassez, do governo, das empresas, de outras crenças religiosas, das raças e culturas diferentes, e até mesmo medo da ira divina. Há aversão e medo daqueles que olham, pensam e agem de modo diferente (os que OUVEM e SEGUEM a sua voz interior), e acima de tudo, existe medo de MUDAR e da própria MUDANÇA.”  –  Arcanjo Miguel

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

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CONTAGEM REGRESSIVA PARA CONTATO A B E R T O COM ETS CONFEDERADOS

Posted by Thoth3126 on 27/09/2017

Com saudações amorosas de todas as almas nesta estação, Eu Sou Mateus. As preocupações aprofundadas em torno da Coréia do Norte levaram a indagações do tipo “As espaçonaves podem aterrissar se a presença ET pudesse evitar uma guerra nuclear?” E comentários como: “Seria realmente útil se os desembarques e a revelação das espaçonaves acontecessem em breve!” Queridos, permitamos que vocês fiquem seguros de que esta escalada retórica crescente não levará à uma guerra nuclear, e se algum míssil for lançado com ogivas nucleares, as tripulações nas naves espaciais (da Confederação Galáctica) evitarão sua detonação.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Contagem regressiva para contato ABERTO com ETs confederados e à serviço da Luz e elevação do planeta

Fonte: http://sananda.website/matthew  e  http://www.matthewbooks.com/

Quanto à divulgação e aos desembarques de espaçonaves da nossa frota, o que nós lhe dissemos há algum tempo ainda está em pé: Deus está encarregado do momento, na medida que só ele pode saber quando a segurança é certa para a chegada e desembarque para os povos da Terra. Os detalhes finais do reconhecimento oficial da chegada e da presença extraterrestre ao seu planeta serão adaptados a esse momento, mas não ouvimos falar de mudanças no plano básico. 

Através de uma transmissão nos canais de comunicação em todos os seus sistemas nacionais, as pessoas internacionalmente respeitadas anunciarão que as espaçonaves das civilizações extraterrestres benévolas estão em seus céus e algumas vão pousar iminentemente. Em seguida, os dignitários bem conhecidos que saúdam as equipes de desembarque serão exibidos e, se não naquele momento, logo depois, os membros de nossa família universal que são designados para várias missões em todo o mundo serão introduzidos em uma transmissão planetária em estilo de conferência.

Para os leitores que perguntaram se isso é verdade, se a divulgação acontecerá no dia 21 de dezembro, dizemos que, embora nada seja considerado impossível, não contem com isso. Os Illuminati não querem que as pessoas sequer especulem que extraterrestres amigáveis ​​possam existir vivendo na galáxia há anos-luz de distância. Para evitar a divulgação e o anúncio do projeto NESARA, que havia sido agendado para ocorrer em 12 de setembro de 2001, as trevas  perpetrou a infame traição do taque “terrorista” do 11 de setembro, ao WTC em N. York, contra o povo dos Estados Unidos e realizado por seu próprio governo (a Cabala das trevas de George Bush) e, desde então, os Illuminati cumpriram com sucesso em esconder a verdade sobre aquele infame ataque e a adoção do NESARA que teria sido feita naquele momento.

Absolutamente a presença de outras civilizações será oficialmente revelada, mas não espere por uma data especificada em alguma mensagem que circular na Internet – fontes das trevas atribuem tempos fictícios a eventos que eles sabem que não acontecerão. Quando a data chega, e o evento não acontece, as reações prováveis incluem desilusão, desânimo ou raiva, sentimentos que emitem as baixas vibrações que alimentam os seres das trevas e, se convencer as pessoas de que nada nas mensagens canalizadas por nós é crível, isso equivale a um duplo golpe do lado escuro.

Queremos responder aqui suas perguntas sobre círculos de colheita (Crop Circles) por causa da relevância dos círculos para a divulgação e o desembarques, e devemos chegar a isso. Primeiro, porém, eles são feitos por artistas especializados, você poderia dizer, a bordo de algumas das naves espaciais que cercam o planeta. Sua concentração em imagens mentais cria “estênceis” eletromagnéticos que são transferidos energeticamente para os campos selecionados onde dobram os talos de grãos exatamente de acordo com as imagens detalhadamente definidas dos artistas.

Alguns círculos transmitem mensagens, mas aqueles que fazem com que eles saibam que as interpretações corretas seriam raras, então seus projetos são principalmente para a beleza e a admiração. Sugerimos que as interpretações racionais não são necessárias (use sua intuição para capturar o significado) para apreciar esses aspectos dos círculos e, de muito mais importância, o propósito delesEles são evidências tangíveis de que outras civilizações estão próximas, e como elas podem viajar para a Terra, certamente elas têm a capacidade de invadir seu planeta, mas elas não o fazem. 

Durante quarenta e poucos anos, esses padrões deslumbrantes que aparecem durante a noite principalmente no Reino Unido, mas em muitos outros países, e agora, já são mais de mil, confundiram seus cientistas e “líderes”. Isso por si só seria o motivo fundamental para que a mídia principal nunca venha a mencioná-los, mas o verdadeiro motivo para a censura é que sua precisão e aparência repentina não pode ser feita por mãos humanas – então surge a pergunta quem está fazendo isso?

Os Illuminati sabem. É por isso que, através da sua influência nas indústrias do cinema e do jogo eletrônico, extraterrestres são retratados como criaturas grotescas que querem conquistar a Terra e destruir ou escravizar seus habitantes. Se os povos soubessem a miríade de maneiras de que esses visitantes sobrevoando em seus céus estavam ajudando o planeta e que, quando aterrissarem, sua extraordinária assistência se estenderá à restauração ambiental do planeta inteiro, eles receberiam com braços abertos essas pessoas atraentes, agradáveis ​​e amorosas de outros mundos sem qualquer medo de algo.

