REAGINDO À TRAGÉDIA : COMO NOSSAS ESCOLHAS CAUSAM IMPACTO

 

Andrea Schulman

15 de junho de 2017

Hoje em dia, quando assistimos às notícias, às vezes, parece que as tragédias estão bombardeando o planeta. Naturalmente, quando a crise ocorre, as pessoas ficam assustadas, chateadas e irritadas.

 

Nenhum de nós gosta de se sentir vulnerável, e nenhum de nós quer sentir que as pessoas com as quais nos importamos estão em perigo. Além disso, a grande maioria de nós sente dor quando vê outras pessoas sofrerem. Isso é perfeitamente normal.

 

Dito isso, a forma como reagimos à tragédia é muito importante.

 

Por que nossa reação à tragédia é importante?

 

Para responder a esta pergunta, primeiro, é crucial entender um ponto. Injustiças e atos de ódio provêm daqueles que estão presos em estados emocionais baixos.

 

Aqueles que estão bravos e frustrados com o mundo são muito mais propensos a fazer coisas que sejam odiosas e desagradáveis. As pessoas mais irritadas e desprovidas de liberdade no planeta são as mais propensas a atacar outras.

 

No entanto, nossa própria energia tem o poder de difundir essa energia negativa em outras pessoas ou ampliá-la.

 

Quando reagimos a crises e às tragédias com raiva e hostilidade, assumimos a energia negativa que o “malfeitor” estava projetando. Então, quando atuamos com essa raiva, enviamos mais deste tipo de energia negativa para o mundo. A partir daí, mais energia negativa está disponível para se conectar a pessoas que já estão orientadas negativamente.

 

Então, enquanto é verdade que minha raiva ou sua raiva não pode criar diretamente um massacre ou um genocídio, nossa raiva indiretamente contribui para esses tipos de eventos.

 

Eu gosto de pensar nisso como um “efeito de ondulação”

 

Sempre que eu permito que as ações de outros enviem para mim um estado negativo, eu me torno muito mais propenso a agir com raiva. Eu posso gritar com alguém, ignorar alguém ou tratar alguém com crueldade.

 

Cada pessoa que eu trato dessa maneira pode experimentar uma desaceleração negativa na emoção, também. Então, essas pessoas que eu afetei atacam as pessoas que encontram. E assim o ciclo continua.

 

Minha decisão de reagir com raiva e hostilidade sempre tem um impacto infinito no globo. Minha raiva afasta de mim e afeta aqueles que me rodeiam. Uma palavra irritada, um olhar hostil ou uma ação rude pode ter um impacto duradouro. Além disso, ganha facilmente impulso enquanto atravessa de pessoa para pessoa.

 

Quando eu escolho ficar com raiva, realmente, abasteço o mundo com mais energia negativa, que criou esses eventos em primeiro lugar.

 

Então, quando se trata de tragédia e crise, eu sei que é normal ficar chateado, irritado ou frustrado. Mas preste atenção em quanto você permite que eventos em todo o mundo influenciem seu estado emocional.

 

Afinal, o único poder que temos para ajudar o mundo é a irradiação de energia positiva (e não negativa).

 

Embora seja verdade que a nossa energia negativa tem um impacto infinito, o mesmo é verdade para a nossa energia positiva. Se é seu objetivo ajudar a humanidade, use o efeito de ondulação com sabedoria.

 

Em tempos de crise e incerteza, a melhor coisa que podemos fazer é compartilhar o amor e concentrar-nos em brilhar a energia positiva que possuímos.

Reagir à tragédia pode criar mais energia negativa ou positiva – dependendo do caminho que escolhemos.

Andrea Schulman

https://raiseyourvibrationtoday.com/2017/06/15/reacting-to-tragedy-…

Traduzido pela equipe de O Segredo – Luiza Fletcher •

https://osegredo.com.br/2017/06/reagindo-tragedia-como-nossas-escol…

SOBRE ESTES TEMPOS DE CAOS

Mensagem de Maria Madalena através de Pamela Kribbe, Abril de 2017.

SOB

Queridos amigos,

Eu sou Maria Madalena e estou aqui entre vocês. Gostaria de tocar cada um e beijar suavemente seu rosto. Vocês são muito queridos para mim. Eu os amo.

Vejo sua coragem e força e sei que é bem difícil estar aqui na Terra, nesta vibração, onde o medo e a violência ainda dão o tom. Neste momento há muita informação disponível na mídia que exige sua atenção. Tudo de velho e sombrio, que foi reprimido e mantido em segredo, está vindo à tona. A tecnologia moderna tem contribuído para isso, porque ajuda a tornar as coisas mais transparentes na sua sociedade. Estão sendo divulgadas muito mais informações do que nunca antes, e várias práticas e questões sombrias estão sendo expostas, dando a impressão de que há uma intensificação do mal, da escuridão.

No entanto, o que de fato está acontecendo é que agora as coisas estão vindo à superfície, tornando-se mais visíveis do que nunca, porque há um imenso processo de transformação em ação na Terra. O que está sendo exposto à luz são antigas camadas de abuso de poder, de tirania, medo e desespero. E isto é uma coisa boa, porque, com um passo em direção a uma transparência maior, é possível agir de forma diferente. A conscientização vem antes da mudança. É assim que sempre foi.

Esta é a fase de conscientização pela qual a humanidade e a Terra estão passando agora, no nível global. Os processos que estão ocorrendo em cada um de vocês individualmente – o aparecimento de velhas camadas de medo, raiva e dor – também estão acontecendo coletivamente, em grande escala. A notícia boa é que o mundo está pronto para isto. É necessário espaço para permitir que coisas antigas e ocultas venham à tona; e é este o caso agora.