Mas, os seres das sombras dependem da energia do medo para sua sobrevivência. Assim, juntamente com a distorção sobre os “alienígenas”, eles devem impedir que os desembarques de suas espaçonaves sejam carregados de tecnologia, e eles fizeram isso mantendo seu mundo em um tipo de turbulência ou outra. Embora as guerras, o terrorismo e as doenças contagiosas virulentas tenham produzido o caos e o medo mais difundido, as condições econômicas e o clima selvagem também os servem bem para gerar o medo. Um exemplo recente é a série incomum de tempestades catastróficas que seus seres das sombras nos Estados Unidos começaram ou intensificaram, e se a geoengenharia pode ser “culpa da Rússia”, será mais um ataque vingativo contra o presidente Putin por se recusar a cooperar com eles e a sua agenda.

As tripulações das espaçonaves da Federação  diminuem o impacto desastroso do vento e da água provocados por essas supertempestades na medida em que podem, mas essas ocorrências são tragédias pessoais para os milhões diretamente afetados e a limpeza dos detritos e a reconstrução apresentam situações fiscais e logísticas severas para as regiões atingidas. No entanto, os efeitos positivos de tempestades poderosas – o mesmo se aplica aos incêndios florestais e aos terremotos e vulcões – sejam eles da natureza da Mãe Terra ou provocados pela humanidade, superam os efeitos negativos. 

Eles liberam a negatividade acumulada para que não possa se acumular e se tornar um armazém de alimentos para seres das trevas com mentes e corações escuros. São oportunidades para milhões de almas experimentar aulas cármicas escolhidas para seu progresso. O derramamento de orações em todo o mundo, o trabalho dos voluntários e doação de suprimentos de países distantes e a base da ajuda  para as populações atingidas – é amor-luz em ação – Estão aumentando as vibrações no planeta e dentro da sociedade humana. E cada ocorrência devastadora dá maior consciência de que a unidade de espírito serve a todos os povos muito mais do que a divisão que os seres à serviço das trevas estão tentando perpetuar no planeta.

Por que Matthew não fala sobre os reptilianos que correm por este planeta? Os reptilianos que estão no governo, os da mídia, os que são metamorfos? Por que ele não menciona a batalha que está acontecendo entre o bem e o mal, e por isso quero dizer a prática do Satanismo, o Diabo? “Digamos primeiro que nem todos os reptilianos na Terra são das trevas e nem todos os indivíduos inclinados a escuridão são reptilianos. 

Certamente, alguns o são – a realeza que manteve sua linhagem pura, membros das “famílias dominantes” que se casam para combinar suas fortunas e poder, e algumas pessoas que têm forte influência nos governos – mas mais humanos do que reptilianos são de índole à serviço das trevas, e todos são fantoches das forças das trevas atuando de fora do planeta. E, assim como há civilizações humanas cheias de Luz, também há civilizações reptilianas cheias de Luz. Os últimos estão ansiosos para dissipar a crença errônea de que suas espécies são sinônimas de escuridão, e eles estão trabalhando lado a lado com outras espécies para frustrar os esforços de seus parentes esquisitos, sempre que no universo eles estão causando estragos.

O DNA de cada espécie é único, mas não é a diferença na fisiologia que leva a caminhos piedosos (de serviço à Luz) ou malévolos (de serviço às Trevas). Essa é uma questão de escolhas feitas de livre (ARBÍTRIO) vontade por qualquer indivíduo em qualquer espécie EM QUALQUER PLANETA de todo o Universo – uma alma pode ser significativamente evoluída em alguns aspectos e ser desprovida de Luz, exceto a centelha que é a força mantenedora da sua vida. No entanto, é o DNA dos reptilianos de fora e no planeta que lhes permite superar a civilização da Terra em inteligência e capacidade de manifestação – é por isso que eles podem mudar de forma – e o pequeno número de pessoas que são descendentes de um ser humano (mamífero) e um reptiliano, os pais herdam partes do DNA de ambos. Novamente, essa diferença de maquiagem não tem nada a ver com as escolhas conscientes que conduzem uma pessoa a servir à Luz ou à escuridão.

Queridos irmãos e irmãs, simplesmente por ser você (realizando seu potencial divino), assim irradia Luz, e pedimos que você pense nisso atingindo todos os que caíram na escuridão – eles são os que mais precisam de Luz. É a ausência desta força mais poderosa no universo que os motiva a preencher o vazio ao causar medo aos outros – eles precisam de poucas vibrações de energia para se sustentar e suprimir seus próprios medos. Eles se percebem como os legítimos governantes do mundo e têm medo de perder esse controle se as altas vibrações da Luz alcançarem uma massa crítica da humanidade, o que já ACONTECEU. Isso é exatamente o que a Luz está fazendo, mas o que eles vêem como sua destruição será em realidade a sua salvação! O tsunami da Luz, a mesma energia que o amor, que você está enviando ajudará esses indivíduos a superar a própria escuridão que os mantem cativos á Trevas.

Agora falo por mim para falar sobre os dois comandantes reptilianos que vieram ao Nirvana 20 – alguns anos atrás para explicar ao Conselho como suas forças iriam parar a propagação de invasores de outra galáxia que entrou no sistema solar. Sua inteligência e simplicidade ao descrever suas capacidades foram realmente impressionantes, mas foi seu objetivo ao chegar, que foi particularmente notável. Os reptilianos são universalmente conhecidos por respeitar apenas as civilizações que se destacam pela força do guerreiro e do seu armamento; no entanto, eles queriam que o Conselho soubesse que eles protegeriam o reino do espírito da Terra e todos os outros mundos nesta galáxia onde a Luz do amor reina suprema.

Você pode estar interessado em saber que os corpos dos comandantes reptilianos eram menores e mais leves do que a maioria dos humanos adultos, eles não tinham cabelo, sua pele era cinza, seus olhos pretos e penetrantes. Isso pode não soar atraente, mas aqueles homens equilibrados e silenciosamente seguros em uniformes militares personalizados pareciam bastante distintos. Os reptilianos em outras civilizações podem parecer consideravelmente diferentes como espécies, podem manifestar qualquer forma que desejam (capacidade de mimetismo) e mudar para outra em um piscar de olhos.

Após a conferência, um dos comandantes recebeu permissão do Conselho para transmitir a minha mãe uma apresentação para um livro, e sua informação esclarecida foi incluída em uma mensagem há alguns anos atrás. [A apresentação de Horiss e a descrição de seu povo e pátria são um capítulo do livro Voices of the Universe e parte da mensagem de 24 de junho de 2009 ] Obrigado, mãe.

Agora, a perspectiva mais elevada da “batalha entre o bem e o mal” é a Luz vs.a ausência de Luz; e Diabo e Satanás são nomes que personificam as forças das trevas, o vasto campo de força universal que compreende a energia emitida por todos os pensamentos, sentimentos e ações com focos negativos. As crenças religiosas inventadas pelos poucos que servem para controlar as massas têm um Ser Supremo que decide onde as pessoas irão quando morrerem. Se eles forem julgados “bons”, eles serão recompensados ​​indo para um lugar repousante e permanecer lá para sempre; se julgados “maus”, eles vão para um inferno eterno governado pelo diabo ou Satanás. Essas crenças, que causaram séculos de derramamento de sangue maciço em nome de Deus, Allah ou qualquer outra designação para o Ser Supremo deste universo, não têm conhecimento  com a realidade universal de que tanto o “bem” como o “mal” são correntes de energia com anexos positivos ou negativos, respectivamente.

Querida família, sabemos que você quer que isso e todos os outros avanços na conscientização e espiritualidade sejam mais rápidos. Sabemos, também, que você não se lembra que as civilizações levaram até 50.000 anos em seu conceito de tempo para alcançar o momento que vocês estão, mas veja o progresso surpreendente que sua Luz ajudou a alcançar desde que a transformação mundial começou apenas os últimos 80 anos atrás.

Nunca se sinta sozinho em sua missão para ajudar o povo da Terra a despertar. Nós e todos os outros seres da Luz o apoiamos com o poder incomparável do nosso amor incondicional. Paz e amor

Suzanne Ward – Website: The Matthew Books  –  Email: suzy@matthewbooks.com


Existem três coisas que não podem ser escondidas por muito tempo: a  Lua, o Sol e a VERDADE” – Sidhartha Gautama (Budha)

 

É de sua responsabilidade dedicar o máximo de tempo para a sua própria Libertação”.  Arcanjo Miguel

Tudo o que somos é o resultado do que pensamos. Se um homem-mulher fala ou age com um pensamento maligno, a dor o acompanhará como uma sombra. Se um homem-mulher fala ou age com um pensamento puro, a felicidade o segue, como uma luz que nunca o deixa”. – Budha  (Sidharta Gautama)

 

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LA EKONOMIO DE ANARKIISMO

Ni citas iun, kiu reprezentas la intelektan tempon en kiu ni vivas, Sarah Palin: “nun ne estas la momento eksperimenti pri la socialismo”. Ĉi tio dum la plej malbona krizo ekde la jaroj 30! La anarkiistoj diras, ke ĉi tiu estas ĝuste la momento, sed nur se temas pri liberecana socialismo!

La krizo de la kapitalismo, denove!, kaj la fiasko de la socialismo de ŝtato ne povas esti pli klaraj. La socialdemokratio iĝis novliberala (ĉu nova laborismo?, ĉu novtaĉeranoj?) kaj je ĉi tiu jaro okazas la 20a datreveno de la disfalo de la stalinismo en Orienta Eŭropo. Per sia kapitalismo de ŝtato kaj sia diktatorado de partio, la stalinismo atingis, ke la malsano (la kapitalismo) estis pli alloga ol la rimedo (la socialismo). Tio devus pravigi la anarkiistojn. Personoj kiel Bakunin antaŭdiris ĉi tiujn rezultatojn pluraj jardekoj antaŭ ol ili fariĝis realaĵo.

Esperantigita de Jesuo González

Enviado por jordi el Mié, 09/10/2013 – 11:40.


Ekzistas do malfermo por reala alternativo. Ni ne devas forgesi, ke la kapitalismo ne estas pli ol la lasta formo de la ekonomio. Laŭ Proudhon, “la radikala malvirto de la politika ekonomio konsistas (…) aserti, ke transira kondiĉo estas definitiva stato, tio estas, la divido de la socio inter patricioj [riĉigita elito] kaj laboristoj”. Ni vidis sklavan laboron, poste servuteco kaj poste kapitalismo. Kio estas la kapitalismo? Kiel diris Proudhon, “la periodo, kiu ni spertas tiumomente (…) distingiĝas per speciala karakterizaĵo: la SALAJRATA LABORO”.

 La kapitalismo estas ekonomia sistemo bazita sur dungita laboristaro, kiu iom post iom vendas sian laboron (liberecon) al mastro. Por la anarkiistoj, ĉi tio devus nomiĝi salajrata sklaveco.

 La anarkiismo luktas por la asociita laboro, alivorte, la libera laboro: la situacio en kiu tiuj, kiuj faras la laboron ĝin administras. Longatempe, la celo estas la abolo de la laboro (la laboro kaj la ludo estus egalaj). Citante Kropotkinon, ni luktas por “krei situacio en kiu ĉiu persono povas vivi laborante libere, sen esti devigita vendi [sia] laboro kaj [sia] libereco al aliuloj, kiuj amasigas riĉecojn danke al la laboro de siaj servutuloj”.

Originoj de la anarkiismo

La anarkiismo ne estis ellaborita de pensuloj en biblioteko. Ĝiaj originoj, kiel insistas Kropotkin en lia klasika verko ‘La moderna socio kaj la anarkiismo’, lokiĝas en la lukto kaj la memorganizado de la laboristoj kontraŭ la ekspluatado kaj la premo.

Ni ne abstrakte komparas la kapitalismon kun plej bona socio, sed ni vidas la strukturojn de la nova mondo, kiel io, kio ŝprucas ene kaj kontraŭ la kapitalismo. Ekzemple la asembleoj kaj komitatoj kreitaj por plenumi strikon, kiuj estas viditaj, kiel la laboristaj organizoj organizontaj de la produktadon en libera socio. Citante la IWW-n (Industrial Workers of the World- Industriaj Laboristoj de la Mondo), “ni konstruu la novan mondon en la ŝelo de la malnova”.