A consciência já mudou; ela está mais aberta para a verdade e a honestidade. Peço a cada um de vocês que sinta isto no fundo do seu ser. Sinta um fluxo de consciência que está focalizado na abertura e transparência, na busca da verdade e na denúncia da injustiça e deslealdade. Este fluxo de consciência existe no mundo, então conecte-se com ele.

Este é o fluxo de consciência no qual sua alma quer se mover, porque ela deseja contribuir com a revelação de mais verdade. Há um impulso poderoso na sua alma para sustentar a transformação da consciência, mas há também confusão na sua mente, porque sustentar a transformação da consciência significa muitas coisas. A primeira é que é preciso afastar-se da antiga e ser completamente honesto a respeito dos seus próprios sentimentos e motivos. Em outras palavras, é preciso que você seja transparente consigo mesmo, pois somente assim poderá ser um exemplo para os outros.

Você se encontra no caminho pessoal da sua alma para se transformar em trabalhador da luz ou trabalhador da consciência. Está se tornando um professor, na medida em que se afasta da consciência antiga, à qual ainda está vinculado. Ao mesmo tempo, este é um passo que ainda pode lhe incutir medo e sensação de solidão, pelo menos temporariamente. Reconheça seu desejo de conhecer a verdade, seu desejo de ajudar a mudar este mundo, seu anseio por uma nova Terra em harmonia com a natureza, seu desejo de um mundo repleto de pessoas que possam rir e crescer novamente, sendo autênticas, livres de medos e da tirania do passado.

Seu anseio por tudo isto é muito intenso; é o seu sonho, seu ideal. Sinta como isto o torna diferente… o fato de saber que você já tem um “pé” (o da sua alma) fora da ordem estabelecida. Por um momento, identifique-se completamente com este aspecto seu – o revolucionário; aquele que enxerga tudo o que é sombrio e oculto e deseja levá-lo para a luz da consciência; aquele que deseja ajudar o novo a nascer. Isto é você! E enquanto assume este aspecto cada vez mais, você passa por um processo interno profundo, que aos poucos vai libertando-o dos medos e das velhas compulsões. Tenha respeito por sua própria coragem e determinação!

Muitos estão confusos sobre a situação atual do mundo. O mundo está num caos, e a vida emocional da maior parte das pessoas da Terra está caótica. Todos estão buscando, e devido ao grande número de mudanças e à quantidade imensa de informação disponível, as pessoas agora percebem muito mais quais são suas possibilidades, como elas podem se desenvolver, como estão sofrendo e o que lhes causa dor. Tudo é muito mais consciente.

Antes que possa haver harmonia e paz internas, a inquietação e a dor se tornam maiores. E este é o resultado de tornar-se consciente – você não consegue mais esconder essas coisas. Você vê essa dor e sente, em seu coração, a necessidade de aliviá-la nos outros. Ao mesmo tempo, como você também tem suas próprias dores, fica confuso sobre quem você é, qual é o seu lugar ou qual é o seu caminho.

Agora, imagine que você vê a Terra e as pessoas que nela habitam como um grande globo. Você se encontra fora dele e observa-o de cima, enxergando-o como uma esfera gigantesca com muitas energias. Há muita busca na Terra, e também, muita dor. Simplesmente observe as cores dessa esfera. Veja como elas fluem e se movimentam; não apenas as nuances do caos, mas também o impulso para inovação. Observe e sinta o que esse globo está fazendo, mas saiba que você pode manter-se do lado de fora dele, desvinculado dele, observando-o de forma imparcial.

Agora dê um passo para trás e mude o foco da sua consciência, afastando-a do globo e trazendo-a para si mesmo. Você observou cuidadosamente a Terra e a energia da humanidade. Agora concentre sua atenção totalmente em você e veja-se como uma forma de energia; não mais como um ser humano, mas como uma aparência energética.

Observe seu coração. Sinta o quanto a dor e o sofrimento da humanidade o têm tocado. Sinta sua compaixão, seu desejo de luz. Talvez você consiga perceber isto mais clara e especificamente em relação às pessoas que fazem parte do seu cotidiano, aos seus entes queridos, porque lhes deseja tanta luz, amor e cura. Observe o que estas coisas provocam em seu coração. Elas oprimem seu coração? Quando sente a dor de outra pessoa, você está conectado a ela através de um cordão de energia que contém energias escuras, e por isto sofre junto com ela. Você não se faz maior, você não se eleva acima dessas energias, mas se arrasta para dentro da pele da outra pessoa e sofre junto com ela. No entanto, ao mesmo tempo, sente-se impotente para mudar qualquer coisa.

Observe as energias que você carrega do mundo externo, que não são suas, mas que fazem seu coração pesar. Permita que esse fluxo de energia tome a forma de uma cor escura, ou uma sensação de peso, e veja como ela se apresenta ou em que ponto da sua aura ou corpo ela se manifesta.

Em seguida, dê outro passo para trás. Deixe de lado esse cordão energético, essa cadeia de compaixão, que o está oprimindo e fazendo com que doe demais. Dê um passo para trás e corte esse cordão, libertando-se dele. Se achar difícil fazer isto, imagine que eu estou com você e o convido a fazê-lo. Segure minha mão e veja em meus olhos que é bom que você se desapegue disso. Agora é o seu momento! Deixe as energias escuras, cinzentas, fluírem para longe de você e, então, envolva-se com luz. Essa luz simplesmente está aí; você não precisa cria-la; ela é sua… ela é a luz que você suprimiu. Permita-se ser completamente envolvido por essa luz, seja qual for a cor que ela assuma.

Agora você está mais longe ainda da Terra e das outras pessoas. Está bebendo da energia da sua alma, a sua parte que observa e supervisiona, aquela que torna as coisas transparentes. Permita-se ser completamente nutrido por essa energia, da cabeça aos pés, e sinta como sua aura se parece com um ovo inteiro, uma forma oval cuja superfície é impermeável.