La malsamaj anarkiismaj skoloj

Ekzistas, ĝenerale, tri malsamaj anarkiismaj skoloj (aŭ socialismaj liberecanaj): mutualismo, kolektivismo kaj komunismo. La anarkisindikatismo estas pli taktiko ol celo kaj, sekve, ĝiaj aktivuloj celas unu el tri (ĉefe la anarkikomunismon kvankam Bakunin, kiu estis la unua, kiu formulis la anarkisindikatismajn taktikojn, nomiĝis al si mem kolektivisto). Praktike, kompreneble, la malsamaj areoj provos malsamajn skemojn, dependante de tio, kion deziras la personoj kaj de la objektivaj cirkonstancoj kontraŭ kiu ili alfrontiĝas. La libera provo estas baza liberecana principo.

Kvankam ĉi tiuj tri skoloj diferencas per iuj temoj, kundividas esencajn principojn. Fakte, se iu asertas, ke io estas “anarkiismo” kaj malakceptas iun el ĉi tiuj skoloj ni povas diri, ke tio tute ne estas anarkiismo.

La unua principo estas la posedo, ne al la privata proprieto. Sekvante al ‘Kio estas la proprieto?’ de Prudono, en libera socio la uzrajtoj anstataŭas la proprietorajtojn. Ĉi tio aŭtomate signifas egaligan dissendon de la riĉeco. La dua estas la socialigo. Ĉi tio signifas liberan aliron al la dungado kaj la tero kaj, sekve, la finon de la bienuloj kaj la mastroj (ĉi tio kelkfoje nomiĝas “okupado kaj uzo”). La tria estas la propravola asocio aŭ alivorte la memadministrado de la produktado farita de la produktantoj. Kvankam la nomo donita al ĉi tiuj asocioj de laboristoj varias (kooperativoj, sindikatoj, kolektivoj, kompanioj de laboristoj nur estas iuj el tiuj nomoj), la principo estas la sama: unu persono, unu voĉdono. La lasta baza principo estas la libera federacio. Ĉi tiu baziĝas sur la libera asocio, kiu estas esenca por ajna aktiva ekonomio, la horizontalaj rilatoj inter la produktantoj kaj la federacioj por kunordigi la komunajn interesojn. Ĝi postulas la malcentralizon (la kapitalismaj entreprenoj kaj la stalinismaj ekonomioj pruvas, ke la centralizo ne funkcias) kaj la organizon de sube supren, per revokeblaj kaj komisiitaj delegitoj.

Bakunin resumis ĉi tiun tipon de ekonomio dirante, ke “la tero apartenas nur al kiuj ĝin kultivas per siaj propraj manoj, al la terkulturaj komunumoj (…) la produktiloj apartenas al la laboristoj, al la asocioj de laboristoj”. La pravigo de la preno de decidoj farita de ĉi tiuj memregadaj entreprenoj estus tiel malsama de la kapitalismo, kiel ilia strukturo. Citante Kropotkinon, en sana socio, la ekonomio devis esti “la studo de la necesoj de la homaro kaj la rimedoj por kontentigi ilin per la plej malgranda ebla konsumo de homa energio”. Ni hodiaŭ devus aldoni ekologiajn konsiderojn, kiujn preskaŭ certe estus inkludinta Kropotkin (lia klasika verko ‘Kampoj, fabrikoj kaj atelieroj’ havas klaran ekologian perspektivon, kvankam li ne uzis ĉi tiun terminon).

Kritiko pri la proprieto

Por kompreni la anarkiismaj konceptoj pri libera ekonomio, ni devas kompreni la anarkiisman kritikon pri la kapitalismo. Kiel estas bone konata Prudono proklamis, ke “la proprieto estas ŝtelo”. Per ĉi tio li volis temi du aferoj. Unue, la bienuloj enspezis al la kamparanoj la aliron al la rimedoj de postvivado. Tiel, la rento estas ekspluatado. Dua, la salajrata laboro ankaŭ estas ekspluatado. La laboristoj devas produkti pli valoron ol siaj salajroj. Ni citas Prudonon:

Ĉiu, kiu laboras iĝas proprietulo. Ĉi tiu estas nepra dedukto el la principoj de la politika ekonomio kaj la juro. Kaj kiam mi diras proprietulon, mi tute ne volas diri—kiel faras niaj hipokritaj ekonomikistoj— proprietulon de lia monatribuo, lia salajro, lia pago. Mi volas diri proprietulon de la valoro, kiun li kreas kaj de kiu nur profitiĝas la mastro. (…) La laboristo konservas, eĉ post kiam li ricevis sian salajron, la naturan rajton pri sia produktaĵo”.

Tial diras Prudono, ke “la proprieto estas despotismo”. Alivorte, la proprieto produktas hierarkiajn sociajn rilatojn kaj ĉi tiu strukturo de aŭtoritato permesas la mastrojn manipuli la laboristojn kaj ekspluati ilin. Denove ni citas Prudonon:

Ĉu vi scias tion, kio signifas esti salajrata laboristo? Estas labori sub la ordonoj de aliulo, atente al liaj antaŭjuĝoj eĉ pli ol liaj ordonoj. (…) Estas ne pensi per si mem (…) ne havi pli stimulojn ol gajni la ĉiutagan panon kaj la timon perdi vian laboron. La salajrulo estas homo al kiu la mastro dunginta lin diras al li: ‘tio, kion vi devas fari ne estas via afero, vi havas nenian kontrolon pri tio’”.

Por atingi ĉi tion, kiel oni diris antaŭe, la proprietorajtoj anstataŭas la uzrajtojn. La persona posedo nur ekzistas koncerne al la objektoj uzitaj de vi. Kiel diras Alexander Berkman, “la anarkiismo neniigas la privatan proprieton de la rimedoj de produktado kaj dissendo kaj, sekve, la kapitalisman entreprenon. Via persona posedo nur estas la objektoj uzitaj de vi: via horloĝo estas via sed la fabriko de horloĝoj apartenas al la popolo. La tero, la maŝinaro kaj ĉiuj aliaj publikaj servoj estos kolektiva proprieto, ne vendeblaj nek aĉeteblaj. La sola rajto estos la reala uzo, ne de proprieto sed de posedo. La organizo de la karbominoj, ekzemple, estos respondeco de la karboministoj, ne kiel proprietuloj sed kiel agentejo komisiita de ilia ekspluatado. La asocioj de fervojistoj administros la fervojojn kaj tiel ĉio. La kolektiva posedo kooperative administrita por intereso de la komunumo anstataŭos la privatan proprieton por gajni monon”.

Proudhon resumis ĉi tion parolante pri “posedantoj sen mastroj”.

Socialigo

Kvankam ne ĉiuj anarkiistoj uzis la terminon “socialigo”, ĉi tiu estas la necesa fundamento de libera socio kaj, memkompreneble, la koncepto —kvankam ne la termino— estas en la bazo de la anarkiismo. Ĉi tio estas tiel ĉar la socialigo garantias la universalan memadministradon permesante la liberan aliron al la rimedoj de produktado. Kiel argumentis Emma Goldman kaj John Most, “ĝi logike ekskluzivas ĉiun rilaton mastro-servutulo”.

Ĉi tiu estis anarkiisma ideo ĉiam, kiam la anarkiismo nomiĝis anarkiismo. Tiel, ekzemple, je 1840 Prudono diris, ke “la tero estas nemalhavebla por nia ekzisto” kaj estas “sekve, komunaĵo ne alproprigebla” kaj “estante la tuta amasigita kapitalo socia proprieto, neniu povas esti ĝian ununura proprietulo”. Ĉi tio signifas ke “la farmisto ne proprigas sin de la kampo, kiu li semas” kaj “la tuta kapitalo (…) estante la rezulto de la kolektiva laboro” estas “kolektiva proprieto”. Do ne povas surprizi, ke Prudono argumentis favore de “asocioj de laboristoj demokratie organizitaj” kaj asertis, ke “konsente kun la leĝo de asocioj, la transdono de la riĉeco ne aplikas la laborilojn, kiuj pro tio ne povas iĝi kaŭzo de neegaleco”.

Kiel klarigas la ekonomikisto David Ellerman, la demokratia entrepreno “estas socia komunumo, komunumo de laboro, ne komunuma restadejo. Estas respubliko (aŭ publika afero) de la laboro. La rajtoj de administrado estas atribuitaj, kiel individuaj rajtoj (…) al la personoj laborantaj en la entrepreno (…) Ĉi tiu analizo montras, kiel entrepreno socialigeblas kaj tamen daŭre esti ‘privata’, sence esti proprieto ne de la registaro”.

Memadministrado

La socialigo logike signifas, ke ne povas ekzisti labormerkaton kaj la homo simple serĉas asociojn al kiuj kuniĝi kaj la asocioj serĉas asociitojn. La salajrata laboro estus estintaĵo kaj estus anstataŭita de la memadministrado.

Kelkfoje ĉi tio estas nomita “laborista kontrolo” aŭ laŭ Prudono, “industria demokratio”, estante la entreprenoj konsideritaj kiel “malgrandaj respublikoj de la laboristoj”. Por Kropotkin, liberecana ekonomio estus bazita sur “asocioj de geviroj, kiuj (…) laboras en la kampo, fabrikoj, minoj, ktp” kaj estas “ili mem, kiuj administras la produktadon”.

Ĉi tio estus bazita sur la principo de unu membro, unu voĉdono (kun egaligaj strukturoj kaj rezultatoj), la elekto kaj revokeblo de la administrularo, la kunfandiĝo de la mana kaj intelekta laboro kaj la kundivido de la laboro ĝenerale (work), fronte al la funkcia divido de la laboro (labour).

Tiel, kiel proponis Prudono, la entreprenoj “estas la komuna kaj nedividebla proprieto de ĉiuj, kiuj partoprenas en ili” kaj ne “kompanioj de akciuloj, kiuj prirabas la korpojn kaj animojn de la salajrataj laboristoj”. Ĉi tio signifas liberan aliron: “ĉiuj kaj ĉiu el la personoj dungitaj de la asocio” havas “nedivideblan parton de la proprieto de la entrepreno” kaj ili havas, krome, “rajton okupi ajnan postenon”, ĉar “ĉiuj laborpostenoj estas elekteblaj kaj la regularoj estas aprobitaj de la membroj”.

Kvankam ĉi tiuj principoj subkuŝas en ĉiuj anarkiismaj skoloj, estas diferencoj inter ili.

Mutualismo

La unua anarkiisma skolo estas la mutualismo, ĝenerale asociita kun Prudono.(1)

Ĉi tiu sistemo konformas al la merkatoj. Sed ĉi tio ne signifas kapitalismon ĉar la merkatoj ne estas, kio difinas tiun sistemon. La merkatoj ekzistis miloj da jaroj antaŭ ol la kapitalismo. Tio, kio distingas la kapitalismon estas la produktado de varoj kaj la salajrata laboro.(2) Ĉi tio signifas, ke la mutualismo baziĝas sur la varproduktado sed la salajrata laboro estis anstataŭita de la memaministrado kaj la kooperativismo.

Ĉi tio signifas, ke oni faras la dissendon laŭ la realigita laboro, laŭ la produkto, ne laŭ la necesoj. La laboristoj ricevas la plenan produkton el ilia laboro, post pagi ĉiujn elspezojn. Ĉi tio ne signifas, ke la kooperativoj ne investas sed la tuta asocio decidas la parton el iliaj kolektivaj enspezoj, kiun ĝi disdonas al la individuaj membroj kaj konservas por uzo de la kooperativo.

La novklasika ekonomio argumentas, ke la kooperativoj estigas multan senlaborecon.

Tamen, kiel okazas kun la cetero de ĉi tiu ideologio, ĉi tio baziĝas sur falsaj supozoj kaj konklude estas teorio, kies antaŭdiroj tute ne alkonformiĝas al la observitaj faktoj.

Krom la kooperativoj, la alia ŝlosila ideo de la mutualismo estas la senpaga kredito. Ekzistus Banko de la Popolo, kiu nur enspezus interezkvoton por kompensi elspezoj (preskaŭ la 0 procento). Ĉi tio permesus la laboristojn krei siajn proprajn rimedojn de produktado. Denove la novklasikaj ekonomikistoj indikas, ke ĝi estigus inflaciproblemon, kiam la mutualismaj bankoj pliigos la monan oferon per la koncesio de kreditoj. Tamen, ĉi tio estas eraro, ĉar la kredito ne kreiĝas per ajna maniero, sed per “racia” maniero, tio estas, oni koncedas ĝin al projektoj el kiuj oni esperas, ke ili produktas pliajn varojn kaj servojn. Sekve, ĝi ne kreus problemon de troo da mono al la serĉo de varoj, sed pli ĝuste mono, kiun oni uzus por la kreo de pli kaj pli varoj.