Recarregue-se e sinta como você está perfeitamente autorizado a nutrir-se desta forma. Volte ao seu lar interior e desapegue-se de tudo o mais. Você é capaz de respirar e sentir sua inspiração original novamente. Você nasceu para experimentar a alegria. Sinta essa alegria original outra vez, livre de todo o peso. Ofereça isto para si mesmo!

Você está confuso, e algumas vezes fica tão envolvido com o sofrimento na Terra, que se esquece de quem você é. Você é um representante da nova energia na Terra, especialmente quando está completamente à vontade dentro de si mesmo, quando se sente em casa dentro de suas próprias fronteiras. Assim você consegue lidar com seus limites; você irradia o novo em sua forma ideal, e não há nada a mudar.

Sendo totalmente você mesmo, você irradia uma nova consciência que não tem como não tocar outras pessoas. Aqueles que estão prontos são tocados por você, sem que você tenha que ultrapassar seus próprios limites, sem que tenha que se esgotar, se esforçar ao máximo ou batalhar com a dor e o sofrimento dos outros. Não há mais necessidade de nada disso na nova energia.

Agora imagine que esse ovo energético, dentro do qual você se sente seguro e leve, flutua lentamente de volta à Terra. À medida que a Terra fica mais próxima, você se sente leve e transparente, e sabe que as vibrações da Terra e o medo que vivem lá não podem afetá-lo. Veja esses medos como vibrações cinzentas que flutuam naturalmente ao redor do seu ovo, porque não podem entrar nele. Você se apega à sua própria energia – sua plenitude concentrada – e sente-se sustentado por mim, pela sua própria alma, por tudo que é bom, leve e alegre. Você tem permissão para estar aqui desde o mais profundo do seu ser, que é leve, alegre, amplo, belo e livre.

Imagine que agora você pousa na Terra. Você está num corpo terreno, com seus dois pés firmemente apoiados no solo. Imagine-se num lugar na natureza, com seus pés descalços sobre a grama, ou numa praia, ou em qualquer outro lugar de sua escolha. E traz tudo consigo: sua alma, sua força interior, sua resiliência, sua intuição…. Sintonize-se com este planeta, a Terra. Sinta como ela o vê quando você se coloca em pé por suas próprias forças. Consegue perceber o entusiasmo dela? Ela irá sustenta-lo, dar-lhe raízes e capacitá-lo.

Agora imagine que você está caminhando pelo centro de uma cidade, onde há muita confusão. Esse lugar não é apenas fisicamente movimentado. Há pessoas, carros, barulho, mas há também uma energia mais inquieta, mais caótica. Todos esses sentimentos, emoções e humores das pessoas giram ao seu redor, e há pouco do mundo natural que possa proporcionar calma e equilíbrio. No entanto você está lá, dentro do seu ovo feito de energia luminosa – a sua própria energia.

Imagine o seguinte: você está no meio de uma rua, ou de uma calçada. Tome um tempo para realmente se colocar nesse lugar. No meio de todo esse concreto da cidade, você está consciente da Mãe Terra, pois ela também está lá. Como resultado da presença dela, você toma consciência do coração de todas as pessoas que estão caminhando por ali. No meio de todas as emoções superficiais – da confusão, da pressa, da impaciência – há um coração que vive em cada ser humano. Permaneça desvinculado de todas essas energias confusas que se movem ao seu redor, e concentre-se nesses corações.

Você se sente muito firme porque existe um espaço invisível ao seu redor. Mesmo quando as pessoas caminham perto de você, esse espaço continua aí. Sinta-se firmemente aterrado. Você está conectado com todas essas pessoas, no entanto isto não precisa preocupa-lo. Sinta a promessa que existe no coração de cada uma delas. Sinta que, no coração de cada ser humano, há o desejo e a busca da verdade, da luz, embora algumas vezes essa verdade só possa ser encontrada através de caminhos sinuosos. Entretanto, isto faz parte do percurso do ser humano.

Sinta o enorme poder e resistência das pessoas, e veja como existe uma lógica no estilo particular de cada uma… uma direção, um propósito. Confie em seus corações. Não lhes negue as reviravoltas de suas estradas; não tente endireita-las; este não é o seu trabalho. Sua função é puramente tocar seus corações através da sua própria presença e consciência; e você já está fazendo isto ao estar presente.

Imagine que você se encontra no meio dessa rua e sente, em seu coração, uma suave intenção de atingir os corações de todas aquelas pessoas com uma carícia, um toque delicado, e apenas isto. Com este gesto, você apenas diz “Eu vejo você”, e permanece tranquilamente em sua própria energia, em seu próprio campo, mantendo conexão com seu abdome, suas pernas e pés, e sentindo-se livre.

Este é o seu “trabalho”: ser diferente, mas ainda estar no meio do mundo; para ajudar, mas não para se perder no sofrimento e dor dos outros; para doar do seu coração. Por um lado, você se afasta da sociedade, mas por outro, você se conecta com ela a partir do coração. E ao fazer isto, cumpre o propósito da sua alma, e este é o seu desejo mais precioso. Deste modo, você contribui para um mundo diferente e melhor, mas também se liberta do antigo; liberta-se daquilo que o vinha mantendo preso ao medo.

Onde quer que você se encontre nesta jornada, peço-lhe que respeite a si mesmo, e se recolha nas profundezas do seu ser regularmente, desligando-se do que o prende a tudo o mais, para vivenciar a beleza e o poder da sua alma. A partir daí você pode voltar a caminhar pelo mundo, sabendo que não há tantas coisas que você precise fazer. Trata-se realmente de estar totalmente em casa dentro de si mesmo, de respeitar a energia da sua própria alma, e a partir daí, seguir suavemente o fluxo da vida.

Eu saúdo todos vocês com o maior respeito. Sintam a admiração que tenho por todos aqui presentes. Vocês são os professores deste novo tempo. Muito obrigada!

© Pamela Kribbe

http://www.jeshua.net/home/home7.htm

Tradução de Vera Corrêa:veracorrea46@gmail.com

KOGI, AS CRIANÇAS DO PRÓXIMO “MILÊNIO”…

Posted by Thoth3126 on 22/06/2017

A HISTÓRIA DOS KOGI: AS CRIANÇAS DOS PRÓXIMOS MIL ANOS

A história que vocês estão prestes a ler é verídica, mas também incomum. Tanto que, se vocês não tiverem a mente aberta, ela parecerá impossível. E se vocês não tiverem um coração aberto, a história não será sequer compreendida para que possa ser vivida.

Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. e pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu esta vermelho-escuro. Hipócritas ! Sabeis, portanto discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer  os sinais dos tempos”  – Mateus, 16: 2,3

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

A HISTÓRIA DOS KOGI: AS CRIANÇAS DOS PRÓXIMOS MIL ANOS

Drunvalo Melchizedek é um homem gentil e generoso, que “entrou” no seu corpo físico adulto em 1972 e que conserva plena memória através de diferentes existências  e de dimensões variáveis de consciência. Ele é um consumado cientista, físico, inventor, curador, escritor e professor.

Seu principal propósito ao vir para nosso mundo tridimensional neste momento é ajudar a população da Terra a fazer uma transição suave através da vindoura Mudança das Eras.

Nos últimos anos, tenho estado na Península do Yucatán várias vezes trabalhando com o xamã maia Hunbatz Men. Ele tem realizado nos tempos que correm as cerimônias dos antigos sacerdotes maias para trazer e estabilizar as novas energias de nosso Sol — energias que nunca entraram na Terra e que estão alterando a maneira de como percebemos a vida.

Seu trabalho é muito importante para o desenvolvimento do novo mundo na Terra e para o nascimento de nossa nova consciência.

Alguns meses atrás, um homem chamado Ellis, que trabalhava junto de Hunbatz Men, veio ter comigo e começou a me contar esta história. Ele disse que na Colômbia, nas profundezas da floresta amazônica, havia uma tribo aborígine chamada Kogi. Não tinham idioma e “falavam” uns com os outros apenas telepaticamente.

Na verdade, eles produziam pequenos sons, que não eram, contudo, organizados de forma lógica num padrão, tal como um alfabeto. Eram meramente sons, mas que vinham do coração, não da mente, e criavam imagens na cabeça da pessoa, de forma que ela conseguia “ver” o que a outra estava comunicando.

Ellis disse que sem dúvida eles eram capazes de viajar fora do corpo e sabiam tudo o que estava acontecendo ao redor do mundo, embora nunca tivessem fisicamente saído de sua terra natal, a imensidão da floresta amazônica. Nunca tinham sequer tentado se comunicar com o mundo externo, exceto com um uns poucos afortunados.

Os Kogi não nos vêem como se estivéssemos “dormindo,” como várias das religiões hindus e orientais nos percebem. Os Kogi nos vêem como se estivéssemos “mortos”. Nós NÃO estamos vivos, somos, sim, apenas sombras da energia que poderíamos ser.

Cristo, porém, disse-lhe: Segue-me, e deixa os MORTOS (em consciência, mesmo estando vivos em corpo humano) sepultar os seus mortos”. Mateus 8:22

Não temos bastante consciência e consequentemente energia de força vital para sermos por eles classificados como pessoas reais (“Vivas”). Os Kogi acreditavam que, com o uso de suas capacidades psíquicas, podiam ver claramente o futuro. E o que viam era semelhante ao que muitas outras tribos em todo o mundo também viam: um mundo que estava prestes a ser destruído pelo mau uso (ou ausência quase total)  da consciência.

Então, há algum tempo, eles viajaram por todo o mundo em seus corpos de luz procurando alguém que estivesse vivo. Em todo o mundo, conseguiram encontrar só mais uma tribo, cujos integrantes eram maias e moravam nas profundezas das florestas da Guatemala. Ficaram muito contentes por descobrir mais gente “viva”.

Mas segundo a crença dos Kogi, sua profecia, com a vinda do Eclipse em 11 de agosto de 1999, todo o mundo pararia, e só os Kogi e esta outra tribo maia sobreviveriam para habitar a Terra. Por isto ficaram tão felizes ao encontrar alguém, além deles, que compreendia o momento.

Então, quando o eclipse lentamente revelou sua face em 11 de agosto, ficou claro para os Kogi que algo acontecera desde a época em que vasculharam o mundo em busca de vida, algo que eles não conseguiam entender. Pois a “grande mudança” acontecera, e nós, os mortos, ainda estávamos aqui. Deveríamos ter nos dissolvido, voltando a ser apenas Sonho. Não que eles quisessem isso, não era essa sua natureza. Simplesmente deveria acontecer.

Então, os Kogi se puseram a tentar descobrir por que os mortos ainda estavam na Terra, e à medida que vasculhavam os registros vivos e vibrantes desta Realidade, encontraram exatamente onde acontecera e por que acontecera.

Alguns dos mortos tinham ganhado vida e criado um sonho que continha força vital suficiente para salvar o mundo (quase morto) que conhecemos. Segundo nossas condições, alguns de nós tínhamos criado um mundo paralelo no qual a vida poderia continuar a crescer, um mundo no qual os mortos (inconscientes) poderiam se tornar vivos (conscientes). Os Kogi foram específicos, localizando exatamente quem eram estas pessoas que estavam criando esta mudança que alterara o destino do mundo.