Laste, ni havas la agroindustrian federacion. Prudono konsciis pri la problemoj kontraŭ kiuj alfrontus la izolitajn kooperativojn kaj pro tio li proponis, ke la asocioj organizis federacion por malgrandigi riskojn per la solidareco, la interhelpo kaj la apogo. Kiel ĉiuj industrioj estas interrilatigitaj, ĝi havas sencon, ke ili apogas sin reciproke. Krome, la federacio estis vidita, kiel maniero eviti la revenon de la kapitalismo danke al la fortoj de la merkato. La publikaj servoj (kiel la fervojoj, la ŝoseoj, la medicina atento, ktp.) ankaŭ estus de komuna proprieto kaj administritaj de kooperativoj de laboristoj.

La mutualismo estas reformisma laŭ ĝia strategio ĉar ĝi celas anstataŭi la kapitalismon pere de konkuraj kaj alternativaj institucioj. Malmultaj anarkiistoj apogas ĉi tiun perspektivon.

Kolektivismo

La sekva anarkiisma skolo estas la kolectivismo asociita kun la gravulo de Bakunin. Estas simila al la mutualismo sed baziĝas malpli sur la merkatoj (kvankam daŭre defendas la dissendon surbaze de la produktoj). Tamen, ĝi havas pli komunismajn elementojn kaj la plimulto el ĝiaj simpatiantoj kredas, ke ĝi evoluos al la liberecana komunismo.

Komunismo

Unue, ĉi tiu skolo havas nenian rilaton kun la leninismo/stalinismo. Tio estis kapitalismo de ŝtato kaj ne komunismo kaj tute ne liberecana komunismo. La plimulto el la anarkiistoj estas komunismaj liberecanoj kaj la teorio estas asociita kun la penso de Kropotkin.

Kontraste kun la mutualismo kaj la kolektivismo, ĉi tie ne ekzistas merkatoj. La liberecana komunismo baziĝas sur la monabolo aŭ de ĝiaj similaĵoj (atestoj pri laboro). Sekve, nek salajrata laboro nek sistemo de salajroj (“el ĉiu laŭ liaj kapabloj, al ĉiu laŭ liaj necesoj”).

La komunisma anarkiismo etendas la kolektivan posedon al la laborproduktoj. Ĉi tio ne signifas, ke oni kundividas la brosojn de dentoj sed simple, ke la varoj estas libere atingeblaj por kiuj ilin bezonas. Diras Kropotkin: “Komunismo, sed ne la abstina komunismo aŭ la komunismo de barakoj antaŭe defendita [de la socialistoj de ŝtato], sed la libera komunismo, kiu metas la rikoltitajn aŭ manufakturajn produktojn al dispono de ĉiuj, permesante ĉiun konsumi ilin, kiel al li plaĉas en lia propra hejmo”.

Ĉi tiuj anarkiistoj proponas la nuligon de la mono ĉar ekzistas multaj problemoj kun la merkatoj kiel tiaj, problemoj, kiujn la kapitalismo plimalbonigas sed ili eĉ ekzistus en nekapitalisma sistemo de merkato. Ekzemple, la enspezoj ne indikas la necesojn kaj justa socio rekonus ĉi tion. Multaj necesoj ne eblas kontentigitaj de la merkatoj (ekzemple, la publikaj varoj kaj efika medicina atento). La merkatoj blokas la bezonan informon por la preno de gravaj decidoj (ke io kostas 5 eŭroj ne diras al vi, kiom da poluo estigis aŭ, kiuj estas la laborkondiĉoj en kiuj ĝi kreiĝis). Krome, ili sisteme rekompencas la kontraŭsocian aktivecon (la entreprenoj, kiuj altrudas eksterigojn povas plimalaltigi la prezojn por pliigi la profitojn kaj esti rekompencitaj, sekve, per plej granda parto el merkato). La merkatfortoj kolektive produktas neraciajn kondutojn, kiel konsekvenco de la izolitaj individuaj agoj (ekzemple, la konkurado povas fari, ke la homo laboras pli forte kaj pli tempo por postvivi en la merkato kaj kaŭzi superproduktadon kaj krizon, kiam la entreprenoj reagas al la samaj signaloj de la merkato kaj invadas lin). La neceso de profitoj ankaŭ pliigas la necertecon kaj, sekve, la eblon de krizo kaj ĝia sekva socia mizero.

Anstataŭ kompari prezojn, la atribuo de rimedoj en la anarkokomunismo baziĝus sur la komparo de uzvaloroj de specifaj varoj kaj sur iliaj relativaj malabundecoj. La komparitaj uzvaloroj estus pozitivaj (ekzemple, se ili bone kontentigas la necesojn) kaj negativaj (ekzemple, kiujn rimedojn uzis, kian poluadon generis, kiom da laboro postulis, ktp.). Tiel, oni povas komuniki kaj uzi la informon pri la realaj kostoj por preni gravajn decidojn. La malabundeco estus indikita de la sindikatoj, kiuj komunikus la kvanton de ricevitaj mendoj kompare kun ilia normala kapablo: kiam la sindikatoj ricevas pli mendojn, ilia indikilo de malabundeco da produktoj pliiĝus, informante tiel aliajn sindikatojn por ke ĉi tiuj serĉu anstataŭantojn por tiuj varoj.

Evidenteco

Oni diros, ke tio estas nur pia deziro. Sed ne estas tiel, ĉar la empiria evidenteco favore de la liberecanaj ekonomiaj ideoj estas nekontestebla.

Ekzemple, la partopreno de la laboristoj en la administro kaj profitoj pliigas la produktecon. La entreprenoj administritaj de la laboristoj estas pli produktemaj ol la kapitalismaj. Nekontestebla 94 procento el la 226 studaĵoj realigitaj sur ĉi tiu temo montras, ke ekzistas pozitivaj efektoj, estante ĉirkaŭ 60 procento statistike gravaj. Estas interese substreki, ke la proprieto de la laboristoj havas gravan efekton sur la rezultatoj se la laboristoj partoprenas en la decidprenoj.