Os Kogi viram estas pessoas com corpos vivos de luz à sua volta, pessoas que tinham ativado seus corpos de luz, ou em termos antigos, sua MerKaBah. 

Como fui um dos professores que transmitiram estas informações, os Kogi enviaram um mensageiro a Ellis e de Ellis para mim. Eles me enviaram um pouco de tabaco embrulhado num pedaço de algodão vermelho vivo, dizendo simplesmente: “Obrigado.”

Alguns meses depois, os Kogi mandaram a Ellis outro presente para me dar com uma mensagem. O presente era uma pequena bola feita de resina de árvore escura e pegajosa mais ou menos do tamanho de uma ameixa. Tinha cheiro da floresta. Havia neste presente de resina uma energia que eu sentia em minhas profundezas. Eu sentia a ligação em meu coração.

A mensagem dizia que eles enviariam alguém para me ensinar a falar sem palavras de forma que pudéssemos nos comunicar. Disseram então que, quando a ligação e a comunicação fossem estabelecidas, pediam que eu entrasse na floresta colombiana e visitasse sua tribo. E que se eu visitasse o mundo deles, eles visitariam o meu.

Estariam então preparados para, pela primeira vez na história de sua tribo, sair da floresta, e aparecer na televisão no mundo todo, nada menos, para falar conosco — seja qual for o significado de “falar,” visto que, pelo que sabemos, eles não têm idioma, embora eu não tenha certeza. E o que têm a dizer, também não sei. Mas por meio deste pequeno pedaço de resina de árvore, estou começando a sentir.

menina-flores Quando Ellis foi embora depois desta segunda visita, sentei-me a pensar em todo este acontecimento. Era verdade que os Kogi conseguiam ver com tanta clareza a Realidade? Iam realmente enviar alguém para me ensinar a falar sem palavras? O que realmente significava tudo aquilo? Meditei com os anjos, mas eles simplesmente aprovaram o que estava acontecendo e não me deram informações nem assistência.

Então, no mês passado, no dia 10 de novembro, dei um seminário Terra/Céu no (cidade do) México. Vieram aproximadamente 100 pessoas de todo o México, América Central e do Sul, e um dos países do qual veio muita gente foi a Colômbia. Neste grupo havia uma jovem cujo nome vou omitir para protegê-la.

Era diferente de todos os outros colombianos. Sempre que entrávamos num espaço sagrado e sentíamos a presença de Deus, ela começava a aparentemente enlouquecer de êxtase. Não que isso fosse realmente incomum, mas era extremo.

Esta mulher se tornava primitiva. Todo seu corpo começava a tremer, e um pessoa diferente emergia dela, fazendo com que suas palavras produzissem uma sensação diferente e ela apresentasse uma linguagem corporal diferente. Eu a observava, buscando a razão por que ela fora ao seminário e procurando uma maneira de ajudá-la.

Então, no último dia do seminário, aconteceu. O grupo formara um grande círculo, e estávamos cantando para Deus. Esta moça se desligou do círculo e começou a dançar de maneira primitiva e desinibida no centro do círculo. Abandonou-se e pareceu perder o controle.

Fui até ela e peguei-lhe a mão para confortá-la, ela agarrou minha mão e me olhou fundo nos olhos, fazendo um som suave e veemente. O som foi diretamente ao meu coração e vibrou exatamente em meu centro, e consegui “ver” o que ela estava dizendo. Eu nunca experimentara coisa parecida. Naquele momento, não entendi o que estava realmente acontecendo. Meu coração simplesmente reagiu.

Levei-a para fora do círculo e me sentei olhando-a. Então, ela fez outro som, e meu corpo respondeu com um som semelhante que nunca viera de mim. Instantaneamente estávamos conversando de uma maneira nova e profunda, tão bela, tão completa.

Fazia todos os idiomas do mundo parecerem inadequados e obsoletos. Durante duas horas, comunicamo-nos por meio de imagens plenas de cor e profundidade, com toda a completitude sensória da vida real. Aprendi muito. Aprendi sobre a vida, e aprendi sobre aquela mulher dentro de uma mulher.

Por meio de seus sons, ela me mostrou de onde viera, uma pequena aldeia vizinha à tribo Kogi. Mostrou-me seu marido e seus três filhos. Conheço-os como se fossem minha família. Levou-me a visitar sua aldeia, quando conheci outros dois homens mais velhos que eram da tribo Kogi. Mostrou-me como sua tribo lhe pedira para entrar no corpo desta mulher e vir me ver.

Ela fora instruída a ensinar-me a falar sem palavras. Disseram-lhe que, assim que tivesse feito só esta única coisa, poderia sair do corpo desta mulher e voltar para casa e ficar com sua família. Sentia muita saudades do marido e dos filhos. Pude “ver” como, quando aquela moça voltasse para casa, ela sairia deste corpo. Pude ver seu próprio corpo deitado sobre um monte de capim dentro de uma cabana de sapé esperando este momento.

Quando voltei para casa, vi minha mulher, Claudette, a quem amo tanto, sob uma luz nova. Amava-a de modo diferente, porque podia ouvir os sons vindos de seu coração. Podia ver sua dor e sua alegria. Eu estava tão contente por causa desta experiência com os Kogi, mas ainda não sabia o que estava acontecendo comigo. Parecia trazer uma grande expectativa de algo por vir.

Então, duas semanas atrás, dei um seminário Terra/Céu em Maryland. Enquanto estava me arrumando e preparando para o seminário, contei esta história a uma mulher chamada Diane, que estava ajudando no seminário. Ela perguntou se eu iria demonstrar estes sons. Concordei em fazê-lo.

Sentamo-nos de frente um para o outro, e pedi-lhe que fechasse os olhos. Então veio um som de meu coração e no mesmo momento uma imagem apareceu em minha mente. Era a imagem completa de um gato grande, uma suçuarana (onça), caminhando à margem do Amazonas, perto da água. Então saltou para uma árvore e começou a andar na beira de um galho longo e pesado que lentamente se inclinou até o chão. O felino saltou de volta ao chão e continuou a caminhar à beira da água. Abri os olhos. Tudo isto só durou cerca de um minuto.

Perguntei a ela o que vira, e ela começou a me contar exatamente o que eu tinha visto. Descreveu tudo perfeitamente. Uma alegria brotou em meu coração.

Então, pedi-lhe que fechasse os olhos novamente. Outro som lento e estranho veio de meu coração, e instantaneamente outra imagem. Eu não apenas vi, como também experimentei o que parecia ser eu mesmo, saindo flutuando do corpo da mulher da Colômbia e me erguendo no ar. Então, senti que começava a voar muito rápido por cima da floresta. Via as árvores se movendo rapidamente abaixo de mim.

Cheguei rapidamente a uma aldeia, e senti que descia para mais perto do chão, na direção de uma cabana de sapé específica. Logo depois, eu estava dentro do corpo desta mulher da tribo, olhando o mundo pelos seus olhos. Ela sabia que eu estava lá. Ela não se importou; devia acontecer.

O marido rapidamente segurou a mulher/a mim, obviamente feliz por ela/eu ter voltado. Ele também sabia que eu estava lá e também estava muito contente. Então, todos os três filhos dela vieram correndo e começaram a abraçá-la e acarinhá-la. O mais jovem veio e começou a mamar em seu peito. Foi uma experiência muito comovente encontrar esta família que eu não conhecia, e no entanto conhecia. Então abri os olhos.

Esperei um momento para me centrar depois desta experiência, e então perguntei a Diane o que ela vira. Começou dizendo que se experimentara como um “bicho” a sair do corpo desta mulher. Então se ergueu ao céu e começou a voar sobre as árvores de uma floresta. Ela observou como descemos para a cabana de sapé e nos encontramos com a família. Viu tudo perfeitamente.

Fiquei longo tempo sentado. Podia sentir que estava diante de uma dádiva de valor incomparável. Mas o que significava para mim ou para o mundo? Tudo foi uma experiência tão incomum que ainda não sei o que significa.

Quando voltei para casa, depois do seminário de Maryland, todas as noites, nos primeiros sete ou oito dias, dava comigo sonhando que estava “em casa” nesta aldeia. O sonho durava a noite inteira, e me lembrava de todo ele na manhã seguinte. Sonhava que estava fazendo minhas tarefas na aldeia e levando minha vida, cuidando de meus filhos e marido. Muitos, muitos homens das duas tribos vinham ter comigo, fazendo-me perguntas por meio de sons que produziam imagens.

Eram pessoas lindas e, sim, estavam todas “vivas.” Compreendi por que nos consideravam mortos. Eu podia “sentir com a visão de meu coração” o que elas queriam dizer. Sabia que tinham intenção de ajudar se pudessem. Estavam espantadas por eu estar lá. E eu também.

Agora, isto é só o começo. Os Kogi estão entusiasmados com a maneira como estamos crescendo. Querem vir a nós. Se Deus quiser, eles virão. Pediram-me agora para lhes dar uma mensagem em seu idioma se vocês puderem aceitá-la — vocês descobriram seus corpos de luz e estão mudando o mundo por meio de suas vidas. 

Vocês estão mudando o mundo, transformando-o em luz. Não tenham medo de sua inocência e de sua natureza infantil; estão perto de Deus. Deixem sua imaginação pairar, entrando num Sonho no qual o amor envolve todos os acontecimentos, então vejam-no como real. Deixem que os sons de seus corações falem com os que não estão vivos. Vocês lhes mostrarão o caminho por meio de seu exemplo. Agora mostrem-lhes o caminho a partir de dentro. Escutem, e seu coração falará. Estamos com vocês agora. Vamos ajudá-los.” 

Que os próximos mil anos sejam dourados, e que as crianças inocentes mostrem o caminho. Eu amo vocês. Drunvalo Melchisedek.

Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra” Mateus 5:5

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.

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“TORNARAM-SE TÃO ACOSTUMADOS COM SUAS SEVERAMENTE LIMITADAS VIDAS COMO SERES HUMANOS QUE ELAS LHES PARECEM NORMAIS”

O processo de despertar da humanidade para muitos que, agora, estão tomando consciência, parece muito estranho o fato de que são seres espirituais tendo uma experiência humana muito temporária. Na medida em que sentem o impulso ou ouvem o chamado para atenderem suas vidas interiores e suas vidas espirituais e, tendo-lhes dedicado muito pouco de seus tempos ou atenção, até agora, parece-lhes algo um pouco ameaçador e bastante exigente.

Para as pessoas, novos interesses ou ocupações, muitas vezes, parecem um pouco ameaçadores, porque elas se acostumaram a seguir uma rotina regular que funciona para elas e que não gostam de mudá-la e, novos interesses ou ocupações novas sempre exigem mudanças.

Se procuradas, elas podem ser excitantes e energizantes, todavia, se lhes parece que estão sendo impostas a fazer algo, resistem fortemente. Com o último cenário, frequentemente entram em negação e se recusam a abordar o assunto referente às mudanças. E mudança, é o único aspecto imutável da ilusão!

Agora, na Terra, na medida em que aqueles que leem as mensagens canalizadas dos reinos espirituais estão bem cientes, enormes mudanças estão acontecendo, mudanças que podem parecer impactantes enquanto a velha ordem e a rotina que ela gerenciou se colapsam. Conflitos e violências estão surgindo em muitos lugares inesperados, na  medida em que a herança cármica de milhares de anos de vida no plano terrestre sobe à superfície da consciência coletiva da humanidade para ser reconhecida, aceita, perdoada e liberada.