Krome, la kooperativoj havas malmultajn neegalecojn de salajroj kaj de rango (sub 1 al 10, kompare kun diferencoj de 1 al 200 kaj pli altaj en la plurnaciaj entreprenoj). Ne povas surprizi, ke la altaj niveloj de egaleco estigas kreskon de la produkteco (al neniu ŝatas labori, kiel sklavo por ke aliuloj riĉiĝu danke al lia laboro).

Kaj kio okazas kun la foresto de merkato de valoroj? Oni ne necesas diskuti, ke la merkatoj de valoroj estas malutilas por la reala ekonomio en la numtempa ciklo. Sufiĉas diri, ke ekzistas gravaj problemoj de komuniko inter la estraroj kaj la akciuloj. Krome, la merkato de valoroj rekompencas la serĉon de profitoj mallongtempe super la kresko longtempe, tial produktiĝas troo da investo en kelkaj industrioj kaj kreskas la riskoj kaj vetoj. La financa kapitalo havas komercajn ciklojn malpli ekstremaj ol la merkato de valoroj.

La sukcesaj kooperativoj sub la kapitalismo, kiel Mondragón, estas kutime grupigitaj, kio pruvas la intereson havi agroindustrian federacion kaj ili ofte estas asociitaj al siaj propraj financaj institucioj (kio, denove, montras la validecon de la ideoj de Prudono).

Krome, ni havas la ekzemplon de pluraj sociaj revolucioj tra la mondo. Nenia prelego pri la anarkiismo estus kompleta se oni ne parolas pri la hispana revolucio de 1936, kaj ĉi tiu ne estas escepto. Tamen, ni mencias ĝin pro kialo: ĝi pruvas, ke la liberecana memadministrado povas funkcii grandskale, kiel okazis en Katalunio, kie la industrio sukcese estis kolektivigita, dum grandaj terkulturaj areoj kolektiviĝis kaj estis administritaj kolektive. Ĵuse, la ribelo kontraŭ la novliberalismo en Argentino inkludis la okupaĵon de fermitaj entreprenoj. Ĉi tiuj reprenitaj entreprenoj montris ke, dum la mastroj nin bezonas, ni bezonas ne ilin.

Marŝ’!

Ni skizis la dezirindon kaj validecon de la liberecana socialismo, sed la afero, kiu prezentiĝas estas, kiel atingi ĝin. Evidente, iu elemento estus krei kaj apogi kooperativojn ene de la kapitalismo (Prudono: “Ke la nova socio estiĝu en la koro de la malnova”). Ĉi tio povus inkludi promocii la socialigon kaj la kooperativojn, kiel alternativaj al la fabrikfermoj, la monelaĉetoj kaj la ŝtatigoj.

Tamen, la plimulto de la anarkiistoj vidas tion, kiel parto de la kulturo de rezisto aŭ de la kolektivaj luktoj kontraŭ la kapitalismo kaj la ŝtato. Alivorte, promocii la rektan agon (strikoj, protestoj, okupaĵoj, ktp.) kaj garantii, ke ĉiuj luktoj estas memadministradaj de kiuj partoprenas en ili kaj ĉiu organizo kreita de ili ankaŭ estas memadministrada de sube. La celo estus, ke la homo komencu okupi entreprenojn, loĝejojn, terojn, ktp, tiel etendante la socialigon. Kiam ni organizas niajn luktojn, ni lernas organizi niajn vivojn. Kreante luktorganizoj kontraŭ la nuntempa sistemo, ni kreas la embriojn de libera socio.

Ni kune povas ŝanĝi la mondon!

Plia informo: http://anarchism.pageabode. ĉe http://www.anarchistfaq.org.

(Teksto bazita sur prelego plenumita dum la konferenco “Practical Economics: radical alternatives to a failed economic system” organizita de Radical Routes, la 23an de majo. Radical Routes estas reto de kooperativoj kaj ĝia adreso estas Radical Routes Enquiries, c/o Cornerstone Resource Centre, 16 Sholebroke Avenue, Leeds, LS7 3HB).

Originala versio: http://anarchism.pageabode.

(1) Oni devas rimarki, ke en la akademia ekonomio ĉi tiu sistemo estas nomita ofte “sindikatismo” aŭ “sindikatismo de merkato”, kio pruvas, ke oni ne bezonas havi bonajn sciadojn por skribi pri ĉi tiuj temoj.

(2) Se oni permesas al ni citi Engelson, “por la celo de la produktado (produkti varoj) al la instrumento ne gravas la karakteron de la kapitalo”, ĉar la “produktado de varoj estas unu el la antaukondiĉoj por la ekzisto de kapitalo (…) ĉiam, kiam la produktanto nur vendas tion, kion li mem produktas, ne estas kapitalisto; tio estos nur se li uzas siajn instrumentojn por ekspluati la salajratan laboron de aliaj” (Collected Works, vol. 47, pp. 179–180). En ĉi tio, Engels simple ripetas la analizon de Marx en La Kapitalo (kiu, siavice, ripetis la distingon de Prudono inter proprieto kaj posedo).

FONTO: http://www.rojoynegro.info/

TUDO É POSSÍVEL PARA VOCÊS!

Mensagem de Saint Germain através de Adriano Pereira

21 de setembro de 2017

Amigos, Eu Sou Saint Germain e sinto que vocês estão angustiados neste momento decisivo da vida no planeta Terra. Há tamanha incerteza que seus corações estão fechados para o Amor. O noticiário ao redor do planeta praticamente só trata de corrupção, ameaças de guerra, sansões, disputas de poder onde o mais forte – os mocinhos – tentam impor sua vontade sobre os maus, invariavelmente as vítimas.

Tem sido assim ao longo de sua história, entretanto, na última década a ênfase sobre o julgamento e acusações sobre os inimigos – dos escuros – tem se acentuado exponencialmente, tanto que nos dias atuais, as notícias são praticamente apenas sobre isto, quase que 24 horas por dia.