E, porque, a dor e o sofrimento que estão sendo revelados são tão intensos, muitos estão em choque. O pequeno e seguro mundo, em que tantos procuraram refúgio, está provando não ser nada do prometido. Realmente, está proporcionando um intenso despertador para a humanidade, uma vez que está a conduzi-los para o despertar, para a plena consciência e que, apesar, de todas as aparências em contrário, realmente, é uma razão para alegria.

Ao se alegrarem, elevam seus campos vibratórios e inspiram-se, encorajando-os a permitirem que suas energias criativas fluam. E, quando elas fluem livremente e vocês se envolvem com elas ou seguem com elas suas motivações para fazer algo se intensifica. São todos criadores, assim, como Deus é e, quando estão envolvidos criativamente, sem julgamento ou ansiedade, a alegria preenche seus corações. Criar é ser semelhante a Deus e, porque Deus os criou à Sua própria imagem e semelhança, todos vocês são como Ele, criadores.

O sentido humano de estar separado, um ser individual separado de todos os outros, encoraja um sentimento de inadequação, por causa das limitações que o ser humano impõe sobre si mesmo. Ou seja, veem os outros fazendo coisas que não podem fazer e se sentem menores do que eles. Então, tentam compensar essa inadequação trabalhando mais, estudando mais e obtendo mais qualificações para competir com os outros e vencerem.

No entanto, todo o ponto de ser humano é reconhecer seu próprio lado criativo e desenvolver isso, que é bem diferente de qualquer outro. Na verdade, é único porque, ninguém, é igual a qualquer outra pessoa. Quando se honram com suas próprias singularidades, suas próprias habilidades criativas individuais e se permite desenvolvê-las, encontram satisfação e contentamento, e não precisam mais se medirem contra os outros e julgarem as diferenças entre vocês como boas ou más, certas ou erradas.

E então, é claro, não surgem conflitos. O conflito surge porque seus egos continuam gritando: “eu, eu, eu!” E eles fazem isso porque se sentem inseguros, ameaçados, não apenas pelas competências e habilidades que veem em outros e que eles não podem ver em si mesmos, mas que, também, porque não reconhecem como valiosas suas próprias e diferentes habilidades criativas.

Não podem ser como outras pessoas, só podem ser vocês mesmos e, ainda assim, em muitas culturas existe um constante e contínuo julgamento coletivo, sugerindo que se pudessem ser como qualquer outra pessoa, seriam muito mais felizes com, aqueles julgados por vocês como sendo os escolhidos para serem aceitos como mais válidos do que si próprios.

No entanto, cada pessoa é única. Deus as criou perfeitamente como são e Ele não deseja que tentem ser como qualquer outra pessoa. Tentar ser uma pessoa melhor, sendo como outra pessoa é renunciar a si mesmo e repudiar o belo ser que seu Pai amoroso criou. Na verdade, é um julgamento negativo de Deus!

Todavia, Deus não se ofende, Ele é Amor perfeito, infinito e incondicional, aceitando a todos de forma completa e plena. Ele não faz exceções porque criou a todos como aspectos perfeitos ou partes de Si mesmo, exceto pelo fato de que não são partes ou aspectos d’Ele e sim são todos UM com Ele. Julgá-lo, seria como julgarem a si mesmos e isso não faz sentido.

Atenta e regularmente, precisam se concentrar na verdade divina de que vocês e Deus são UM. Precisam se manter lembrados disso. Existe um ditado na grande comunidade mundial de auto-aperfeiçoamento que diz “Imite até fazer isso!” Bem, já fizeram isso. São o que são, devido a religião, culturas, etnias e várias outras influências que atuaram nos seus crescimentos e desenvolvimento humano, apenas, por se recusarem a estarem cientes disso.

A escolha original para experimentar a separação de Deus, construindo a ilusão e se mudando para dentro dela, incluía a  escolha  de, então, serem inconscientes de suas heranças divinas. Queriam desfazer seus relacionamentos eternos em serem UM com Deus e seguirem sozinhos, separados, descompactados, desconectados da Fonte que é cada um de Vocês!

E, com suas poderosas energias criativas, conseguiram construir um ambiente onde parece que estão sozinhos, sendo seres muito pequenos e insignificantes num vasto e esmagador Cosmos. Mas é claro que vocês são esse cosmos e tudo o que mais existe! Só existe Deus. Não há nada além d’Ele e, portanto, cada um de vocês é Ele, todavia, com quase toda consciência desse sublime estado ausente de suas consciências enquanto estão em forma humana.

Despertar, como estão fazendo é, mais uma vez, conhecerem a si mesmos UM com Deus, inseparáveis d’Ele e eternamente criadores com Ele para o deleite e alegria em fazê-lo. E essa alegria é totalmente além da descrição e de suas capacidades de conceberem em seus estados severamente limitados de estarem como seres humanos. Escolheram a limitação porque a ideia parecia favorável. Entretanto, não perceberam quão intensa seria essa limitação ou quão incapacitados e fracos se sentiriam, confinados, dentro de seus corpos humanos.

Seus corpos são essenciais para suas permanências na ilusão e podem proporcionar alegria e prazer, bem como dor e sofrimento. Todavia, não podem abraçar a plenitude do campo de energia que é Deus, que é o Amor, que é a Realidade. Se tentassem fazê-lo, se desintegrariam instantaneamente e muito violentamente, exigindo de vocês um período muito longo de descanso e recuperação do choque de um evento tão intenso.

O processo de despertar foi planejado com cuidado e divinamente para garantir que viesse a acontecer suave e gentilmente e com a intensa experiência de serem amados. Quando sentirem o Amor que está sendo oferecido, serão incapazes de resistir ou recuarem d’Ele, porque, Sua atração é muito forte e que irá atraí-los para casa, que é, onde, no nível mais profundo de cada um de vocês sempre estiveram.

Despertar não exige nada de vocês. Tudo que precisam fazer é permitirem que aconteça. Tornaram-se tão acostumados às suas vidas severamente limitadas como seres humanos que lhes parece normal e, então, ficam muito relutantes em abrir seus portões para isso. Para a maioria de vocês parece que seus corpos humanos propicia a única forma de vida disponível e que, mesmo que seja muito dolorosa não desejam se desfazer dela.

O propósito de, diariamente, irem para aquele sagrado santuário interior, onde a Luz do Amor de Deus queima continuamente, é de se tornarem suavemente aclimatados com o Amor. O Amor é PODEROSO! Vocês não têm ideia de quão poderoso Ele é e que, quando, se reconhecerem mais uma vez como Amor, como desejam, a alegria e a maravilha – o Tsunami do Amor – inundará seus corações, na medida em que, mais uma vez, se tornarem conscientes de Quem São, perfeitos filhos de Deus, para sempre UM com Ele em resplendor e glória.

Todos os desejos, necessidades e medos terão se dissolvidos na medida em que a Unidade que é Deus e cada um de Vocês, mais uma vez, estarão conscientemente reconhecidos e amorosamente abraçados. Existe um ditado bem conhecido que diz: “O Lar é onde o coração está!” E isso é verdade.

Com muito Amor,

Saul.

Canal: John Smallman

Fonte: http://johnsmallman.wordpress.com/

Tradução: Sementes das Estrelas / Candido Pedro Jorge

LEI DA ATRAÇÃO: A PARTIR DA NOSSA VIBRAÇÃO, ATRAÍMOS TODAS AS SITUAÇÕES QUE VIVENCIAMOS.


Adriano Rizk
02 de junho de 2017

Além do certo e errado – A Lei da Atração e o Caminho da Transcendência

“Há uma diferença entre conhecer o caminho e trilhar o caminho” – diz o personagem Morfeu, em um trecho do filme Matrix.

Quando dizemos que ler um livro é um ato exclusivamente teórico ou que fazer exercícios físicos é uma ação totalmente corporal, estamos separando a mente do corpo. Ao consolidarmos esse tipo de crença, que somada a outras de vibração similar, formamos alguns de nossos paradigmas limitantes que atraem o medo.

Medo é a ilusão da separação, da dualidade expressa através de polaridades.

O medo manifesta-se quando esquecemos que somos um com o Todo, quando nos distanciamos da vibração de nossa própria alma, quando nos falta fé.

As concepções de certo e errado, por exemplo, criam estruturas sólidas para a proliferação do medo.

Embora a dualidade possa expressar dor, ainda assim, serve a propósitos evolutivos, de expansão de consciência.

Por exemplo: não é possível exprimir a totalidade dos sentimentos em palavras. E nem por isso as palavras deixam de ter sua importância, inclusive estas podem ser ferramentas fundamentais para a apropriação dos sentimentos.

Tudo está interligado. A realidade é a expressão de um imenso holograma. Vivemos numa grande teia energético-consciencial, na qual a evolução de um único ser afeta todos os demais, todo o seu entorno (isso é o chamado efeito borboleta).

E a polaridade permite treinarmos nosso olhar sobre nós mesmos a partir do DES-envolvimento, ou seja, de nossa capacidade de observar nossa própria vida com um certo distanciamento, sem nos julgarmos.

Uma pessoa que inicia uma dieta, por exemplo, ao olhar-se diariamente no espelho, não percebe as alterações em seu próprio corpo, do mesmo modo que seu amigo que ficou uma semana sem vê-la. Observar a estética do próprio corpo é mais difícil que observar a estética do corpo do outro.

Quando não estamos envolvidos diretamente numa situação, nosso olhar não precisa estar carregado dos sentimentos e emoções que aquela circunstância proporciona.

As polaridades são ótimas metáforas para nossa jornada em direção ao caminho do meio, da harmonia.

Voltemos à nossa infância, ao brincarmos em uma gangorra: estar embaixo provoca sensações e sentimentos diferentes de quando se está em cima ou no meio. Cada experiência é única e igualmente merecedora de honra.

Sob essa mesma perspectiva dual, podemos dizer que a evolução segue o caminho do amor ou da dor. A escolha pela dor não significa falta de amor, mesmo porque em essência, na unidade, só existe amor. A dor provém da ilusão da separação.

É importante lembrarmos que a base da lei da atração é a consciência de que nada acontece por acaso: a partir de nossa vibração, atraímos todas as situações que vivenciamos.

A transformação é nossa natural ferramenta rumo à evolução. Quanto mais expandimos nossa consciência, maiores são os desafios que a vida nos apresenta. Entretanto, nessa estrada ascendente, também passamos a contar com mais recursos para não precisarmos nos fixar na dor, já que o amor vai se tornando cada vez mais presente.

A lei da atração funciona em um universo multidimensional, a partir da consciência da unidade, não negando as polaridades, mas transcendendo-as.

 

Adriano Rizk
Hoje, trabalho como Psicoterapeuta Transpessoal, Tarólogo, Astrólogo. No início dos anos 2000, ainda na faculdade de administração, descobri o teatro, onde vivi experiências energéticas de expansão de consciência. Fui estudar a linguagem artística do palhaço e mergulhei em um profundo processo de autoconhecimento. Escolhi a física quântica, a psicologia transpessoal e a kaballah como pilares para me tornar Terapeuta Holístico.
http://www.psicoterapia-transpessoal.com/

https://osegredo.com.br/2017/06/lei-da-atracao-partir-da-nossa-vibr…