Para onde vocês olharem, as mesmas notícias estão estampadas nas manchetes, nas televisões, nos jornais, nas revistas, nas rádios, incessantemente repetidas de forma a causar o maior impacto negativo nas mentes dos inocentes seres humanos, que ao se permitirem absorver toda essa negatividade – a escolha é sempre de vocês – entregam o seu poder para os escuros que sempre os mantiveram escravizados e de joelhos perante ao irresistível poder opressor deles.

Isto era esperado, e está tudo dentro do planejamento que o Céu fez para libertar a humanidade da escravidão. Tenham fé.

Há tantas atividades sendo desenvolvidas – neste momento – por todo o planeta, em um esforço conjunto e coordenado pelo Céu para sincronizar a germinação de todas as sementes ao mesmo tempo. Por isso lhes dizemos que, quando chegar a hora da mudança, tudo ocorrerá muito rapidamente, pois as sementes germinarão todas ao mesmo tempo em um espetáculo magnífico que trará a paz de volta aos seus corações a ao planeta.

Mas apesar desta luta desesperada dos escuros para tentar controlar a mente dos humanos, a decisão de qual caminho seguir é de cada um. Volto a dizer que há uma abundância sem fim esperando por cada um de vocês, e toda ela está disponível para ser acessada neste momento, entretanto, envoltos nestas nuvens densas do medo, aqueles que quiserem acessar esta abundância terão que renunciar as distrações que os afastam da Verdade do Amor de quem Vocês São.

É uma decisão pessoal.

Exige comprometimento pessoal.

Exige ação pessoal.

Exige forte intenção pessoal.

Exige determinação pessoal.

Tudo, absolutamente tudo o que querem, o que desejam, é possível de ser alcançado por vocês, desde que não envolva o livre-arbítrio de outros, e que não prejudique ninguém mais, mas cabe a vocês criarem um plano de ação, um planejamento pessoal, e segui-lo a cada pensamento ao longo dos seus dias vindouros, vivendo o momento do agora, comprometido com este plano.

A única forma de vocês conquistarem o que desejam, é buscar o caminho de seus sonhos dentro de seus corações, e pedir apoio aos anjos do Céu para encontrar o caminho buscado, e é através deste esforço de ir para dentro de si mesmo e – principalmente – ignorar as nuvens densas do medo ao redor, que vocês encontrarão a calma, a tranquilidade e a serenidade suficientes para enxergarem o melhor caminho a seguir, para ter clareza de ver os sinais que os levarão a realização de seus sonhos.

Mas para isso, como dito acima, vocês precisam tomar uma decisão singular, de abandonar e ignorar sua mídia, eles hoje não querem o seu bem, e se concentrarem na busca de sua própria sabedoria, para criar o mundo que vocês desejam.

Tudo é possível. Tudo está disponível, agora mesmo, neste instante. Basta que cada um tome uma decisão.

Adriano Pereira

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SOBRE O INSTITUTO DE TEORIA E HISTÓRIA ANARQUISTA

ITHA-IATH

Quem Somos

Instituto de Teoria e História Anarquista (ITHA)

Instituto de Teoria e História Anarquista (ITHA) tem por objetivo estimular, reunir e difundir pesquisas históricas e teóricas sobre o anarquismo, investigações de questões teórico-metodológicas e conjunturais realizadas desde uma perspectiva libertária, assim como material de fontes primárias, produzidos pelos próprios anarquistas.

O ITHA adota uma abordagem interdisciplinar e não necessariamente acadêmica; aceita também contribuições de interessados, estudiosos autônomos e militantes do anarquismo, desde que respeitados Critérios, Procedimento e Normas de Publicação. Publica textos de autores clássicos e contemporâneos, inéditos ou não, e utiliza como critério principal de publicação a qualidade dos textos e a seriedade no tratamento do assunto. Aceita material em distintos idiomas (português, inglês, espanhol e francês). É gerido por um Corpo Editorial (Conselho e Pesquisadores e editores associados), que avalia e aprova as publicações e é responsável pela atualização do site, das redes sociais e pela edição da revista. Constitui uma iniciativa independente, sem vínculos com empresas, governos ou partidos políticos.

O anarquismo constitui uma ideologia/doutrina fundamentada em pensamento e ação, na praxis anarquista desenvolvida historicamente. Desde seu surgimento, na segunda metade do século XIX, ele vem constituindo uma ferramenta ideológico-doutrinária determinante e de relevância inquestionável para as lutas das classes oprimidas nos cinco continentes, ainda que entre fluxos e refluxos. Entretanto, apesar de seu amplo impacto, em termos históricos e geográficos, o anarquismo tem sido pouco estudado e continua a ser pouco conhecido, dentro e fora das universidades.

Desde o início do século XX, têm sido produzidos basicamente dois tipos de estudos: uma produção mais militante e autônoma, que tem visado, ao mesmo tempo, estudar o anarquismo e promovê-lo; uma produção acadêmica que, mesmo escassa, vem abordando alguns temas relevantes. O anarquismo tem sido, muitas vezes, apagado da história; em outros casos, ao ser tratado por seus adversários e/ou inimigos, tem sido completamente deturpado e/ou ridicularizado, por produções que reforçam o senso comum e/ou abordam o tema com uma perspectiva ideológica que, longe de o explicar, tendem somente a reforçar posições equivocadas.

O aumento nas pesquisas sobre o anarquismo entre os anos 1960 e 1980 foi importante e permitiu maior divulgação e avanços significativos; entretanto, há também problemas relevantes. Permanecem, principalmente pela influência dos estudos de referência, elementos metodológicos, teóricos e históricos que complicam e limitam a continuidade das investigações. O processo de globalização, fortalecido nos fins dos anos 1990 com o desenvolvimento e a generalização da internet, e a reorganização dos anarquistas no último período vêm contribuindo com uma mudança de contexto que oferece possibilidades imensas para as investigações em geral, e do anarquismo em particular.

Dentro desse contexto, que apresenta dificuldades e boas perspectivas, o ITHA pretende constituir mais uma ferramenta para os estudos sérios do anarquismo e sua divulgação.

FONTE: https://ithanarquista.wordpress.com/sobre-o-itha/